Destaques desta Edição

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15ª edição de festival med

Este ano serão 78 horas de música divididas por 57 bandas, mais de 250 músicos de 18 países dos quatro cantos do mundo, alguns deles em estreia absoluta como a Ilha da Reunião ou a Polónia, na cidade de Loulé

Hańba!, da Polónia, e Ifriqiyya Electrique, da Tunísia, são os dois últimos nomes que vão integrar o 15º Festival MED. O cartaz oficial do evento foi apresentado no Cine-Teatro Louletano e contou com um espetáculo protagonizado por Omiri.
Pela primeira vez na história do MED a Polónia vai estar representada, e logo ao mais alto nível. Hańba!é um conceito ousado, imaginar que, no período entre Guerras, quando os movimentos fascistas na Europa cresceram em força, os trabalhadores alcançaram não apenas armas, mas também instrumentos musicais. A sua indignação produziu um punk rock tocado em acordeão, banjo, tuba e um tambor. Hańba!, que se traduz em Desgraça!, foi descrito como cabaret folk. Mas não é só isso. Hańba! é uma banda com uma mensagem forte e sincera, que é reforçada pela sua forma old school, mas ainda muito válida nos tempos contemporâneos.
Da Tunísia para Loulé, Ifriqiyya Electrique inspira-se no ritual de culto de Banga dos antigos escravos Haoussa da África Negra, estabelecidos na Tunísia às portas do Sahara. Os espíritos comunicam com computadores e guitarras elétricas para recompor este ritual ancestral, ilustrado por imagens hipnotizantes projetadas ao vivo para que o público se perca e grite com os seguidores do Banga.
Os espíritos possuem os corpos, pedem para se nutrir de uma música com a evidente modernidade. Entre o deserto salgado e oásis do sul da Tunísia, François R. Cambuzat e Gianna Greco perderam-se durante meses, gravando e filmando por mais de 300 horas, trabalhando e compondo com os músicos de Banga, para um ritual de adoração e pós-guerra industrial único. Será, com certeza, um espetáculo que irá hipnotizar a Zona Histórica de Loulé.
Para além destas duas confirmações, irão atuar nos três palcos principais – Matriz, Cerca e Castelo – as seguintes bandas e artistas: Gato Preto (Gana/Moçambique/Portugal), Asian Dub Foundation (Reino Unido), 47 Soul (Palestina), Bonga (Angola), Los Milros (Peru), Sampladélicos DJ Set (Portugal), Teresa Salgueiro (Portugal), Ricardo Martins (Portugal), Hanba (Polónia), Ridding a Meteor (Portugal), Melech Mechaya (Portugal), Bruno Pernadas (Portugal), Metá Metá (Brasil), Bitori feat. Chando Graciosa (Cabo Verde), Sara Tavares (Portugal/Cabo Verde), Irmãos Makossa DJ Set (Portugal), Selecta Alice DJ Set (Portugal), Tribali (Malta), Dub Inc (França), Ifriqiyya Electrique (Tunísia), Gaiteiros de Lisboa (Portugal), La Pegatina (Espanha), Vurro (Espanha), Sam Alone&The Gravediggers (Portrugal), Miguel Araújo (Portugal), Morgane JI (Reunião) e Orelha Negra (Portugal).

Vencedor dos Iberian Festival Awards na categoria de Melhor Festival de Média Dimensão da Península Ibérica, pelo segundo ano consecutivo, e de Melhor Promoção Turística em festivais realizados em Portugal, o Festival MED dá a conhecer não apenas a música e uma fusão de manifestações culturais que vão das Artes Plásticas ao Teatro, Cinema, Poesia, Animação de Rua, Artesanato ou Gastronomia, mas também o palco natural da Zona Histórica de Loulé, com toda a sua riqueza patrimonial e com as características perfeitas para viver a cultura do Mediterrâneo.
Ao longo dos anos, já passaram pelo Festival MED 500 bandas em representação de 45 países como Mali, Síria, Finlândia Estados Unidos, Cuba, Bósnia, Israel, Angola, Moçambique, Brasil, Espana, Peru, Chile, Japão.
Buena Vista Social Club, Balkan Beat Box, Goran Bregovic, Solomon Burke, Amadou&Mariam, Kimmo Pohjonen, Bajofondo Tango Club, Fanfare Ciocarlia ou Dubioza Kolektiv foram alguns dos nomes da World Music que já passaram por este palco louletano.
O presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, salientou a importância do MED enquanto momento de fruição mas também do ponto de vista da dinamização turística e económica. “Loulé é conhecido em todo o país e em diversos países da Europa de onde vêm turistas muito especialmente para se divertirem e participarem no Festival MED. Este evento é também importante do ponto de vista da economia local porque permite um bom encaixe financeiro para a restauração e hotelaria local. Estamos perante uma oferta no segmento do entretenimento de qualidade, da cultura, que é do maior interesse para a cidade de Loulé e para a nossa região”, ressalvou o autarca.
Refira-se que durante esta noite, o público teve a oportunidade de assistir àquela que será a primeira confirmação do cartaz do Festival MED para 2019: Omiri. Considerado um dos mais originais projetos de reinvenção da música tradicional portuguesa, o músico conseguiu pôr de pé - e a dançar - os espetadores que vieram a esta sala de espetáculos. Numa sincronização surpreendente de formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana, a juntar-se a esta festa esteve ainda Celina da Piedade, que também já pisou o palco do MED em 2015, acompanhada pelo seu acordeão e uma voz que canta o Sul como poucos.

PROGRAMA PALCOS PRINCIPAIS

28 junho
MATRIZ
02:30
SAMPLADÉLICOS DJ Set (Portugal)
00:30
BONGA (Angola)
22:30
MIGUEL ARAÚJO (Portugal)
CERCA
01:30
ORELHA NEGRA (Portugal)
23:30
LOS MILROS (Peru)
21:30
METÁ METÁ (Brasil)
CASTELO
01:00
SAM ALONE & THE GRAVEDIGGERS (Portugal)
23:00
GAITEIROS DE LISBOA (Portugal)
21:00
VURRO (Espanha)


29 junho
MATRIZ
02:30
SELECTA ALICE DJ Set (Portugal)
00:30
ASIAN DUB FOUNDATION (Reino Unido)
22:30
LA PEGATINA (Espanha)
CERCA
01:30
GATO PRETO (Gana/Moçambique/Portugal)
23:30
MORGANE JI (Reunião)
21:30
SARA TAVARES (Portugal/Cabo Verde)
CASTELO
01:00
MELECH MECHAYA (Portugal)
23:00
BRUNO PERNADAS (Portugal)
21:00
RICARDO MARTINS (Portugal)


30 junho
MATRIZ
02:30
IRMÃOS MAKOSSA DJ Set (Portugal)
00:30
DUB INC (França)
22:30
BITORI Feat. Chando Graciosa (Cabo Verde)
CERCA
01:30
TRIBALI (Malta)
23:30
47 SOUL (Palestina)
21:30
TERESA SALGUEIRO (Portugal)
CASTELO
01:00
IFRIQIYYA ELECTRIQUE (Tunísia)
23:00
HANBA (Polónia)
21:00
RIDDING A METEOR (Portugal)

 

DANÇAS DO MUNDO EM PALCOS SECUNDÁRIOS. 

A World Music é a principal aposta do Festival MED que, de 28 de junho a 1 de julho, transforma a Zona Histórica de Loulé numa fusão artística. Para além dos artistas que vão pisar os três palcos principais na Matriz, Cerca e Castelo muito há para ouvir, ver, sentir e experienciar nestes dias nos restantes espaços onde a música será o ponto de união de países, culturas ou crenças.
Assistir a um concerto enquanto se degusta alguns pratos tradicionais de Marrocos, Egito, Itália ou Brasil é a proposta do Palco Bica e do Palco Arco. Na Bica, naquele que é também designado como “quintalão”, a programação nasce de uma parceria entre a Câmara Municipal de Loulé e a Casa da Cultura de Loulé que tem tido neste espaço um ponto de lançamento de novos artistas e projetos.

No arranque do Festival, dia 28 de junho, sobem a este palco o projeto brasileiro Primo, encabeçado por Bruna Caram, cantora, compositora, atriz, escritora e professora de canto, e o português Vasco Ramalho, que leva ao palco “Essências de Marimba: Fados&Choros”. No segundo dia do MED, o programa da Bica apresenta duas bandas louletanas de música alternativa, Badweather e Al-Khimia. Na noite de encerramento vai estar neste espaço o projeto espanhol Pólvora que mistura recitais de palavra falada e pop lírico com instrumentais chillout, e também António Caixeiro, um dos responsáveis pela criação do Grupo Coral Bafos de Baco da Cuba, revelando a importância do Cante Alentejano nas novas gerações.


Este ano a curadoria das noites dançantes do Palco da Bica será entregue ao coletivo que também compõe a espinha dorsal da banda galega Pólvora. Pela batuta do maestro Marcos de la Fuente aka Almagato, chegará até ao público o corporal perfume das noites da famosa ‘La Fiesta de los Maniquíes’ (A Festa dos Manequins), um local enigmático e cultural que marcou várias vertentes expressivas na noite de Vigo como local de experimentação e de animação conceptual. O programa é o seguinte: Almagato (World Music Dj Set), no dia 28; “Manequins Dançantes” - Almagato (Cool Beat Dj Set), no dia 29; “Manequins Digitais” - 2pas0s (Digital Live Set), no dia 30.
Já no Palco Arco, Nanook e Amar Guitarra são os artistas residentes que diariamente irão animar este espaço. Um espaço que contará com tasquinhas que irão funcionar com células fotovoltaicas, onde toda a energia necessária ao seu funcionamento (iluminação, frigoríficos, fornos, máquinas de café, etc.) será solar. Uma iniciativa que valeu uma distinção do Programa “Sê-lo Verde”.
O emblemático Jardim dos Amuados recebe um Palco dedicado à música e dança de raiz tradicional, em que as sonoridades dos artistas convidados são acompanhadas pela beleza das danças e colorido dos trajes. Este ano o Palco Jardim conta com a participação de Dhamar, da Índia (dia 28), Milo Ke Mandarini, de Espanha (dia 29) e Iman Kandoussi Trio, de Marrocos (dia 30).
Naquela que é uma das novidades desta 15ª edição do Festival MED, o Palco Calcinha, instalado no ex-líbris cultural da cidade conhecido por ter sido o local onde o poeta António Aleixo “escreveu” grande parte da sua obra, vai contar com muita poesia declamada por louletanos mas também com momentos musicais, num conceito de Café Concerto com o cantautor Afonso Dias que levará a sua música a este espaço.
Finalmente, outra das propostas neste extenso programa musical passa pelo Palco Mercado, onde todos os dias Bruno Maliji, cantor e compositor algarvio, e Eduardo Ramos, cantor e tocador de alaúde e outros instrumentos árabes, portugueses e africanos.

Toda a informação em:
www.festivalmed.pt

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