A Look at the Portuguese World

ptenfrdees

 

h facebook h twitter h pinterest

27ª edição de curtas com 250 filmes

Written by  Sara Cunha ft Vera Marmelo

O 27º Curtas regressa entre os dias 6 e 14 de Julho, em Vila do Conde, e integrará uma competição internacional com obras vindas de diferentes hemisférios, uma competição experimental e uma secção infanto-juvenil com cinema e oficinas pensadas para crianças, jovens e famílias.

Em foco estarão também as obras de Todd Solondz e Carlos Conceição, assim como o cinema restaurado, naquela que é a nova secção de Cinema Revisitado. Em Vila do Conde será ainda possível ver os filmes-concerto de Thurston Moore, The Heliocentrics e Montanhas Azuis
O festival regressará à Vila do Conde com uma selecção de mais de 250 filmes de produção recente que pretendem ser um espaço de descoberta, reencontro e divulgação para novos e consagrados autores. Em 2019, o cinema português volta a ocupar a sala e horário nobre do festival. Dezasseis filmes em estreia na competição nacional, cinco filmes que marcaram o panorama do último ano e dezasseis filmes de escola darão um olhar transversal e transgeracional para o cinema que se faz, actualmente, no país. Nas sessões não competitivas haverá ainda espaço para a antestreia dos primeiros episódios da série de Marco Leão e André Santos, Luz Vermelha, a estreia de Mutantes S. 21- 25 anos depois, documentário sobre os históricos Mão Morta, assim como sessões especiais com cinema de Manoel de Oliveira e João César Monteiro.

Secção maior do festival, a Competição Nacional do Curtas resume a singularidade de uma nova geração de realizadores portugueses, dos nomes que têm sido reconhecidos nos festivais internacionais, Gabriel Abrantes, Diogo Costa Amarante, Diogo Baldaia ou Sofia Bost, até aos novos valores cujos filmes antecipam um futuro que queremos acompanhar, Maureen Fazendeiro, Alex Siqueira e Laura Carreira. E porque o festival se faz também de continuidade, regressam a Vila do Conde este ano: Mariana Gaivão, André Marques, Paulo Furtado e Pedro Neves. A selecção para a Competição Nacional completa-se com os mais recentes trabalhos de Rui Esperança, Vasco Saltão, Miguel Afonso, Francisco Valente e Márcio Laranjeira & Sérgio Brás d'Almeida. Estas sessões vão ser seguidas de uma conversa com os realizadores.

E porque olhar o agora do cinema nacional é também perceber em retrospectiva, passam pelo Curtas uma selecção de filmes que, pela história, prémios ou percurso internacional se destacaram na produção recente do país. Em Julho, vai ser possível ver, em Vila do Conde, as obras mais recentes de Susana de Sousa Dias (Fordlândia Malaise, estreado na Berlinale), Jorge Jácome (Past Perfect, estreado na Berlinale e premiado no IndieLisboa e no Festival de Curtas Metragens de Hamburgo), Catarina Mourão (O mar Enrola na Areia, selecionado para o Visions du Réel, É tudo verdade e Oberhausen), Sílvia das Fadas (A Casa, a Verdadeira e a Seguinte, Ainda Está por Fazer, premiado no IndieLisboa) e Helena Estrela (Bela Mandil, selecionado para a Viennale).

O cinema português vai marcar ainda as sessões especiais e diferentes segmentos programáticos do festival. Já anunciados estavam o foco na obra de Carlos Conceição, as sessões especiais dedicadas ao 50º aniversário da morte de José Régio e o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen.

A marcar o primeiro fim-de-semana do Curtas, a estreia do documentário que assinala o quarto de século de Mutantes S. 21- 25 anos depois, um dos mais emblemáticos discos dos Mão Morta. A sessão será acompanhada por uma conversa com a banda moderada por Valter Hugo Mãe.
Na secção Da Curta à Longa, antestreia dos dois primeiros episódios da primeira série da dupla Marco Leão e André Santos, Luz Vermelha, inspirada na história das Mães de Bragança e com interpretações, entre outros, de Margarida Vila-Nova, Afonso Pimentel, Joaquim Monchique e Sara Norte.

A selecção nacional do Curtas inclui ainda um espaço dedicado ao cinema de escola, Take One!, com uma selecção heterogénea de obras produzidas por alunos portugueses em escolas nacionais e estrangeiras; uma carta branca a João Nicolau inserida nas celebração do seu 20º aniversário da Agência da Curta Metragem; e um espaço dedicado a vídeos de música que demonstram particular relação com a linguagem cinematográfica. Nesta edição, entre outros, concorrem os vídeos musicais de Bruno Ferreira (para Everybody, de Sinkane), de Pedro Maia (para Paplu (Love That Moves The Sun), de Vessel), do trio André Carrilho + Rui Clara Gomes + Mantraste (para Balança, de Throes + The Shine), de Diogo Tudela (para Swisid Mekanize Rejiman, de HHY & The Macumbas) e de Leonor Teles (para Chavitas, dos Sensible Soccers).

No seu primeiro ano, a secção Cinema Revisitado inclui obras não mostradas de António Reis, um ciclo que assinala os 50 anos da morte de José Régio e uma sessão especial com os primeiros grandes filmes de animação de Walt Disney.
Cineasta, poeta e professor, António Reis é um dos nomes inultrapassáveis da história do cinema nacional. Sozinho, ou ao lado de Margarida Cordeiro, contribuiu de forma absolutamente singular para aquilo que entendemos hoje como cinema português. A sua obra, particularmente comprometida com o registo da vida rural e a etnografia de um país a braços com a ditadura, levanta o véu sobre discussões em torno da memória, temporalidade e território, tendo influenciado várias gerações de cineastas que o sucederam. O Curtas mostrará, pela primeira vez, Do Céu ao Rio, numa sessão que incluirá ainda diversos filmes de Sergei Parajanov. Considerado um dos grandes mestres do cinema do século XX, Parajanov é dono de uma obra com particular veio poético, tendo sido um dos principais responsáveis por desviar o curso da história do cinema do leste europeu, rompendo com a estética realista imposta pelo regime da ex-União Soviética. Em Vila do Conde será possível ver Hakob Hovnatanyan, Kiev Frescoes e Arabesques on the Pirosmani Theme.

Parece ser inegável que o encontro entre José Régio e Manoel de Oliveira foi um momento decisivo para a vida artística de ambos. Se o primeiro terá influenciado de forma determinante aquele que é o universo de referências literárias do segundo, será sobretudo através do cinema de Oliveira que se encontra, hoje, a porta de entrada para a literatura de Régio. No ano em que se assinalam os 50 anos sobre a sua morte, o Curtas recupera em Vila do Conde, terra onde morou toda a sua vida, os filmes que ligam o escritor e o cineasta.

Será uma sessão única e de acesso livre aquela que mostrará alguns dos primeiros clássicos a cores produzidos por Walt Disney. Uma série de obras primas, hoje em dia consideradas essenciais na história do cinema, que são um testemunho da forma como a visão do americano viria a marcar a indústria do entretenimento à escala mundial. Da curta Flowers and Trees, ao grande sucesso Os Três Porquinhos (o primeiro de uma série de filmes de Disney a vencer o Óscar na categoria de melhor animação), passando pela primeira aparição do Pato Donald no cinema com The Wise Little Hen ou o remake do clássico O Patinho Feio, de Hans Christian Andersen. Entretenimento também na apresentação da cópia restaurada para 4K de Rambo: First Blood. Apresentado na selecção de Cannes deste ano, o filme, o primeiro da saga protagonizada por Sylvester Stallone, foi restaurado a partir dos negativos originais, respeitando as escolhas artísticas da produção original.

Entre a recta final de 60 e inícios da década de 70, Joe Dante e Jon Davidson percorriam o circuito universitário com apresentações daquilo a que chamaram The Movie Orgy: sessões de cinema de fluxo livre, onde se remisturavam filmes de série B, trailers, desenhos animados, publicidades e filmes bizarros, institucionais ou educativos.Neste objecto cinematográfico mutante nunca havia duas projecções semelhantes, já que Dante e Davidson modificavam a montagem constantemente. Será esta a proposta de The Movie Orgy − Ultimate Version, uma sessão de carácter descontraído com uma selecção de duas horas e meia de material audiovisual, acompanhada por uma festa com a presença de vários DJs.

A nova secção do festival integrará ainda a projecção de Sophia de Mello Breyner Andresen, de João César Monteiro, assinalando o centenário do nascimento da autora e o filme-concerto The Cabinet of Dr. Caligari, de Robert Wiene, musicado ao vivo pela violoncelista Marta Navarro e o compositor e artista sonoro Tiago Cutileiro.

PROGRAMA CINEMA REVISITADO

Arabesques on the Pirosmani Theme, Sergei Parajanov, Arménia, 1985, 25'
Do Céu ao Rio, António Reis, César Guerra Leal, Portugal, DOC, 1964
Hakob Hovnatanyan, Sergei Parajanov, Arménia, DOC, 1967, 10'
Kiev Frescoes, Sergei Parajanov, Arménia, 1966, 15'
Rambo: First Blood, Ted Kotcheff, USA, FIC, 1982, 97'
Sophia de Mello Breyner Andresen, João César Monteiro, Portugal, DOC, 1969, 19'
The Cabinet of Dr. Caligari, Robert Wiene, Alemanha, 1919, FIC, 55' (filme-concerto)
The Movie Orgy − Ultimate Version, Joe Dante, USA, DOC, 1968, 280'

Sessão José Régio
A Glória de Fazer Cinema em Portugal, Manuel Mozos, Portugal, FIC, 2015, 15'
As Pinturas do meu Irmão Júlio, Manoel de Oliveira, Portugal, DOC, 1965, 15'
Douro Faina Fluvial, Manoel de Oliveira, Portugal, DOC, 1931, 20'
O Poeta Doido, o Vitral e a Santa Morta, Manoel de Oliveira, Portugal, DOC, 2008, 7'
Romance de Vila do Conde, Manoel de Oliveira, Portugal, DOC, 2008, 6'

Sessão Disney Technicolor
Flowers and Trees, Burt Gillett, USA, ANI, 1932, 8'
The Goddess of Spring, Wilfred Jackson, USA, ANI, 1934, 10'
The Golden Touch, Walt Disney, USA, ANI, 1935, 10'
The Old Mill, Wilfred Jackson, USA, ANI, 1937, 9'
The Tortoise and the Hare, Wilfred Jackson, USA, ANI, 1935, 9'
The Ugly Duckling, Jack Cutting, Clyde Geronimi, USA, ANI, 1939, 9'
The Wise Little Hen, Wilfred Jackson, USA, ANI, 1934, 8'
Three Little Pigs, Burt Gillett, USA, ANI, 1933, 9'
.

Imagem: Anoxia, Jonathan Saldanha

Solar, a Galeria de Arte Cinemática e Curtas Vila do Conde inauguram exposição com obras de Daniel Blaufuks, Eduardo Brito, Reiner Kohlberger e Jonathan Uliel Saldanha

O Caso Cagligari, assim se intitula a exposição que assinalará, em Vila do Conde, o centenário de um dos marcos do cinema expressionista alemão, “O Gabinete do Dr. Caligari”, de Robert Wiene. A mostra integrará obras inéditas de Daniel Blaufuks, Eduardo Brito, Reiner Kohlberger e Jonathan Uliel Saldanha criadas para a Solar, a Galeria de Arte Cinemática. Cada artista convidado apresentará, assim, uma obra que tem por fonte, inspiração, ressonância ou referência o filme de Wiene, desde a sua pré e pós história, até à produção ou crítica, passando pelas biografias dos seus criadores e a materialidade do seu suporte. Com inauguração no sábado, dia 6 de julho de 2019, pelas 19h00, O Caso Caligari propõe-se a celebrar o filme através da criação artística contemporânea entre a imagem cinemática e o cinema expandido, refletindo, assim, sobre as visões cinemáticas que ainda se podem criar a partir de “O Gabinete do Dr. Caligari”.

O desafio lançado pela organização aos quatro artistas foi o de criarem uma proposta que conjugasse uma abordagem à obra cinematográfica de Wiener e o espaço muito peculiar da galeria. Daniel Blaufuks, artista plástico que trabalha fotografia, vídeo e cinema, integrou a Competição Nacional do Curtas por duas vezes e a programação da Solar com a exposição Viagens com a minha tia em 2009. Para esta exposição, propõe um ensaio vídeo de longa duração, From Caligari to Jud Süss, onde contrapõe o filme homenageado com Jud Süss, obra nascida da muito eficaz máquina de propaganda Nacional-Socialista. Eduardo Brito, integrou por três vezes a Competição Nacional do Curtas e é representado pela Agência da Curta Metragem com os filmes Penúmbria, de 2016, e Declive, de 2018, tendo também colaborado em vários projetos da Curtas Metragens CRL. Em julho, apresenta, em Vila do Conde, uma instalação vídeo em três canais: Curiosidades do Gabinete (cada história é sempre um remake de outra história). Reiner Kohlberger, artista, performer e realizador alemão, tem vindo a participar com regularidade na Competição Experimental do Curtas e integrará, este ano, a programação Stereo com a performance Brainbows. Em O Caso Caligari mostrará DDDM, que trabalha os limites da parafernália tecnológica, do vídeo e do som, e, ao mesmo tempo, os da perceção, da reação física, intelectual e emocional do espectador. Jonathan Uliel Saldanha, músico, compositor e artista, integrou a programação Stereo do Curtas em 2018, com um espetáculo resultante de uma residência artística com a norte-americana Moor Mother, para além da performance na Solar, paralela à exposição Ruins/Rites/Runesintegrada na exposição de Ben Rivers e Ben Russell, em 2015. Na Solar apresenta uma nova fórmula de Anoxia, obra que trabalha com som e imagem vídeo em dupla projeção.

A exposição contará ainda com uma programa paralelo desenvolvido em parceria com o 27 Curtas Vila do Conde, incluindo uma mesa-redonda que discutirá no expressionismo cinematográfico e a emergência deste movimento no seu tempo, com a participação de Abílio Hernandez Cardoso, professor aposentado de Literatura Inglesa e História e Estética do Cinema; António Roma Torres, crítico de cinema, médico psiquiatra e autor de obras literárias sobre cinema e de peças de teatro; e Nuno Faria, professor, curador, diretor artístico do Museu da Cidade do Porto. A conversa será moderada por Daniel Ribas, investigador, programador e crítico de cinema. Um filme-concerto complementará as atividades paralelas, com a estreia de uma banda sonora original comissariada ao compositor-intérprete, Tiago Cutileiro e à violoncelista Marta Navarro. Será ainda possível ver a exposição numa visita guiada com a presença da maioria dos artistas com obras em exposição, na quarta-feira, dia 10 de julho de 2019, a partir das 16h00.

O STEREO, a secção que junta os filmes à música no Curtas. A 27ª edição do festival traz até Vila do Conde, Thurston Moore, The Heliocentrics, Montanhas Azuis e a colaboração entre Tiago Cutileiro e Marta Navarro.

Thurston Moore mudou-se para Nova Iorque à entrada na maioridade para tocar punk. Quatro anos depois fundava os Sonic Youth, banda com a qual mudou a forma como toda uma geração pensava e executava a experimentação no rock. A solo é, ainda hoje, um dos nomes que mais caminho desbrava na criação de novas linguagens em colisão com os padrões mainstream. Da improvisação ao rock mais puro, da composição acústica ao noise parecem não haver espaços onde Moore não se sinta confortável. O mesmo se poderá dizer das inúmeras colaborações que fez com nomes como Yoko Ono, David Toop, Cecil Taylor, Faust ou Irmin Schmidt (CAN) e que, ainda assim, lhe deixaram tempo para fazer poesia ou dar aulas de escrita. Na música, continua a subir a palco com a The Thurston Moore Group, mas é a solo que se apresenta, em Julho, em Vila do Conde. Neste regresso, vai musicar uma selecção de curtas de Maya Deren, uma das mais icónicas cineastas da vanguarda americana e uma das primeiras mulheres a construir uma carreira na realização. Witch Cradle, At Land, Ritual in Transfigured Time e Meshes of the Afternoon são os filmes que integrarão este filme-concerto.

Colectivo de jazz psicadélico londrino, os The Heliocentrics surgiram nos anos 90, quando o baterista Malcolm Catto gravou para as míticas Mo'Wax e Jazzman. O seu álbum de estreia, lançado em 2007 pela Stones Throw, solidificou-lhes o lugar por entre os mais interessantes nomes da música das últimas décadas. Equilibrando o exótico e o "estranho", o universo dos The Heliocentrics é vasto e evolutivo. A sua discografia é documento de uma viagem por entre as diferentes encarnações do jazz e do funk e a sua incrível lista de colaborações uma espécie de introdução aos nomes que marcaram o movimento pós-Mo'Wax, de MF Doom a Mulatu Astatke, de Lloyd Miller a Orlando Julius. Em Julho, o colectivo estará de regresso a Portugal para musicar, ao vivo, Heaven and Magic, um dos mais significativos registos de Harry Smith. Cineasta de vanguarda, Smith coleccionou, ao longo de décadas, milhares de gravuras de revistas vitorianas para, com elas, criar algumas das mais criativas animações que o cinema americano conhece. Tapeçarias a lembrarem as colagens de Max Ernst, onde espaços em transformação, compostos por antiguidades, artefactos e criaturas servem de pano de fundo para as histórias de heróis e heroínas delirantes.

São três dos mais importantes nomes da música portuguesa contemporânea. A solo ou nos diversos projectos com que habitam a produção cultural do país, os universos sonoros de Marco Franco, Norberto Lobo e Bruno Pernadas estão longe de serem simples e previsíveis. Donos de uma linguagem em constante estado de ebulição, conquistaram com os seus discos alguns dos mais disputados tops da crítica musical e, com isso, o respeito alargado de público e pares. Decidiram não ficar parados e, em Janeiro deste ano, editaram Ilha de Plástico sob o nome Montanhas Azuis, espaço por onde os vemos a experimentarem em torno de instrumentos analógicos, das guitarras aos sintetizadores. Ao vivo (nas raras apresentações que fazem) trilham o perene, ora acompanhados ora guiados pelas imagens de Pedro Maia, qual aventura excursionista entre a música e a imagem. Este evento conta com o apoio da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

O ciclo de anúncios para o STEREO encerra com a sessão de abertura do 27º Curtas. Das Cabinett Des Dr. Caligari, de Robert Wiene, uma das referências maiores do movimento expressionista alemão no cinema, será musicado ao vivo pela violoncelista Marta Navarro e o compositor e artista sonoro Tiago Cutileiro. Uma encomenda original do Curtas à dupla, que pretende construir um ambiente sonoro para a história muda de um hipnotista que comete homicídios durante crises de sonambulismo. Este filme, cuja rodagem se iniciou no Outono de 1919, há quase 100 anos, dá o mote à exposição O Caso Caligari, que inaugura no dia de abertura do festival, na Solar – Galeria de Arte Cinemática.

PROGRAMAÇÃO STEREO

Tiago Cutileiro + Marta Navarro - Das Cabinett Des Dr. Caligari
Data: Sábado, 6 de Julho, 17h30
Local: Teatro Municipal de Vila do Conde

Thurston Moore com filmes de Maya Deren
Data: Quarta, 10 de Julho, 21h00
Local: Teatro Municipal de Vila do Conde

The Heliocentrics – Heaven and Earth Magic
Data: Sexta, 12 de Julho, 23h45
Local: Teatro Municipal de Vila do Conde

Montanhas Azuis
Data: Sábado, 13 de Julho, 23h45
Local: Teatro Municipal de Vila do Conde

Leave a comment

Make sure you enter the (*) required information where indicated. HTML code is not allowed.

FaLang translation system by Faboba

Podcast

 

 

 

 

Eventos


loading...