Destaques desta Edição

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    3º Festival Literário Internacional de Querença

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    O SANTACURTAS'18 será realizado, uma vez mais, na Casa da Cultura de Santa Cruz/Quinta do Revoredo, em Santa Cruz.O nosso projecto anual foi criado em 2015 e apresenta-se como uma distinta reinterpretação contemporânea de uma Mostra de Cinema, que ocorreu nos anos 90, neste mesmo espaço. Esta nova abordagem pretende implementar uma dinâmica cinematogr&aacu...Readmore

Bons sons 2018

 

 

De 9 a 12 de agosto, o BONS SONS está de volta. Quatro dias, oito palcos e mais de 45 atuações são a receita deste amor de verão que, todos os anos, traz a Cem Soldos milhares de apaixonados pela música e pela aldeia. Durante o festival, as ruas, as praças, os largos e as esquinas ganham uma nova vida, a música apodera-se do território, e o amor de verão acontece.

Em 2018, o cartaz do BONS SONS surpreende pela diversidade com variados géneros musicais, artistas consagrados, músicos emergentes, muitas estreias, alguns regressos acarinhados e diversas atividades paralelas.

 

DEAD COMBO

Regressam, em 2018, com “Odeon Hotel”, sexto álbum de originais. Tó Trips e Pedro Gonçalves têm vindo a desenhar uma trajetória extraordinária, quer nacional quer internacionalemente, com influências do fado, rock e bandas sonoras dos westerns, bem como música da América do Sul e de África, que trazem agora ao BONS SONS.

SALVADOR SOBRAL

Salvador Sobral está de regresso aos palcos e estreia-se no BONS SONS com “Excuse Me”. Numa viagem que principia no jazz, o músico revela, ao longo deste concerto, em que promete explorar também algumas canções de um próximo disco, influências da bossa-nova, das sonoridades da América Latina e uma capacidade de interpretação inesperada, única e arrebatadora.

SLOW J

A natureza obsessiva com que vive a música é a primeira coisa que nos vem à cabeça quando pensamos em Slow J. Inspirando-se na profundidade da poesia de Sam the Kid e de Manuel Cruz e na energia pura de Imagine Dragons e Da Weasel, Slow J afirmou-se no panorama da música nacional com “The Art of Slowing Down”, que traz agora ao Bom Sons.

SELMA UAMUSSE

O BONS SONS recebe também Selma Uamusse com o seu primeiro álbum a solo, um mergulho no desconhecido a partir da busca da sua africanidade e da sua moçambicanidade, sem certezas quanto ao caminho a tomar. O resultado é uma explosão de géneros que pertence a muitos sítios e a sítio nenhum.

 

MAZGANI

Compositor, cantor e guitarrista natural do Irão mas radicado em Portugal desde a revolução Iraniana de 1979, Mazgani sobe ao palco do BONS SONS com o mais recente álbum de originais, “The Poet’s Death”.

SARA TAVARES

Depois de oito anos sem gravar, Sara Tavares regressa com um novo trabalho, antecipado pelos singles “Coisas Bunitas” e “Brincar de Casamento”, que revela uma sonoridade renovada, marcada pela introdução de elementos mais eletrónicos que se complementam com a riqueza dos arranjos dos instrumentos acústicos e a voz única que reconhecemos à distância.


SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS

Também afastados dos palcos durante uns tempos, Sean Riley & The Slowriders regressam com um álbum homónimo: "Dili", "Greetings" e "Gipsy Eyes” são os singles de apresentação que vão entoar no BONS SONS.

CAIS DO SODRÉ FUNK CONNECTION

Apaixonados pelo funk e a soul, os Cais do Sodré Funk Connection recriam o som e o ambiente dos clássicos das editoras míticas das décadas de 60 e 70, com a energia de uma verdadeira celebração. É uma viagem pela história da música negra recriando, ao vivo, através de uma banda de nove elementos, alguns dos enérgicos momentos alguma vez gravados em vinil.

PAUS

PAUS continuam a ser Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria. Um baixo, teclados e uma bateria siamesa ainda são as ferramentas do seu ofício. Oito anos, três LPs, dois, EPs, várias tours internacionais depois, a viagem levou-os à Madeira e, agora, ao BONS SONS. “Madeira” é o som dos PAUS a apaixonarem-se pelas cores e pelas pessoas que fazem a ilha. Um regresso ao BONS SONS.

 

LINDA MARTINI

A celebrar 15 anos de carreira, os inconfundíveis Linda Martini, banda de destaque no rock português, regressam ao BONS SONS com uma mão cheia de sucessos e o mais recente trabalho, agraciado pela crítica e pelos fãs.

LENA D'ÁGUA E PRIMEIRA DAMA COM A BANDA XITA

Ícone da pop-rock portuguesa, Lena d’Água sobe ao palco do BONS SONS com Manel Lourenço, o cantor e compositor que se apresenta como Primeira Dama, e com os membros do coletivo Xita Records.

ZECA MEDEIROS

Zeca Medeiros oferece temas onde se reconhece uma semântica muito própria, demonstrando toda a sua estética, diversidade e complementaridade deste ator, músico e compositor. “Aprendiz de Feiticeiro, Imagens e Canções” é o seu mais recente trabalho. No BONS SONS, podemos esperar uma mistura de sensações e uma viagem pelos mais de 40 anos de carreira do artista.

FAZEM AINDA PARTE DO CARTAZ DO BONS SONS 2018

The Lemon Lovers, 10 000 Russos, Peltzer, Mirror People, Lince, S. Pedro, O Gajo, Monday, Jerónimo, Tomara, quartoquarto, Luís Severo, António Bastos, Xinobi DJ set, Conan Osiris, Colorau Som Sistema, Tia Graça – Toda a gente devia ter uma, Fado Violado, Norberto Lobo, João Afonso, Ela Vaz, Miguel Calhaz, Motion Trio, Moonshiners, Palankalama, Patrícia Costa, Homem em Catarse, Orquestra de Foles, Vozes de Manhouce com Isabel Silvestre, Meta, Artesãos da Música, Douradas Espigas, Sacro, de Sara Anjo, UM [unimal], de Critina Planas Leitão, Filhos do Meio e Curtas em Flagrante.

 

OUTRAS NOVIDADES


Recordamos ainda algumas novidades desta edição: o novo Palco Zeca Afonso, um anfiteatro natural num campo com algumas oliveiras, muito propício a concertos destinados à nova música portuguesa. Por outro lado, dois palcos, que muitos já conhecem como a palma da mão, regressam com novos nomes e prontos a criarem novas memórias: o palco Tarde ao Sol, no adro da Igreja de São Sebastião, presta, a partir de agora, homenagem a Amália Rodrigues (Palco Amália) com concertos, não só durante a tarde, mas também à noite, e o Auditório de Cem Soldos passa a chamar-se Auditório Agostinho da Silva, não só durante o festival, mas durante o ano inteiro, com programação ligada às artes performativas, cinema ou atividades para crianças.

No que toca à comodidade, o BONS SONS implementou um conjunto de novos serviços, a pensar no bem-estar de quem vem viver a descontração da aldeia. Os pagamentos cashless, por exemplo, vão permitir a utilização da pulseira do festival, equipada com um chip recarregável, como moeda de pagamento. Por sua vez, a área da restauração surge aumentada, com mais diversidade e espaços mais amplos. Também a zona do campismo foi reforçada e oferece alternativas ao campismo tradicional, com tendas já montadas no recinto disponíveis em vários tamanhos, conforme o número de pessoas. A pensar nas noites quentes de verão, o festival traz ainda uma nova área de estar que convida à descontração debaixo do céu estrelado.

RESTAURAÇÃO E BARES:
KIT DE LOIÇA ECOLÓGICO, GARRAFAS E COPOS REUTILIZÁVEIS

Uma das principais novidades deste ano chega no momento das refeições. O festival proporciona, agora, uma alternativa aos tradicionais recipientes descartáveis: pratos de base biológica feitos a partir de farelo de trigo. Esta loiça, produzida pela polaca Biotrem, uma novidade não só no festival mas também em Portugal, é totalmente biodegradável e, pode até, ser comestível. O processo de compostagem destes produtos leva apenas 30 dias e não centenas de ano no caso dos pratos de plástico.

Em parceria com os SMAS Tomar, a garrafa Fill Forever também chega, este ano, pela primeira vez ao BONS SONS. Com um design inspirado numa cascata de água, a garrafa, à venda por 1,50€, é 100% reutilizável, reciclável e nacional. O próprio processo de produção do recipiente tem um baixo consumo energético e o gargalo e a tampa foram otimizados para serem mais leves para o ambiente.

De forma a reduzir também o volume de resíduos no recinto, o BONS SONS, com o apoio da Super Bock, novo parceiro do festival, eliminou totalmente os copos descartáveis de cerveja e refrigerantes, promovendo a utilização de copos reutilizáveis. Os copos são vendidos no festival e podem ficar como uma recordação do BONS SONS ou o valor é reembolsado depois da sua devolução em locais específicos do recinto. A pensar igualmente na redução do lixo e, sobretudo, na prevenção de incêndios, serão distribuídos gratuitamente cinzeiros portáteis.

ILUMINAÇÃO E POUPANÇA DE ÁGUA

A quantidade de água potável utilizada por descarga de autoclismo no âmbito de um festival com a extensão do BONS SONS implica um enorme desperdício de um recurso que é cada vez mais escasso. Por isso, também as casas de banho estão, agora, mais amigas do ambiente: as WC secas foram reforçadas e introduzidos urinóis-fardo de palha em toda a zona do campismo. Esta alternativa não requer a utilização de água para descargas desnecessárias e evita a passagem de resíduos pela estação de tratamento de águas. Desta forma, a pegada ecológica diminui e é valorizado um ciclo natural: os resíduos da WCeco, bem como os fardos de palha que vão absorver os líquidos, juntamente com coberto vegetal do próprio terreno, serão decompostos e transformados em matéria orgânica fértil que a população poderá utilizar, passado um ano, nas suas hortas, jardins ou sistemas agro-florestais.

Também a iluminação tem vindo a sofrer alterações a pensar na sustentabilidade: gradualmente, está a ser desenvolvido um investimento em lâmpadas LED, uma solução com maior eficiência energética que tem uma longa vida e é amena ao ambiente.

TRANSFER BONS SONS

O plano ecológico do BONS SONS começa mesmo antes da chegada ao festival que convida os visitantes a deslocarem-se até ao recinto de transportes públicos disponibilizando, para isso, um transfer de hora em hora entre Cem Soldos, Tomar (estação de comboios CP e estação de autocarros), e Paialvo (estação de comboios CP, Linha do Norte). O serviço estará disponível entre 8 e 13 de agosto e o bilhete de ida e volta custa 1,50€.

A 9.ª edição do BONS SONS conta com 48 concertos, em oito palcos distribuídos por vários locais da aldeia. Os bilhetes estão à venda por 25,00 euros (bilhete diário) e 45,00 euros (passe geral com campismo).

ARTES PERFORMATIVAS,CINEMA E MESA REDONDA

Entre concertos, o festival aposta também num conjunto de atividades paralelas. Além das iniciativas para famílias e da feira de artesanato, a programação inclui performances, cinema, dança, uma mesa redonda e uma instalação que terão lugar no Auditório Agostinho da Silva.

Na sexta-feira, dia 10 de agosto, em duas sessões, às 15h00 e às 18h00, o cinema chega ao festival com as Curtas em Flagrante. Com filmes essencialmente portugueses, estas sessões levam-nos até revoluções, à infância, aos amores e desamores e à arte urbana, entre muitas outras histórias para ver no grande ecrã: Eden, de Ana Pio; Habitat, de Max Henrrique; Câmara Nova, de André Marques; Porque é este o meu Ofício, de Paulo Monteiro; 20 anos de oficinas num convento, de Pedro Grenha, Rodolfo Pimenta e Rui Cacilhas; Noite de São João, de José Pedro Lopes; Laranja Amarelo, de Pedro Augusto Almeida; Pedras no Caminho, de Diogo Pessoa de Andrade; Norley e Norley, de Flávio Ferreira; Como Semear uma Colmeia?, de Tiago Moura; Fugiu. Deitou-se. Caí, de Bruno Carnide; Gary, de Marina Thomé; e Razão Entre Dois Volumes, de Catarina Sobral.

Nos dias 9, 11 e 12 de agosto, a programação do espaço fica a cargo da Materiais Diversos, uma parceria de programação com o BONS SONS que visa a potenciação sinérgica da cultura numa área territorial próxima onde ambas atuam. Tirando partido do conhecimento e desenvolvimento artístico de cada uma, nas áreas da música e das artes performativas, respetivamente, esta parceria visa a programação cruzada nos eventos de ambas as associações.

Sacro, de Sara Anjo

Sara Anjo apresenta, no dia 9, às 18h00, Sacro, uma peça que parte de três questões - o que nos move? Como nos movemos? E para onde nos movemos? - para refletir sobre os mecanismos vitais da vida. No sentido lato da palavra “mover”, esta peça foca-se na forma como caminhamos, avançamos e recuamos hoje em dia e nas relações que o corpo humano espelha com os seus antepassados e que fabulações ou projecções fazemos com o futuro.

UM [unimal] de Cristina Leitão

No sábado, dia 11, também às 18h00, UM [unimal], de Cristina Planas Leitão, é um solo desenvolvido a partir da ideia de Sobrevivência que, neste caso, se materializa através da fisicalidade da Marcha. Trabalha-se a noção de corpo arquivo e de corpo que carrega uma história através da dança.

Neste espaço, serão também apresentados os projetos selecionados pela bolsa Filhos do Meio, atribuída pela Materiais Diversos para apoiar e dar a conhecer artistas de Santarém. Classe do Jaime, de Susana Domingos Gaspar e Edgar Valente, e S E N S O, do Colectivo249, foram os projetos escolhidos, no ano passado, e integram agora o programa do BONS SONS, parceiro da iniciativa.

S E N S O

S E N S O procura explorar no território, com as pessoas, os lugares e a sua cultura, no momento presente, com base no passado e com foco no futuro. Esta prospeção cultural, divide-se em entrevistas (acção de pesquisa cultural em Torres Novas) e comunidade (residência artística em Alcanena). As partilhas e criações, que procuram suscitar a reflexão de todos os seus intervenientes, tomam forma e conteúdo numa instalação que pode ser visitada durante o festival entre as 16h00 e as 20h00, com uma visita-guiada no domingo, dia 12 de agosto, às 18h00.

Classe do Jaime

Por sua vez, o projeto Classe do Jaime é uma coreografia de Susana Domingos Gaspar cujo nome nasce no linguajar típico de Minde, em que não existe palavra para dança, apenas para baile, Classe do Jaime ou O-do-Barreiro. Nele, dois bailarinos vão ao encontro de grupos de dança folclórica da região das Serras d’Aire e Candeeiros e propõem um método para aprendizagem do vocabulário tradicional. Classe do Jaime é um dueto que se desenha como uma coreografia de composição etimológica, em que se restauram os conceitos de peso e erotismo, colocando perguntas de um lado para o outro: o que pergunta a dança tradicional à dança contemporânea? Para descobrir no domingo, dia 12, às 18h30.

Ainda no domingo, às 19h15, a Mesa Redonda Os Lugares e os/dos Artistas vai dar a conhecer os projetos e artistas Filhos do Meio, procurando compreender a importância desta bolsa nos seus percursos profissionais e pessoais, mas também refletir sobre a importância da prática artística na vida dos lugares e sobre a vitalidade que os lugares trazem à criação artística.

O BONS SONS ARRANCA E TERMINA EM FESTA

FOQUE

Os primeiros acordes do BONS SONS vão entoar no dia anterior ao festival, a 8 de agosto, com a chegada dos campistas ao recinto. O concerto da Festa de Receção fica a cargo da banda vencedora do concurso Por Estas Bandas, dedicado à promoção e valorização da produção musical independente. Este lugar é ocupado pela banda Os Zhérois 2.1. - quinteto de Ourém que traz na bagagem uma noite promissora à qual se juntará, em DJ Set, a crew do Cover de Bruxelas, programa semanal da RUC - Rádio Universitária de Coimbra ávido defensor das versões cover.

Já no último dia, na hora da despedida, o BONS SONS dá mais uma oportunidade ao amor de verão. Na Festa de Encerramento, entre música, jogos e surpresas, FOQUE e GODOT vão lançar as suas setas musicais para celebrar os encontros, despedidas e memórias de quatro dias de festival e, quem sabe, proporcionar uma última chance para novas histórias. Foque é o projeto de a solo de Luís Leitão que nasceu da necessidade de ter independência musical e de largar, não as guitarras nem as baterias convencionais, mas o rock em geral, onde havia embrenhado grande parte da sua vida. Já o misterioso Godot assume-se como um “clown dos tempos modernos” centrado na energia, no estado de espírito, no gesto, na estética e no desenvolvimento de novas dramaturgias.

HORÁRIOS DOS CONCERTOS

Mais de cinquenta atuações, distribuídas por oito palcos, que vão trazer ao festival o rock, a pop, a folk, o jazz, passando pelo fado e o funk, até à eletrónica, numa autêntica celebração da diversidade de artistas e estilos musicais.

9 de Agosto

14:00 — Palankalanka MPAGDP
15:30 — Vozes de Manhouce com Isabel Silvestre MPAGDP
16:30 — Lince Giacometti
17:45 — Tia Graça - toda a gente devia ter uma Amália
18:00 — Sara Anjo Auditório Agostinho da Silva
19:00 — Jerónimo Giacometti
20:30 — The Lemon Lovers Zeca Afonso
21:45 — Salvador Sobral Lopes-Graça
23:00 — Fado Violado Amália
00:15 — Selma Uamusse Lopes-Graça
01:30 — Slow J Zeca Afonso
02:30 — Xinobi DJ Set Aguardela

10 de Agosto

14:00 — Patrícia Costa MPAGDP
15:30 — Meta MPAGDP
16:30 — S. Pedro Giacometti
17:45 — Norberto Lobo Amália
18:00 — Curtas em Flagrante Auditório Agostinho da Silva
19:00 — Tomara Giacometti
20:30 — João Afonso Amália
21:45 — Mazgani Lopes-Graça
23:00 — 10 000 Russos Zeca Afonso
00:15 — Sara Tavares Lopes-Graça
01:30 — Mirror People Zeca Afonso
02:45 — António Bastos Aguardela
03:45 — Forol DJ Set Aguardela

11 de Agosto

14:00 — Homem em Catarse MPAGDP
15:30 — Artesãos da Música MPAGDP
16:30 — O Gajo Giacometti
17:45 — Ela Vaz Amália
18:00 — Cristina Planas Leitão Auditório Agostinho da Silva
19:00 — quartoquarto Giacometti
20:15 — Miguel Calhaz Amália
21:30 — Zeca Medeiros Zeca Afonso
22:45 — Sean Riley & The Slowriders Lopes-Graça
00:00 — PAUS Zeca Afonso
01:15 — Cais Sodré Funk Connection Lopes-Graça
02:15 — Conan Osiris Aguardela
03:15 — Colorau Som Sistema Aguardela

12 de Agosto

14:00 — Orquestra de Foles MPAGDP
15:30 — Douradas Espigas MPAGDP
16:30 — Monday Giacometti
17:30 — Peltzer Zeca Afonso
18:00 — Susana Domingos Gaspar Auditório Agostinho da Silva
18:30 — Luís Severo Giacometti
19:45 — Rodrigo Amado Motion Trio Amália
21:00 — Dead Combo Lopes-Graça
22:15 — Moonshiners Amália
23:30 — Lena D’Água e Primeira Dama com a Banda Xita Lopes-Graça
00:45 — Linda Martini Zeca Afonso
02:00 — FOQUE + GODOT Aguardela

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