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23º Festival de Teatro de Almada

Written by  Pedro Teixeira fts Tiago Maltez, Natalia Pinto e Gitt

Arranca mais um Festival de Teatro de Almada (FTA), esta 23ª edição organizada por vários grupos de teatro da cidade, decorre entre os dias 2 até 17de Novembro e apresenta novidades espalhadas por vários espaços da cidade. 

 

PROGRAMAÇÃO ESPETÁCULOS

ABERTURA DA MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA ATUAÇÃO DA BANDA FILARMÓNICA DA ACADEMIA ALMADENSE

2 NOVEMBRO |SÁBADO | 21H00 | M/6 | 30’ FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA

A Banda da Academia Almadense é uma das quatro bandas filarmónicas centenárias do concelho de Almada e marcará a abertura da 23.ª edição da Mostra de Teatro de Almada com uma atuação musical.

AMÁLIA – O MUSICAL adaptação de Diogo Novo a partir do texto de Filipe Lá Féria TKM – UNIVERSIDADE SÉNIOR DOM SANCHO I DE ALMADA

2 NOVEMBRO |SÁBADO | 21H30 | M/12 | 90’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Encenação e Adaptação Diogo Novo Interpretação Alunos da Classe de Teatro Musical, Coro, Fado, Danças do Mundo e Folclore da TKM – Universidade Sénior Dom Sancho I de Almada Cenografia e Figurinos Diogo Novo e Helena Resende Desenho de luz Diogo Novo Apoio Musical Diogo Novo e Ricardo Martins Adereços Fátima Lopes Fotografia e vídeo Natália Pinto Secretariado Emília Evaristo Apoio Câmara Municipal de Almada

Agora em Almada: o maior sucesso do espetáculo em Portugal, seis anos em cena com 1.375 representações e mais de três milhões de espectadores, numa nova versão pelos alunos da TKM – Universidade Sénior Dom Sancho I de Almada. Amália - o Musical, foi uma das últimas vontades de Amália Rodrigues que em 1998 manifestou o desejo de ver a sua vida num grande musical. “Amália – o Musical” é um espetáculo transversal a todo o público que obteve todos os prémios de melhor espetáculo nacional e a aclamação unânime da crítica internacional.

Teatro Musical da Dom Sancho começou no ano de 2016/2017 com a apresentação de uma Revista. No ano de 2017/2018 – Musical “ 5 anos da Dom Sancho” e no ano de 2018/2019 – Amália O Musical.

 

 OMELETA À MOLIÈRE TEATRO DA GANDAIA

6 NOVEMBRO | QUARTA | 21H30 | M/6 | 60’ TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE (SALA EXPERIMENTAL)

Autor Christiane de Macedo, com base em textos de Molière Produção Associação Gandaia Encenação e Dramaturgia Christiane de Macedo Textos (Fragmentos) de Peças de Molière O Avarento, As Eruditas, Médico à Força, Escola de Mulheres Criação de Textos Christiane de Macedo Colaboração de Alberto Oliveira Elenco Alberto Oliveira, Bárbara Belmonte, Bia Calado, João da Costa, Manuel Ribeiro, Maria Almeida, Maria Lopes, Mena Batista, Olga Souza Nunes, Selma Tavares Voz Off “O Avarento” Ricardo Cardo Música Octávio Camargo e Chiris Gomes Gravação e Edição Rodrigo Augusto Ribeiro Luz Henrique Nabais Cenário António Fonseca Figurinos Teresa Macedo e Christiane de Macedo Imagens do Ecrã Ricardo Salomão Design Gráfico Ausenda Coutinho Montagem de Sonoplastia Nuno Ramos Operação de Som António Borges Operação de Vídeo Arbela Lima Cenotécnico João Paulo Gerardo Registo em Vídeo e Fotografia António Nobre Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografia António Nobre

Teatro é uma celebração. É construído com muita dedicação e entrega, com todos os cuidados e muito carinho ao longo de meses. Uma celebração que se consuma, em coletivo, em pouco tempo de maravilha num ambiente de penumbra. Este trabalho do Teatro da Gandaia é uma vez mais dirigido com enorme energia e rigor por Christiane Macedo, sobre um texto que ela produziu, fruto de horas e horas de trabalho em ambos os lados do Atlântico, com base na obra inesquecível de Molière. Em cima do palco vão estar vários atores, todos amadores. Uns porque amam, e outro porque a amizade o trouxe ao elenco numa hora de aflição. Ensaiaram horas e horas, dias atrás de dias, num ritmo cada vez mais intenso, para chegar a essa hora e fazer com as suas mãos, os seus corpos, as suas vozes, mas sobretudo com o seu tempo e energia, essa magia que partilham. Aliás, tudo começa precisamente na partilha. No trabalho de um grupo, para oferecer a todos quantos o desejem fruir.
Todo o trabalho de todas estas pessoas, se destina à criação desses momentos de maravilha, dessa magia contagiante que o Teatro é. Mas que magia é essa? A maior: Vida.

O grupo de teatro da Associação Gandaia iniciou as suas atividades em 2012 estreando-se no palco do Auditório Costa da Caparica em 2012 com o espetáculo As Aves de Aristófanes, encenado por Ana Nave. A partir daí, vários espetáculos foram apresentados, com outros dois encenadores dirigindo os trabalhos, primeiro, Rui Cerveira, com O Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues e ainda Christiane de Macedo, que se estreou como encenadora com O Segredo de Quem Somos. O Grupo de Teatro da Gandaia desempenha um trabalho fundamental de animação cultural da Costa da Caparica e pauta-se por abertura à participação da comunidade e de iniciação ao teatro, disponível para quem tiver o “bichinho da Arte de Talma”. www.gandaia.pt

 

DE LÉS A LÉS, SABERÁS QUEM ÉS EmbalArte + caDA

8 NOVEMBRO |SEXTA | 10h15 e 11h30 | | M/6 meses | 45’ CENTRO SOCIAL DA TRAFARIA | ENTRADA LIVRE

Criação e interpretação Ângela Ribeiro e Susana Rosendo Apoio à Criação Carla Albuquerque Música Cantar Mais – APEM Costureira Ateliê Dulce Correia Imagem Joana Cavadas Apoio à produção Companhia de Dança de Almada Produção Executiva EmbalArte Agradecimentos Teatro Extremo, Companhia de Dança de Almada, Carlos Gomes, Hágira Sequeira Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografia Vítor Cid

De norte a sul, do Minho ao Algarve, as nossas tradições chamam por nós. Vamos descobrir a nossa terra, ninho-mãe de tantas vidas. Aqui há corações delicados, galos constipados, mares divertidos e fados bem treinados. De lés a lés, uma viagem em família à descoberta dos sons, formas e cores da vida portuguesa. Uma viagem à descoberta da amizade. Venham ajudar a construir este ninho, que é de todos nós, e fazer amigos … em português!

Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e Susana Rosendo. Juntaram corpos e ideias para dar corpo e voz a um projeto de teatro para bebés e 1ª infância. Nos primeiros anos do desenvolvimento infantil, os estímulos sensoriais são decisivos e fundamentais para a formação da personalidade do bebé, assim como para fortalecer e desenvolver as outras fases do crescimento. Acreditamos que, através do teatro para bebés contribuímos para um crescimento mais feliz, assim como potenciamos a formação de novos públicos: bebés e família. Este é o nosso contributo! De lés a lés, saberás quem és é a nossa primeira criação: um espetáculo que oferece o folclore e tradições portuguesas, com as formas e sons que os compõem, num contexto pensado para os bebés. Queremos sensibilizar os bebés, e as suas famílias, para a cultura do nosso país. Para esta partilha acontecer, as intérpretes partilham o espaço com as famílias, apelando à interação e à intimidade.

 

 O REINO DO QUERER CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE

9 NOVEMBRO |SÁBADO | 11h00 | M/6 | 45’ SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE

Elenco Sónia Caiado, Tereza Menezes, Paula Filipe, Raquel Caldeira, Filipa Soares, Cláudio Sales, Anita Santos Encenação Eugénia Viana Cenografia Vítor Rosado Figurinos Maria Gabriel Carrilho Caracterização Filipa Soares Desenho de luz e som Fernando Viana Imagem Fernando Viana Autor criação coletiva do Cénico da Incrível Almadense Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografia Fernando Viana

Sónia quer ser exploradora e não só... e num dos seus passeios encontra o Reino do Querer, onde vivem as Rainhas Vontade e Consciência, as Princesas Possível e Impossível, o Príncipe Talvez e a aia Xalupa. No palácio, ela vai aprender que, sendo criança, tem todas as possibilidades em aberto e que o necessário é escolher, mas escolher bem.

 O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, de atividade gratuita e por “amor à camisola”, portanto. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna um grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada. www.incrivelalmadense.pt

 

ARREGALAR OS OLHOS NÃO É VER TALMADA TEATRO ESTREIA

9 NOVEMBRO |SÁBADO | 16h00 | M/6 | 60’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Texto e Encenação José Rodrigues Assistente de Encenação Alexandra Pereira Elenco José Rodrigues, Sandra Camargo Cenografia Mariana Barbosa Técnico de luz e som Alexandre Silva Figurinos José Rodrigues e Alexandra Pereira Produção Espaço Talmada Associação Teatro Profissional de Almada Marketing e Publicidade Joana Gonçalves Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografias TALMADA Teatro

Arregalar os olhos não é ver! é uma peça de José Rodrigues baseada no texto Galileu Galilei de Bertolt Brecht. Nela realçamos a luta contra o bloqueio que a ciência teve de enfrentar para conseguir provar que a Terra não é o centro do universo. A teoria heliocêntrica, em oposição às teorias de Aristóteles e de Ptolomeu (teoria geocêntrica), encontrou uma resistência desproporcional por parte dos representantes do Vaticano e somente a persistência de Galileu, com o auxílio fundamental da "trompa holandesa" (telescópio), levou a que a confirmação das teorias de Copérnico chegassem finalmente à Holanda, pais protestante, e ai publicadas e postas á disposição dos cientistas que acabaram por mostrar ao mundo que não há suporte no céu. SOBRE O GRUPO O Talmada nasceu há três anos com intenção de dar voz a jovens atores acabados de formar ou em fase de formação. Hoje o Talmada é uma associação de Teatro, com um elenco fixo e outro variável para estagiários e atores em fase de projeção no mercado de trabalho. Entre atores, técnicos e de mais intervenientes necessários ao desenvolvimento da nossa atividade contamos já com um número considerável de pessoas que vão lutando diariamente para que o teatro nunca deixe de ser uma realidade da cultura portuguesa. Com três peças em cena anualmente (uma infantil, uma juvenil e outra para o público em geral), o Talmada iniciou recentemente uma outra modalidade: "teatro para a família", com bilheteiras verdadeiramente acessíveis, apresentando todas as quartasfeiras uma comédia - "Montanha Russa". https://talmada.wixsite.com/talmada

 

 A AVÓ É FIXE CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE

9 NOVEMBRO |SÁBADO | 21H30 | M/14 | 55’ SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE

Atores Cláudio Sales e Carla Silva Encenação Eugénia Viana Cenografia Vítor Rosado Figurinos Maria Gabriel Carrilho Caracterização Filipa Soares Desenho de luz e som Fernando Viana Imagem Fernando Viana Autor Romário Machado Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografias Fernando Viana

As avós são segundas mães e esta avó foi mãe e pai do seu querido netinho – Márcio. Mas desenganem-se se pensam que vão conhecer uma avozinha convencional. Esta avó é desempoeirada, atrevida, divertida e, também, inconveniente… Quer passar um divertido serão e conhecê-la?

O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, de atividade gratuita e por “amor à camisola”, portanto. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna um grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada. www.incrivelalmadense.pt

 

ZAPATOS TEATRO & TEATRO – O MUNDO DO ESPECTÁCULO ESTREIA

10 NOVEMBRO |DOMINGO | 21h30 | M/14|80’ AUDITÓRIO MUNICIPAL FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Will Smile Encenação Manuel João Elenco André Carvalho, Helder Silva, Inês Possante, Rita Miranda, Sara Freitas, Sofia Benedito e Sónia Silva Luz e som Manuel João Figurinos Coletivo Teatro & Teatro Cenografia Coletivo Teatro & Teatro Grafismo Sónia Silva Fotografia Helder Silva Vídeo Helder Silva, coletivo Teatro & Teatro Apoios Câmara Municipal de Almada, Agrupamento de Escolas João de Barros Produção Associação Cultural O Mundo do Espectáculo Agradecimento Will Smile Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografias Helder Silva

Zapatos é um espetáculo de teatro cheio de suspense e humor, com uma temática fortemente assente nas realidades da sociedade contemporânea, uma trama que relata a intervenção de um dramaturgo na vida das suas personagens. O autor como personagem, a personagem como autor. A manipulação do outro, como se de marioneta se tratasse, o manipulador que, afinal, nem tudo pode controlar. Trata-se de um espetáculo que reúne histeria, humor, agonia, deleite, felicidade e, inevitavelmente, infelicidade. Zapatos é um espetáculo que deixará o espetador surpreendido, angustiado, atordoado…descalço! Autor: Will Smile, encenação: Manuel João. Por Teatro & Teatro – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo.

 Teatro & Teatro , grupo de teatro de O Mundo do Espectáculo, tem como produções de maior relevo: Autocarro de Helena Teixeira, História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar de Luís Sepúlveda, Aos Homens Nada Escapa… a partir de três textos de Mário Costa, A Invenção do Amor, poema de Daniel Felipe, Deitada és uma Ilha…, vários autores, A Boda de B. Brecht, Onde é Que Eu Me Deixei, monólogos de Maria Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, Morte e Vida Severina de J. Cabral Melo e Neto, Deixa-me em Paz! de Moisés Mato, Stella, Teatro Breve, textos de Stella Manault, Almada Negreiros textos Antes de Começar e Pierrot e Arlequim de Almada Negreiros, Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito de Dário Facal, Universos e Frigoríficos de Jacinto L. Pires, Noite de Guerra no Museu do Prado de Rafael Alberti , Um Carimbo para a Viagem de Mendizábal e J. Cedena e OFF de Alberto G. Martin, O Trem das Treze (e Treze) de António Mauriz. www.facebook.com/teatro.eteatro

 

SOPINHAS DE MEL NNT – NOVO NÚCLEO TEATRO ESTREIA

11 NOVEMBRO | SEGUNDA | 21h30 | M/16 | 75’ AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Texto Teresa Rita Lopes Dramaturgia, Encenação e Conceção Plástica Sandra Hung Assistência ao projeto, Apoio à Cenografia Diogo Machado Interpretação Beatriz Nunes, Henrique Ribeiro, Joana Lameira, Pedro Tavares, Diogo Machado, Roberto Bullita, Raquel Martins, Diogo Freire Apoio ao Movimento NuDança Espaço Sonoro NuMac Desenho de Luz e Direção Técnica João Chicó Fotografia Diogo Machado, NuFoto, Tiago Maltez, Andreia Custódio Produção NNT Parcerias FCT/UNL, AE-FCT, Artes e Engenhos - Associação Cultural Apoios: CMA, AE-FCT Agradecimentos Teresa Rita Lopes, Christopher Damien Auretta, Rogério de Carvalho, João Hungria Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografias Andreia Custódio e Tiago Maltez

Um trabalho em processo que abre um possível espaço de existência e de sonho a um homem e a uma mulher: Ele e Ela. Não sabemos quem foram, quem são e quem serão. Não há como nomeá-los: nada. Branco, está tudo inundado de branco, um branco que se vai colorindo através do que se diz, do que se ouve, do que se faz, do que se imagina acontecer. Negro, é de noite, está escuro, há uma cegueira que nos permite vislumbrar qualquer coisa, que apesar de intangível e sem forma, se sente e nos impressiona pelos múltiplos graus de liberdade e pela grande margem de erro, de incerteza, de possibilidades.

 NNT, Novo Núcleo Teatro da AEFCT, formado em março 1995, tem no currículo várias produções teatrais, ações de formação, oficinas de escrita, movimento, voz, dramaturgia e encenação. Tem participado, regularmente, em Mostras e Festivais de Teatro Nacionais e Internacionais, entre outros: Mostra de Teatro de Almada, FATAL (Lisboa), FITUB (Blumenau, Brasil), Mostra Internacional de Teatro de Santo André, MoitaMostra (Viseu),Festival Entrez dans l’arène (Rennes, França), SALTA (Aveiro), aCTUS (Coimbra), TUBI (Covilhã), Festival de Teatro de Santiago de Compostela (S. De Compostela, Espanha). Recebeu várias menções honrosas e prémios, dos prémios destaca-se: Tartarugas e Migração, Texto e Encenação Sandra Hung, Prémio Destaque, Mostra Paschoal Carlos Magno, FITUB, Brasil; Húmus – Tríptico, Encenação Alexandre P. Calado, Sandra Hung e Tiago Vieira, Prémio FATAL 2014 - Melhor espetáculo; Horácio, Encenação e Dramaturgia Sandra Hung, Prémio FATAL 2018 – Espetáculo mais inovador; Abertura de Processo Sopinhas de Mel, encenação e dramaturgia Sandra Hung, Participação FATAL 2019 - Menção Honrosa, Participação no Festival Internacional de Teatro de Setúbal 2019. www.facebook.com/ nntaefct

 

FINAL FELIZ PRODUÇÕES ACIDENTAIS ESTREIA

13 NOVEMBRO | QUARTA | 21h30 | M/14 | 60’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Autor Criação colectiva a partir de vários autores Criação coletiva a partir de Elfriede Jelinek, Emma Donoghue, Neil Gaiman, Angela Carter, Robert Coover, James Garner Criadores Sara Castanheira, César Melo, Ricardo Cardoso, Ana Rita Ferreira, Cláudia Sousa Com coordenação de Luzia Paramés Intérpretes Sara Castanheira, César Melo, Ricardo Cardoso, Ana Rita Ferreira, Lucinda Coelho Tradução Luzia Paramés e Sara Castanheira Cenografia e Figurinos Luzia Paramés e Alice Rolo Movimento Isabel Cruz Desenho de luz e som Sandro Esperança Vídeos promocionais César Melo Fotografia Luís Aniceto e Vítor Cid Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografias Luís Aniceto e Vitor Cid

Nos contos de fadas tradicionais – não as versões açucaradas que chegaram às nossas infâncias – a Cinderela é uma assassina que mata a madrasta, a Bela Adormecida é violada pelo rei seu pai enquanto dorme - dando à luz duas crianças que a madrasta cozinha e oferece ao marido como refeição, o que o leva a mandar queimá-la viva. Já a madrasta da Branca de Neve pode considerar-se afortunada, pois apenas é obrigada a calçar uns sapatos em brasa e a dançar até à morte. Quisemos, portanto, ir à procura de mais coisas e encontrámos um manancial de abordagens, modelos e jogos alternativos; acrescentámos-lhes os nossos, descobrimos que as Princesas e Príncipes nos eram familiares e que nem sequer fugiam à crueza das primitivas versões. Se o resultado é mais ou menos inquietante, cabe ao espectador julgar.

As Produções Acidentais promovem projetos de criadores de várias áreas artísticas, miscigenando as suas linguagens próprias, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo. Apesar das nossas produções serem necessariamente “acidentais”, desde que informalmente começámos as nossas atividades produzimos 15 criações de teatro, música, escrita, fotografia e artes plásticas. Paralelamente, temos desenvolvido ações de formação artística nas áreas do teatro e da promoção da leitura. The theater is so endlessly fascinating because it's so accidental. It's so much like life. Arthur Miller www.producoesacidentais.com

 ESBOÇOS PARA UMA CINDERELA TEATRO ABC.PI ESTREIA

14 NOVEMBRO | QUINTA | 11h00 | M/12 | 50’ ESCOLA BÁSICA DA TRAFARIA | ENTRADA LIVRE

Autor Catarina Vieira da Silva Direção Artística e Encenação Laurinda Chiungue Dramaturgia Adriana Melo, Catarina Vieira da Silva, Laurinda Chiungue, Leonor Cabrita, Sara Rio Frio Intérprete Adriana Melo Movimento Magnum Soares Cenografia Laurinda Chiungue e Salomé Vaz Música Artistas variados Figurinos Teatro ABC.PI Produção Leonor Cabrita Apoio Câmara Municipal de Almada Fotografia Teatro ABC.PI

Esboços Para Uma Cinderela, baseado no texto de Catarina Vieira da Silva Cin-der-Ela, lida com os dilemas interiores que estão presentes na fase de transição de criança para o início do processo para a vida adulta. A apresentação de ações que transmitem o tumulto interior e nos levam numa aventura pela descoberta, pelos desejos femininos, pelas ambições e pela visão única do mundo que a adolescência proporciona, faz-nos ponderar a necessidade de ouvir os mais jovens sem julgamento ou condescendência para assim podermos ajudá-los a chegar a um entendimento pleno das suas emoções. Procuramos então ver com os olhos d´outrém o mundo que nos rodeia e o nosso próprio interior, e transportar a mensagem de que a voz dos mais jovens que virão a tomar o nosso lugar no mundo, é de extrema importância. Não só para as batalhas do presente, mas também para a progressão do futuro, e assim validar os pensamentos e a opiniões dos adolescentes através de uma “personagem” que representará a sua história.

O Teatro ABC.PI nasce da união de jovens atores com formação na área específica do Teatro sob direção artística de Rogério de Carvalho. Dispõe-se a criar novo público e conciliá-lo em torno de obras artísticas de grandes autores de carácter universal. Revela-se profissionalmente em 2005 com o espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão, no 22.º Festival Internacional de Teatro de Almada onde recebe a distinção da crítica do Jornal Expresso, que assinala a reconhecida credibilidade do seu Projeto Artístico. De Jean-Luc Lagarce a Salomão, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.Pi constrói-se com o desafio de revelar um novo olhar, sobre cada obra artística. A par com o trabalho de criação artística, o Teatro ABC.PI desenvolve projetos de intervenção sociocultural com uma forte componente pedagógica, em diferentes contextos. www.facebook.com/teatro-abcpi

 

 A ESTRADA A LAGARTO AMARELO ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESTREIA

14 NOVEMBRO | QUINTA | 21h30 | M/12 | 60’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Encenação e adaptação dramatúrgica Cláudia Negrão Autor Jack London Interpretação Junior Sampaio Espaço cénico Hugo Migata e Pedro Silva Apoio construção cenário José Correia e Tiago Naré Desenho de som Tiago Inuit Desenho de luz Paulo Santos Produção Executiva Paula Coelho Co-produção A Lagarto Amarelo e ENTREtanto Teatro Associação Cultural Apoio Câmara Municipal de Almada

Embora Jack London tenha vivido entre 1876-1916, não podemos considerar a sua obra desatualizada ou fora de tempo. As suas questões permanecem não só relacionadas com o seu tempo político-económico e social mas também e sobretudo ligadas à questão da sobrevivência do indivíduo em qualquer enquadramento. Não temos nós hoje, não teremos sempre, pessoas ou povos que por motivos vários deambulam errantes no mundo? Não atravessamos neste momento uma revolução tecnológica que por sua vez cria uma nova crise laboral? Não temos nós na atualidade vários eventos políticos e económicos que obrigam a uma fuga e corrida permanente para a subsistência? Nas suas próprias palavras: “A exploração da mão-de-obra, os salários de miséria, as hordas de desempregados e a multidão sem abrigo e sem casa é o espetáculo a que se assiste quando há mais homens do que trabalho.” Esta contemporaneidade intrínseca na obra de Jack London obriga-nos a uma reflexão sobre o novo lugar do Homem no seu meio ambiente e levanta questões que nos permite considerá-la significativa e contextualizada nos dias de hoje em qualquer parte do mundo.

A Lagarto Amarelo sediada em Almada surgiu em 2009. Tem como prioridades a conceção e produção de âmbito teatral e a criação de parcerias com outras entidades culturais, fomentando a troca de conhecimentos tentando assim facilitar a realização dos projetos, pois considera que a cooperação entre entidades é a forma mais viável para garantir o sucesso dos mesmos, aproveitando as sinergias para rentabilizar as potencialidades de cada um. www.alagartoamarelo.com

 

 A INAUGURAÇÃO ARTE 33 ESTREIA

 15 NOVEMBRO | SEXTA | 21h30 | M/6 | 60’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Criação coletiva, colagem de textos Rui Silvares, Francisco Silva, Ana Nave Conceção Plástica Rafaela Mapril Música João Rodrigues Luz Daniel Verdades Elenco António Olaio, Ana Califórnia, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, Filipa Santana, Josefina Correia, Francisco Silva, Patrícia Conde, Tânia Ponte, Cecília Laranjeira Fotografia José Frade Cartaz Eva Nave Produção Arte33, A partir de Shakespeare Apoio Câmara Municipal de Almada

Um empreendimento turístico luxuoso transforma um típico bairro de pescadores num espaço de eleição de prestígio internacional. A importância do evento, atrai as altas individualidades que aguardam a chegada de um importante dignatário, em representação do Estado. A população e a comunicação social acorrem ao acontecimento que marca a agenda mediática da semana. Está tudo a postos para o “grande momento” que é antecedido pelos discursos dos digníssimos representantes das forças vivas locais. É chegado o momento solene e todos ou quase todos, aguardam ansiosamente a chegada do importante representante da nação, que irá proceder à inauguração.

As Aves: Autor Aristófanes, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2014 Vestido de Noiva: Autor Nélson Rodrigues, encenação Rui Cerveira; Teatro na Gandaia; 2015 Uma tal Lisístrata Autor Aristófanes. Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2016 O Pranto de Maria Parda: Autor Gil Vicente, adaptação Ana Margarida Leal e Rui Silvares encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2017 Rei Ubu: Autor Alfred Jarry, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Arte 33; 2018 Ilha do Sumiço: ideia original Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave; Teatro Ubu, Produção Arte 33. https://www.facebook.com/arte33nucleocultural

 

 HÁ TANTO TEMPO ALPHA TEATRO ESTREIA

15 NOVEMBRO | SEXTA | 21h30 | M/16 | 60’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Texto Harold Pinter Tradução Jorge Silva Melo Encenação Sofia Raposo Interpretação Andreia Botelho, Cecília Robalo Henriques, Luís Menezes Desenho e operação de Luz Élio Antunes Cenografia e figurinos Luís Menezes Design e fotografia Arcadiy Kulchinskiy e Débora Rocha Produção Alpha Teatro Apoio Câmara Municipal de Almada

Nos anos 70, Kate e Deeley, um casal numa quinta recuperada perto de Londres, esperam a visita de Anna, amiga de Kate desde os anos 50. Num universo de incertezas e contradições que memórias nos traz Anna ao presente? O que foi realmente o passado? “ Há coisas de que nos lembramos mesmo que nunca tenham acontecido”. Old Times de Harold Pinter marca o início de novo ciclo na sua obra, um teatro de memória vem sobrepor-se ao teatro da surda ameaça. Estreou na Royal Shakespeare Company no Aldwych Theatre em Londres, a 1 de junho de 1971 com a encenação de Peter Hall. Em Portugal a peça estreou a 12 de outubro de 1978 com o título Velhos Tempos , numa tradução de Ricardo Alberty, com encenação de Carlos Quevedo. Foi o espetáculo de inauguração da Sala Experimental do Teatro D.Maria II. Esta tradução está publicada no volume Teatro II de Harold Pinter (ed.relógio de Água) e estreou a 26 de julho de 2002 no Centro Cultural de Belém, numa encenação de Solveig Nordlund numa co-produção com Artistas unidos e CCB.

Alpha Teatro foi fundado em 2014 na cidade de Almada. Nasceu da união entre jovens criadores, profissionais das artes do espetáculo com a pretensão de encontrar a sua forma de criação artística. Dirigido por Sofia Raposo, Luís Menezes e Irina Grelha, pretende criar um público envolvente, com a dinamização da cultura e da educação do Concelho e efetuar protocolos e intercâmbios nacionais e internacionais. Trabalhou, entre outros autores, Lewis Carroll, Juliet Marillier, Mia Couto e Samuel Beckett. http://alpha-teatro.webnode.pt

 

 PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA NINHO DE VÍBORAS ESTREIA

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 18h00 | M/12| 50’ AUDITÓRIO DO PONTO DE ENCONTRO, CACILHAS 19h00 | ENTRADA LIVRE LANÇAMENTO DO LIVRO PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA COLÓQUIO COM ENCENADOR, AUTORA E ATORES

Autora Raquel Serejo Martins Intérpretes (por ordem de entrada em cena) Paulo Diegues, Cristina Gonçalves, Joaquim Pedro, Cecília Laranjeira Cenografia e Figurinos Paulo Diegues Iluminação Gabriel Orlando Produção Executiva Karas Encenação Marco Mendes Apoio Poética Edições e Câmara Municipal de Almada

O Luís morreu. No apartamento do falecido, perante uma janela lisboeta com formidável vista para o Tejo, quatro dos seus amigos de longa data percorrem os caminhos que os trouxeram desde a infância e juventude na Margem Sul, até ao dia em que foram judicialmente intimados a comparecer num funeral. Cinco passados entrecruzados compõem uma herança inesperada e algo amarga. Biografia: O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espetáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a atividade deste coletivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.

O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espetáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a atividade deste coletivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.

 

ARMSTRONG TEATRO EXTREMO

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21h30 | M12 | 60’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Texto e Encenação Castro Guedes Interpretação António Rodrigues Interpretes vídeos Afonso Guerreiro, Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Jaime Soares, Karas, Marco Mendes, Rui Cerveira Cenário Fernando Jorge Lopes, Daniel Verdades Assistente de Encenação Josefina Correia Desenho de Luz Daniel Verdades Construção e Montagem Celestino Verdades, Daniel Verdades, Maria João Montenegro Adereços em fibra de vidro Maria Ribeiro Adereços e Maquilhagem Maria João Montenegro Sonoplastia António Rodrigues Figurinos Fernando Jorge Lopes, Josefina Correia Vídeos de Cena António Rodrigues Fotografia Luís Aniceto Grafismo P2F atelier 51ª criação do Teatro Extremo Apoio Câmara Municipal de Almada

O primeiro astronauta que pisou a Lua, Neil Armstrong, entre o sonho e um relato de memórias consigo próprio, proporciona-nos o percurso da perceção e evolução científica da organização do Sistema Solar, introduzindo em cena os protagonistas dos principais modelos: Ptolomeu, Copérnico, Galileu, Newton e Einstein. Uma nova criação do Teatro Extremo que assinala os 50 anos da chegada do Homem à Lua, no ano em que a companhia celebra 25 anos de atividade. Este espetáculo integra o Ciclo “Em Cena a Ciência” que a companhia promove, como são exemplo as peças que levou à cena Maria Curie, Depois de Darwin ou Einstein que continua a ser apresentado ao público desde 2005.

 Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 “Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção. Em 2019 celebra 25 anos de atividade e em 2020, 25 edições de “Sementes”. www.teatroextremo.com

 

 DIAS A MENOS GITT – Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 22h00 | M/12 | 60’ RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

Autor Carlos Amaral Elenco Maria Sousa (Bia), Elsa Elias, Mila Mendes, Rute Magalhães, Beatriz Almeida, Daniel Dionísio, Rui Pedro (Ruca), Carlos Amaral Encenador Carlos Amaral Cenografia Carlos Amaral Som Jéssica Cristas Desenho de Luz e Sonoplastia Paulo Nunes Figurinos Bia/GITT Apoio Câmara Municipal de Almada

Dias a menos, argumento teatral baseado em romance diário. Personagens e reflexões religam os seres humanos consigo mesmo, os outros e a natureza. Solitário ou partilhado, o melhor de cada momento num teatro íntimo está na busca do domínio de si e do seu lugar no mundo. Trata amores e desamores narrados no conta-gotas quotidiano. O ser humano busca a consciência do que o vai marcando, refletindo a vida social a partir dos problemas colocados. Cenicamente os livros integram o interior e o exterior do diarista desdobrado em múltiplas vozes. Dias a menos tem o título da contagem subtrativa do tempo, mas também da amenidade do que se narra nessa viagem.

Fundado em 1972, encontrou nos Recreios Desportivos da Trafaria a compreensão e o apoio para, nas suas instalações puder desenvolver toda a sua atividade desde a sua fundação até a presente data. Em 1996 por escritura pública constitui-se em Associação Cultural sem fins lucrativos. Passaram pelo GITT diversas pessoas que continuaram ligados ao teatro, quer como atores, cenógrafos, encenadores ou técnicos. O GITT - realizou 5 Ciclos de Cultura de 1978 a 1982 e sempre no período de 24 de abril a 10 de junho de cada ano. Estes ciclos eram compostos de espetáculos de Teatro, Música, Cinema, Dança, Poesia e Exposições. Tem participado em todas as Mostras de Teatro de Almada. O GITT foi sempre apoiado pela Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia da Trafaria, agora União de Freguesias de Caparica e Trafaria, e Recreios Desportivos da Trafaria. Teve apoios pontuais da Secretaria do Estado da Cultura e da Fundação Gulbenkian www.gitt.pt

 

CENAS GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE ESTREIA

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 16h00 | M/12 | 60’ AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Encenação Cláudia Negrão Original Dalva Rodrigues Adaptação Cláudia Negrão Cenógrafo Hugo Migata Figurinista Colectivo Encenação Cláudia Negrão Cenógrafo Hugo Migata Figurinista Colectivo Elenco Tiago Nunes, Gonçalo Borges, Júlio Picanha, Paulo Isidoro, Beatriz Ventura, Taína Gurgel, Eduarda Santos, Liliana Pombo, Carolina Ribeiro Apoio Câmara Municipal de Almada

A adolescência não muda com o passar dos anos. Através de três épocas diferentes podemos observar as mesmas angustias e os mesmos sonhos em que na realidade o que muda é a família que a cerca. A procura do amor, o reconhecimento do corpo e a vontade de crescer permanecem imutáveis. A partir do texto de Dalva Rodrigues encontramos três cenas separadas por 20 anos cujo o objeto é o mesmo: O individuo na sua ansia de se autonomizar e encontrar. Três adolescentes diferentes cheias de sonhos, dúvidas, mágoas, medos e traumas e esperança de serem felizes.

 O Grupo de Teatro da Academia Almadense existe desde 2007. É constituído por um grupo de jovens, entre os 15 e os 30 (que tem mudado ao longo dos anos) que procuram a formação e o trabalho teatral como forma de se expressar e comunicar. Alguns seguem mesmo a via profissional e hoje temos atores profissionais que se iniciaram neste grupo. Desde 2008 que apresentam regularmente o seu trabalho na “Mostra de teatro de Almada” e que participam, sempre que são solicitados, em atividades ou eventos da cidade. www.airfa.pt

 

COM DOM DINIS E DONA ISABEL PLATEIA D’ARTES

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 18h00 | M/3 | 50’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor José Carlos Godinho Adaptação e Encenação Diogo Novo Figurinos Diogo Novo Coreografia Diogo Novo Cenário Diogo Novo Desenho de Som e Luz Diogo Novo Direção Musical e de Vozes Diogo Novo Direção de Atores Sara Castanheira Maquilhagem e Adereços Sara Mendonça, Atores Catarina Antunes, João Pedro Novo, Mariana Chaves, Gabriel Mendes, Maria Inês Antunes, Leonor Monteiro, Mafalda Leal, Zoé Leal, Renata Arenga, Inês Lourenço, Matilde Figueiras, Santiago Pereira, Daniel Marques, Mariana Malveiro, Maria Beatriz Costa, Francisca Vale, Vasco Simões, Rita Pereira e os Alunos da Classe do Coro Geral do Conservatório Regional de Palmela Apoio Câmara Municipal de Almada Crédito de Imagem Plateia D’Artes

A Ópera Ligeira Com D. Dinis e D. Isabel, da autoria de José Carlos Godinho, foi adaptada para um espetáculo de palco, no âmbito do Projeto Curricular de parceria dos alunos de Artes Performativas da Escola de Artes da Plateias D'Arte e das Turmas de Canto e Coro Geral do Conservatório Regional de Palmela. Coordenação dos professores Diogo Novo e Lucina Morais. O espetáculo leva-nos à corte do Rei Dinis e da sua esposa, a Rainha Santa Isabel e tem por base uma forte mensagem de apelo aos valores de entreajuda, de solidariedade, de valorização e dignificação dos pequenos gestos que a par dos grandes feitos governativos e políticos são fundamentais para ouvirmos e descobrirmos a "rosa" que há em nós, essa força tão necessária para enfrentar todos os problemas. " E se acaso, nada houver melhor, uma rosa é quanto baste para dar amor!".

A Companhia de Teatro Musical da Plateias D'Arte, surge na continuação dos trabalhos realizados com o Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense. O gosto pelos palcos, música, teatro e dança é alimentado através de projetos como O Sítio do Pica Pau Amarelo; O Feiticeiro de Oz; Annie, Memórias do Cinema Português e Da Revista ao Musical. Contudo, este grupo nasce no ano de 2012, ano em que apresenta o seu primeiro projeto musical “Annie” que voltara a ser repetido em abril de 2013. Devido ao seu enorme sucesso, este grupo aposta numa produção mais ambiciosa e leva à cena O Feiticeiro de Oz, tendo obtido um êxito de bilheteira com mais de 3000 espetadores.
Já o Sítio do Picapau Amarelo, para além de ter esgotado 7 vezes no Cine Teatro Academia, foi ainda a única peça infantil a esgotar por 2 vezes a sala do Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura da Sertã e Cine Teatro Sousa Telles em Ourique. Depois de O Sítio do Picapau Amarelo, seguiu-se; Disney - Momentos Mágicos em fevereiro de 2015 ; Musicalmadense - Festival da Canção em abril de 2015 e Noite Lírica em maio e outubro de 2015, obtendo assim com este último o maior sucesso do ano da nossa Companhia de Teatro Musical. No Natal de 2015, o leva à cena, numa versão mais espetacular e mágica o grande musical Annie, e torna participar na 19º Mostra de Teatro de Almada com a peça mencionada. Em março de 2016 estreia o grande musical Memórias do Cinema Português com os cantores Carlos Guilherme e Luísa Basto como protagonistas. A história do cinema musical português é contada no palco através de melodias sempre, com um elenco de 12 cantores e 4 bailarinos. Ainda em 2016 apresentam O Som Do Amor no mês de maio, um espetáculo onde se fala de todos os tipos de amor através da música, desde o amor romântico ao amor pela Arte. Na 20.º Mostra de Teatro Almada, apresentou o musical infantil Feiticeiro de Oz. Mais tarde, e já no ano de 2017, estreia Piaf, Da Revista ao Musical e A Bela e o Monstro e ainda Sonhos - Um Clássico Encantado. Propõe-se agora, na 23ª Mostra de Teatro de Almada, o musical Com Dom Dinis e Dona Isabel. www.facebook.com/plateiasdarte

 

OMELETA À MOLIÈRE TEATRO DA GANDAIA

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 21h30 | M/6 | 60’ TEATRO DA GANDAIA, COSTA DA CAPARICA

Autor Christiane de Macedo, com base em textos de Molière Produção Associação Gandaia Encenação e Dramaturgia Christiane de Macedo Textos (Fragmentos) de Peças de Molière O Avarento, As Eruditas, Médico à Força e Escola de Mulheres Criação de Textos Christiane de Macedo, Colaboração de Alberto Oliveira Elenco Alberto Oliveira, Bárbara Belmonte, Biacalado Calado, João da Costa, Manuel Ribeiro, Maria Almeida, Maria Lopes, Mena Batista, Olga Souza Nunes, Selma Tavares Voz Off “O Avarento” Ricardo Cardo Música Octávio Camargo e Chiris Gomes Gravação e Mixagem Rodrigo Augusto Ribeiro Luz Henrique Nabais Cenário António Fonseca, Figurinos: Teresa Macedo e Christiane de Macedo Imagens do Ecrã Ricardo Salomão Design Gráfico Ausenda Coutinho Montagem de Sonoplastia Nuno Ramos Operação de Som António Borges Operação de Vídeo Arbela Lima Cenotécnico João Paulo Gerardo Registo em Vídeo e Fotografia António Nobre Apoio Câmara Municipal de Almada Crédito de fotografia António Nobre

Teatro é uma celebração. É construído com muita dedicação e entrega, com todos os cuidados e muito carinho ao longo de meses. Uma celebração que se consuma, em coletivo, em pouco tempo de maravilha num ambiente de penumbra. Este trabalho do Teatro da Gandaia é uma vez mais dirigido com enorme energia e rigor por Christiane Macedo, sobre um texto que ela produziu, fruto de horas e horas de trabalho em ambos os lados do Atlântico, com base na obra inesquecível de Molière. Em cima do palco vão estar vários atores, todos amadores. Uns porque amam, e outro porque a amizade o trouxe ao elenco numa hora de aflição. Ensaiaram horas e horas, dias atrás de dias, num ritmo cada vez mais intenso, para chegar a essa hora e fazer com as suas mãos, os seus corpos, as suas vozes, mas sobretudo com o seu tempo e energia, essa magia que partilham. Aliás, tudo começa precisamente na partilha. No trabalho de um grupo, para oferecer a todos quantos o desejem fruir. Todo o trabalho de todas estas pessoas, se destina à criação desses momentos de maravilha, dessa magia contagiante que o Teatro é. Mas que magia é essa? A maior: Vida.

O grupo de teatro da Associação Gandaia iniciou as suas atividades em 2012 estreandose no palco do Auditório Costa da Caparica em 2012 com o espetáculo As Aves de Aristófanes, encenado por Ana Nave. A partir daí, vários espetáculos foram apresentados, com outros dois encenadores dirigindo os trabalhos, primeiro, Rui Cerveira, com O Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues e ainda Christiane de Macedo, que se estreou como encenadora com O Segredo de Quem Somos. O Grupo de Teatro da Gandaia desempenha um trabalho fundamental de animação cultural da Costa da Caparica e pauta-se por abertura à participação da comunidade e de iniciação ao teatro, disponível para quem tiver o “bichinho da Arte de Talma”. www.gandaia.pt

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

10 NOVEMBRO | DOMINGO | 18h00 | ENTRADA LIVRE AUDITÓRIO DO PONTO DE ENCONTRO, CACILHAS APRESENTAÇÃO DE LIVRO A MORTE NOS OLHOS CONCERTO PROJETO CATARATA

Apresentação do livro A Morte nos Olhos (Artes e Engenhos/Edições Senhora do Monte), que inclui o texto base do espetáculo com o mesmo nome (estreado na Mostra de Teatro de Almada, 2018), um ensaio gráfico do artista plástico João Ferro Martins e um texto de reflexão do professor José Miranda Justo. Depois da apresentação do livro com a leitura de passagens selecionadas e visualização de imagens escolhidas, propõe-se a realização de um concerto de música improvisada com o projeto CATARATA, integrado por André Tasso, Bruno Humberto e João Ferro Martins. https://soundcloud.com/thfcatarata

12 NOVEMBRO | TERÇA | 10h00 às 13h00 | ENTRADA LIVRE ESCOLA BÁSICA DA TRAFARIA WORKSHOP A BUSCA DA EXPRESSÂO

Numa Sociedade onde existe uma constante pressão sobre aqueles que se colocam à parte de um sistema rotulador, onde o tempo voa e todos os nossos esforços parecem refletir-se apenas em números, a Adolescência é o principal alvo de todas essas problemáticas. O Teatro ABC.PI, juntamente com o bailarino Magnum Soares, encaram este workshop como um laboratório, onde a exploração do ‘Eu’ é o principal foco, de modo a encontrarmos o nosso lugar e tempo. Quem sou eu? Onde estou? Como me sinto? e Como me expresso?, serão questões abordadas através de dinâmicas de Dança-Teatro. A Dança Contemporânea será o fio condutor para a exploração do Gesto e do Movimento de cada indivíduo e do que lhe é singular. Atividade para jovens dos 12 aos 18 anos (máx. de 15 pessoas por sessão). Por Teatro ABC:PI. – Associação Cultural.

13 NOVEMBRO | QUARTA | 10h00 às 13h00 | ENTRADA LIVRE ESCOLA BÁSICA DA TRAFARIA WORKSHOP A BUSCA DA EXPRESSÂO

Numa Sociedade onde existe uma constante pressão sobre aqueles que se colocam à parte de um sistema rotulador, onde o tempo voa e todos os nossos esforços parecem refletir-se apenas em números, a Adolescência é o principal alvo de todas essas problemáticas. O Teatro ABC.PI, juntamente com o bailarino Magnum Soares, encaram este workshop

Como um laboratório, onde a exploração do ‘Eu’ é o principal foco, de modo a encontrarmos o nosso lugar e tempo. Quem sou eu? Onde estou? Como me sinto? e Como me expresso?, serão questões abordadas através de dinâmicas de Dança-Teatro. A Dança Contemporânea será o fio condutor para a exploração do Gesto e do Movimento de cada indivíduo e do que lhe é singular. Atividade para jovens dos 12 aos 18 anos (máx. de 15 pessoas por sessão). Por Teatro ABC:PI. – Associação Cultural.

CALENDÁRIO

ESPETÁCULOS

2 NOVEMBRO |SÁBADO | 21H00 FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA ABERTURA DA MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA ATUAÇÃO DA BANDA FILARMÓNICA DA ACADEMIA ALMADENSE

2 NOVEMBRO |SÁBADO | 21H30 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA, ALMADA TKM – UNIVERSIDADE SÉNIOR DOM SANCHO I DE ALMADA AMÁLIA – O MUSICAL | M/12 | 90’ ADAPTAÇÃO DE DIOGO NOVO A PARTIR DO TEXTO DE FILIPE LÁ FÉRIA

6 NOVEMBRO | QUARTA | 21H30 TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE (SALA EXPERIMENTAL) TEATRO DA GANDAIA OMELETA À MOLIÈRE | M/6 | 60’ DE CHRISTIANE DE MACEDO, COM BASE EM TEXTOS DE MOLIÈRE

8 NOVEMBRO |SEXTA | 10h15 e 11h30 CENTRO SOCIAL DA TRAFARIA | ENTRADA LIVRE EmbalArte + caDA DE LÉS A LÉS, SABERÁS QUEM ÉS | M/6 meses | 45’ DE ÂNGELA RIBEIRO E SUSANA ROSENDO

9 NOVEMBRO |SÁBADO | 11h00 SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE O REINO DO QUERER | M/6 | 45’ CRIAÇÃO COLETIVA DO CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE

9 NOVEMBRO | SÁBADO | 16h00 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO TALMADA TEATRO ARREGALAR OS OLHOS NÃO É VER | M/6 | 60’ | ESTREIA DE JOSÉ RODRIGUES

9 NOVEMBRO |SÁBADO | 21H30 SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE, ALMADA CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE A AVÓ É FIXE | M/14 | 55’ DE ROMÁRIO MACHADO

10 NOVEMBRO |DOMINGO | 21h30 AUDITÓRIO MUNICIPAL FERNANDO LOPES-GRAÇA, ALMADA TEATRO & TEATRO – O MUNDO DO ESPECTÁCULO ZAPATOS | M/14|80’ | ESTREIA DE WILL SMILE

23ª MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA

11 NOVEMBRO | SEGUNDA | 21h30 AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE NNT – NOVO NÚCLEO TEATRO SOPINHAS DE MEL | M/16 | 75’ | ESTREIA DE TERESA RITA LOPES

13 NOVEMBRO | QUARTA | 21h30 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO PRODUÇÕES ACIDENTAIS FINAL FELIZ | M/14 | 60’ | ESTREIA CRIAÇÃO COLECTIVA A PARTIR DE VÁRIOS AUTORES

14 NOVEMBRO | QUINTA | 11h00 ESCOLA BÁSICA DA TRAFARIA | ENTRADA LIVRE TEATRO ABC.PI ESBOÇOS PARA UMA CINDERELA | M/12 | 50’| ESTREIA DE CATARINA VIEIRA DA SILVA

14 NOVEMBRO | QUINTA | 21h30 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA A LAGARTO AMARELO ASSOCIAÇÃO CULTURAL A ESTRADA | M/12 | 60’ | ESTREIA DE JACK LONDON, ADAPTAÇÃO DRAMATÚRGICA CLÁUDIA NEGRÃO

15 NOVEMBRO | SEXTA | 21h30 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO ARTE 33 A INAUGURAÇÃO | M/6 | 60’| ESTREIA CRIAÇÃO COLETIVA, COLAGEM DE TEXTOS DE RUI SILVARES, FRANCISCO SILVA E ANA NAVE

15 NOVEMBRO | SEXTA | 21h30 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA ALPHA TEATRO HÁ TANTO TEMPO | M/16 | 60’| ESTREIA DE HAROLD PINTER, TRADUÇÃO JORGE SILVA MELO

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 18h00 AUDITÓRIO DO PONTO DE ENCONTRO, CACILHAS NINHO DE VÍBORAS PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA | M/12| 50’ | ESTREIA DE RAQUEL SEREJO MARTINS

19h00 | ENTRADA LIVRE LANÇAMENTO DO LIVRO PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA COLÓQUIO COM ENCENADOR, AUTORA E ATORES

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21h30 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO TEATRO EXTREMO ARMSTRONG | M/12 | 60’ DE CASTRO GUEDES
23ª MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 22h00 RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA GITT – Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria DIAS A MENOS | M/12 | 60’ DE CARLOS AMARAL

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 16h00 AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE CENAS | M/12 | 60’| ESTREIA ORIGINAL DE DALVA RODRIGUES E ADAPTAÇÃO DE CLÁUDIA NEGRÃO

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 18h00 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA, ALMADA PLATEIA D’ARTES COM DOM DINIS E DONA ISABEL| M/3 | 50’ DE JOSÉ CARLOS GODINHO E ADAPTAÇÃO DE DIOGO NOVO

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 21h30 TEATRO DA GANDAIA, COSTA DA CAPARICA TEATRO DA GANDAIA OMELETA À MOLIÈRE | M/6 | 60’ DE CHRISTIANE DE MACEDO, COM BASE EM TEXTOS DE MOLIÈRE

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

10 NOVEMBRO | SÁBADO | 18h00 | ENTRADA LIVRE AUDITÓRIO DO PONTO DE ENCONTRO, CACILHAS APRESENTAÇÃO DE LIVRO A MORTE NOS OLHOS CONCERTO PROJETO CATARATA

12 NOVEMBRO | TERÇA | 10h00 às 13h00 | ENTRADA LIVRE ESCOLA BÁSICA DA TRAFARIA WORKSHOP A BUSCA DA EXPRESSÂO

13 NOVEMBRO | QUARTA | 10h00 às 13h00 | ENTRADA LIVRE ESCOLA BÁSICA DA TRAFARIA WORKSHOP A BUSCA DA EXPRESSÂO

 

ESPAÇOS

AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA Fórum Municipal Romeu Correia Praça da Liberdade, Almada Tel.: 21 272 49 22

AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE Rua Capitão leitão 64, Almada Tel.: 21 272 97 50

INCRÍVEL ALMADENSE Rua da Incrível Almadense, Almada Tel.: 21 275 09 29

PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE Rua Trindade Coelho 3, Cacilhas Tel.: 21 274 8210

RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA Rua Guedes Coelho 7, Trafaria (antigo Casino) Tel.: 21 295 05 26

TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO Rua Conde de Ferreira, Almada Tel.: 21 272 36 60

TEATRO DA GANDAIA Auditório Costa da Caparica Praça da Liberdade, 17A, Costa da Caparica Tel: 91 611 75 12

TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE Av. Prof. Egas Moniz, Almada Tel.: 21 273 93 60

 

INFORMAÇÕES

www.m-almada.pt

www.mostradeteatrodealmada.blogspot.pt

www.facebook.com/mostrateatroalmada

Instagram: @mostradeteatrodealmada pteixeira@cma.m-almada.pt e vbranco@cma.m-almada.p

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