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Loulé e Quarteira eventos

AGOSTO COM MUITO FOLCLORE NO CONCELHO DE LOULÉ

O FolkFaro está de volta ao concelho de Loulé nos dias 18, 19, 20, 22, 23 e 24 de agosto com várias propostas de músicas e danças de várias partes do mundo, sem esquecer os grupos locais.
Integrados na descentralização deste evento que constitui o maior festival de folclore do Sul do país, 300 participantes irão celebrar a união e o encontro dos povos através da expressão das suas culturas identitárias das quais se destaca o folclore. Os grupos internacionais convidados terão como anfitriões os ranchos do concelho mas é de destacar ainda a integração do 10º Festival Internacional de Folclore do Rancho Folclórico e Etnográfico de São Sebastião a este programa.
No arranque, dia 18, a Casa do Povo de Boliqueime recebe o grupo argentino Asociación “Nuestras Raíces” (Rosário – Santa Fé) que terá ao seu lado o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Boliqueime, para uma atuação conjunta que acontece no âmbito do BFF – Boliqueime Food Festival.
No dia 19, o Folkfaro junta, no palco natural da Fonte Grande de Alte, o folclore da Eslováquia com o grupo FS Rozmarija (Presov) ao melhor do corridinho representado pelo Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão.
Salir é ponto de passagem deste programa, no dia 20, com a atuação do Ballet Folclórico Nacional Jaime Orozco, de Bogotá, Colômbia, e do Rancho Folclórico “As Mondadeiras das Barrosas”, na escola primária de Salir.
No dia 22, o Rancho Folclórico Infantil de Loulé é o anfitrião de uma noite que terá como convidado o grupo turco Penfolk Sarfolk (Pendik – Istambul), na Praça do Mar, em Quarteira.
Ubuhle Be Afrika (Port Elizabeth), da África do Sul, sobe ao palco instalado no Largo da Igreja de Querença, no dia 23, ao lado do Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão.

Por razões alheias à organização, o grupo Ubuhle Be Afrika (Port Elizabeth), da África do Sul, cancelou o espetáculo agendado para o Largo da Igreja de Querença, no dia 23 de agosto, às 21h30, no âmbito do Folkfaro, sendo substituído pelo Fiesta Filipina Dance Troupe of Canada. Fundado em 1966, é o primeiro grupo de dança tradicional filipina da América do Norte, tornando-se um embaixador tanto do Canadá como das Filipinas devido, sobretudo, às muitas participações em eventos realizados em todo o mundo. Os Fiesta Filipina Dance Troupe of Canada encantam as audiências com um repertório excecional do folclore filipino e já pisaram palcos em Portugal, França, Itália, Grécia, Áustria, Espanha, Polónia, Brasil, México, Estados Unidos e, naturalmente, nas Filipinas.
Em Querença, irão partilhar o palco com o Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão.
Na noite de encerramento, dia 24, o Folkfaro associa-se ao 10º Festival Internacional de Folclore do Rancho Folclórico e Etnográfico de São Sebastião. No recinto da junta de freguesia, para além dos promotores desta iniciativa, vão atuar o Ballet Folclórico Nacional Jaime Orozco (Bogotá, Colômbia), o Grupo de Danzas Adolfo de Castro (Cádiz, Espanha), o Rancho Folclórico de Macau e o Rancho Folclórico da Ria Formosa (Olhão)
Refira-se que o FolkFaro é o único festival do sul de Portugal com a certificação internacional do CIOFF-Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais, uma organização não-governamental (ONG) com relações formais de consulta com a UNESCO, criada em 1970 com o objetivo de salvaguardar a promoção e difusão da cultura tradicional e do folclore.

EXPOSIÇÃO EM LOULÉ EVOCA SISMO DE 1969

De 20 de agosto a 16 de setembro, vai estar patente ao público, nos Claustros do Convento Espírito Santo, em Loulé, uma exposição alusiva ao sismo de 28 de fevereiro de 1969, iniciativa da Câmara Municipal de Loulé, através do Serviço Municipal de Proteção Civil e da Divisão de Cultura, Museu e Património.
No ano em que se assinala 50 anos desde este momento que assolou o país, em especial o Sul, a exposição “28 de fevereiro de 1969, memórias do sismo”, promovido pela Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica (SPES) e Centro Europeu de Riscos Urbanos (CERU), tem como principal objetivo ajudar a preservar a memória coletiva do sucedido nessa data, lembrar o passado para compreender o presente e preparar o futuro, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.
Recorde-se que o sismo de 1969, de magnitude 7,9 na escala de Richter, deu-se pelas 3h41 de 28 de fevereiro. Atingiu o Sul de Portugal e a região de Lisboa mas também foi sentido no Norte, sendo considerado o mais importante do século XX em território nacional.
O sismo provocou alarme e pânico entre a população, cortes nas telecomunicações e no fornecimento de energia elétrica. Registaram-se 13 vítimas mortais em Portugal Continental, 2 como consequência direta do sismo e 11 indiretas.
É fortemente expetável que o território do concelho de Loulé, bastante atingido no passado por diversos abalos sísmicos, por se situar numa zona de sismicidade de grau 9 e 10 (“sismicidade máxima”), possuindo também as falhas sísmicas denominadas de Loulé e de Querença, venha a ser afetado com consequências graves por um evento relacionado com este risco natural pelo que a sensibilização para as medidas a adotar numa situação de catástrofe natural como é o caso de um sismo continua a ser uma das grandes apostas do Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé.
Refira-se que a inauguração desta exposição irá realizar-se no dia 20 de agosto, pelas 18h00, com enquadramento histórico do sucedido no Município de Loulé e apresentação de memórias vivas contadas na primeira pessoa.

NOITE BRANCA, A FESTA DE DESPEDIDA DO VERÃO ALGARVIO

Passados dois anos, a Noite Branca, no Algarve está de regresso a Loulé para aquela que é a festa mais aguardada do verão algarvio. No dia 31 de agosto, último sábado do mês, a cidade vai pintar-se de branco, com milhares de visitantes esperados e uma animação surpreendente e empolgante como é apanágio deste evento.
Quando os relógios marcarem as 20h03, hora do pôr-do-sol, arranca a Noite Branca,. no Algarve, evento que pretende proporcionar aos visitantes um programa cultural e de animação único e inesquecível, repleto de glamour mas, acima de tudo, momentos de puro prazer e descontração. O branco é obrigatório e transversal às várias manifestações que aqui terão um palco privilegiado, da música à animação de rua, da moda à pintura, do novo circo às artes plásticas, da dança ao teatro.
O centro da cidade ganha uma nova vida, vestidas de branco e com uma surpresa a cada esquina, apresentando performances em que, por vezes, os visitantes são também protagonistas.
A música Chill Out acompanha toda a filosofia do evento e por todos os cantos deste centro urbano ecoam os sons de DJs, bandas e músicos que contribuem para este brinde coletivo ao verão, ao calor e à boa disposição. Alguns nomes de referência do panorama musical nacional e internacional estarão entre os artistas deste variado programa mas só no próprio dia serão revelados. Até porque o fator surpresa é uma das chaves do sucesso da Noite Branca. no Algarve, pelo que todo o programa só é desvendado no próprio dia.
Pelas ruas o ritmo é imparável. Centenas de artistas de rua dão alma e cor aos milhares de visitantes.
A decoração das ruas revela-se com o espírito do branco e neste dia a imagem da cidade transforma-se por completo: a tradicional e histórica urbe do barrocal algarvio torna-se num palco mágico.
E porque este evento tem também um cunho importante em termos de dinamização do comércio, as lojas estão abertas pela noite dentro e engalanadas de branco, com montras decoradas a rigor e os assistentes vestidos a preceito. A entrada é livre.

 

III ENCONTRO DE HISTÓRIA DE LOULÉ

Nos dias 30 e 31 de agosto, o Encontro de História de Loulé marca presença, mais uma vez, como espaço de partilha e debate em torno de estudos sobre a História de Loulé em diferentes períodos cronológicos.
O programa desta terceira edição conta com vários painéis de comunicações apresentadas por diversos investigadores e lançamentos de livros, no Cine-Teatro Louletano, bem como visitas à Estação Arqueológica do Cerro da Vila, às Igrejas de São Francisco e Nossa Senhora da Piedade ou ao Centro Histórico de Loulé, orientadas por especialistas nas áreas da Arqueologia e da História da Arte.
A conferência inaugural será proferida este ano pela Professora Helena Catarino, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com o tema “Leituras de Arqueologia medieval no território de Loulé e as ocupações do Castelo de Salir”. “Arquivos e memórias”, “Território e economia”, “Ensino e religião”, “Administração e poderes” e “Indivíduos e instituições” são as temáticas dos vários painéis que constituem este Encontro.
Do programa consta ainda o lançamento do Caderno do Arquivo “Loulé em 1699. Caracterização sociodemográfica”, de João Cosme e Lina Oliveira, e das Atas do II Encontro de História de Loulé.
É de sublinhar que os oradores que irão estar em Loulé são investigadores com afiliação institucional em várias unidades de investigação pertencentes a diversas universidades do país.
Este evento reveste-se de especial importância pelo contributo assinalável na compreensão da História local, ao longo de vários séculos em que se foi construindo a identidade de um dos mais importantes municípios do Sul do país, bem como no que respeita ao conhecimento de algumas figuras louletanas que se destacaram no contexto nacional e que foram determinantes também no desenrolar dos acontecimentos históricos em Portugal.
Refira-se que esta iniciativa conta, mais uma vez, com o apoio do Centro de Estudos em Património, Paisagem e Construção (CEPAC) da Universidade do Algarve e do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (CIDEHUS) da Universidade de Évora;
A participação neste Encontro confere a entrega de certificado de presença, é gratuita e carece de inscrição. Para o efeito poderá ser utilizado o formulário online: https://tinyurl.com/ehloule

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