Um olhar sobre o mundo Português

ptenfrdees

 

h facebook h twitter h pinterest

Destaques desta Edição

  • INova de Miguel Ângelo

    Nova de Miguel Ângelo

    Novo álbum NOVA(pop) sai a 15 de Novembro, mas é apresentado  a 18 de Novembro, no Arena Live do Casino de Lisboa. NOVA. feat Filipe Sambado & Chinaskee é o primeiro single de um conjunto de canções criadas e produzidas num exercício criativo que Miguel Angelo iniciou em 2019 com nomes meritórios da nova música nacional. Esse conj...Readmore

  • I23º Festival de Teatro de Almada

    23º Festival de Teatro de Almada

    Arranca mais um Festival de Teatro de Almada (FTA), esta 23ª edição organizada por vários grupos de teatro da cidade, decorre entre os dias 2 até 17de Novembro e apresenta novidades espalhadas por vários espaços da cidade.    PROGRAMAÇÃO ESPETÁCULOS ABERTURA DA MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA ATUAÇÃO DA BAN...Readmore

  • IIlhéstico 3

    Ilhéstico 3

      No último dia, a arte surge sob diversas formas, menos evidentes, mais estridentes, mais irreverentes ou interventivas, mas que deixam o seu rasto indelével pela cidade. Na rua Conde Carvalhal, 6, na esquina existe um prédio com um café e se olharmos para cima para a varanda vemos o trabalho de Dayana Lucas, que ao abordar o seu projeto refere “quand...Readmore

MMI- Dia do mar

Ílhavo celebra Dia Nacional do Mar com programa diversificado

A Câmara Municipal de Ílhavo assinala, de 15 a 17 de novembro, o Dia Nacional do Mar com uma programação centrada na identidade do Município, espelhada no lema “O Mar por Tradição”.
A relação ancestral com o oceano e o impacto social e económico que a Pesca do Bacalhau sempre projetou no Município Ílhavo e nas suas gentes são o mote para um conjunto de iniciativas promovidas pelo Museu Marítimo de Ílhavo, das quais se destaca, pelo carácter inovador e inédito, o teatro culinário “O Presente de César. Quem vai ao mar não volta à terra”.
Esta peça, que será levada à cena na sexta-feira, dia 15, e no sábado, dia 16, no Museu Marítimo, é também um jantar de bordo com uma ementa especial, composta por sopa, prato e sobremesa e claro, o vinho que o chef gosta muito. Um espetáculo de teatro e um jantar com sobremesa de bacalhau com sabor a ficção. Os dramas vividos em família daqueles que partem para a pesca nos mares longínquos. Tudo e todos unidos por um peixe: o Bacalhau, que se junta às migas, ao mel, ao vinho, à maçã Bravo de Esmolfe e à região Viseu Dão Lafões. Uma metáfora sobre as pessoas e Portugal que têm um papel fundamental tanto na narrativa, como nos pratos que serão servidos.
Os bilhetes para este espetáculo, limitado a 60 participantes (em cada sessão), estão disponíveis no Museu Marítimo de Ílhavo e no Navio-Museu Santo André, com o pelo preço de 12,00 euros.

No sábado, pelas 16h30, será inaugurada a exposição fotográfica “Trava-Línguas”, de João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, que ficará patente, no Museu Marítimo de Ílhavo, até 1 de março de 2020.
A ideia desta exposição surge como resultado de uma residência artística que os autores fizeram nas Lofoten, Noruega, no âmbito da Lofoten International Art Festival. Nessa residência tiveram contacto com os tungeskjaererne (cortadores de línguas), crianças que a partir dos 5 anos começam a cortar a língua ao bacalhau. Para além do lucro imediato com a venda das línguas, este processo permite-lhes iniciarem o contacto com a pesca e com o meio marítimo. O corte das línguas é uma antiga tradição, passada de geração em geração, que permite fazer o paralelismo com os moços da pesca do bacalhau que também se iniciavam nesta atividade através do corte das línguas nas suas primeiras campanhas do bacalhau.
A programação deste Dia Nacional do Mar integra igualmente uma sessão de Yoga junto ao Aquário dos Bacalhaus, pelas 09h30, do dia 16 de novembro, destinada a famílias (limite de 8 adultos e 8 crianças com idades entre os 3 e os 7 anos), com o custo de 6,00 euros (um adulto e uma criança).
Enquadradas no ciclo “Sentidos de Mar”, estão ainda reservadas duas iniciativas do programa de ações do projeto cultural em rede “Territórios com História: o mar, a pesca e as comunidades” e que envolve os municípios de Ílhavo, Murtosa e Peniche.
No sábado, às 10h00 horas, “O Porto Bacalhoeiro e as novas ‘secas’ do Bacalhau” é a proposta para uma visita orientada à Bacalhau Barents, empresa de transformação do bacalhau, com degustação pelo chef Ricardo Marques.
No domingo, a programação do Dia Nacional do Mar fica concluída com a visita, pelas 10h00, aos “Novos ofícios: da pesca e da produção de sal 'aquacultura”, na qual será dada a conhecer a empresa Algaplus e explorado o Bairro dos Pescadores da Malhada, Ílhavo.

SINOPSE

“O Presente de César. Quem vai ao mar não volta à terra”
Encenação: Giacomo Scalisi
Texto originial: Sandro Williaam Junqueira
Interpretação: Graeme Pulleyn, Gabriel Gomes e Sofia Moura

“O Presente de César - Quem vai para o Mar não volta à Terra” resulta de uma encomenda e produção do Teatro Viriato/CAEV para a Rede Cultural Viseu Dão Lafões. Através desta rede, o Teatro Viriato “desconcentra” a sua atividade para outros territórios, reforçando o trabalho de cooperação cultural em rede com estruturas de programação e de criação artísticas de referência. Conta a história de César Tróia e da sua Família, e fala do bacalhau, o mais português dos peixes que fala norueguês, das terras do Demo entre Douro e Dão e dos bancos da Terra Nova ao largo do Canadá. É a história de muitos homens e mulheres que não tiveram a possibilidade de escolher a própria vida.
Nestas terras onde o peso da saudade faz parte do ser, faz parte da alma, o reencontro tem um sabor acre, amargo, salgado. O sabor a bacalhau. O sabor que faz parte da nossa história. A nossa história de dureza além-mar onde os homens escolhem o frio, o nevoeiro, a solidão. E esta solidão fica, para sempre, dentro deles. Mesmo numa casa povoada de família preferem estar sós e só pensam em voltar, marear, pescar. Pescar longe do mundo, pescar longe do ser. Nessas terras onde o peso da saudade faz parte de nós.
Desenterramos histórias com poucas décadas, onde nem a pretensão da democracia existia, mas que nunca ou raramente foram contadas. Histórias com peso de âncora que falam não só do nosso país e das circunstâncias políticas que se viviam, mas também do amor à terra e do apego ao mar, do povo resistente, mas pejado de sensibilidade e nostalgia. Dá-se voz a um drama familiar que representa muito mais do que uma só família, representa gerações e gerações, representa todos os heróis do mar e todas as mulheres heroínas da terra.
Este espetáculo é também um jantar de bordo com uma ementa especial. Uma ementa incrível composta por sopa, prato e sobremesa e claro, o vinho.

SINOPSE

“Trava-Línguas / Pela Boca Morre o Peixe”, de João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira.

Este projeto centra-se no tungeskjærerne (cortadores de línguas), uma atividade comum no norte da Noruega, mais especificamente na comunidade da pesca do bacalhau, onde crianças, a partir dos 5 anos, trabalham como cortadores de línguas de bacalhau. O corte das línguas é uma antiga tradição que hoje continua presente junto dos futuros pescadores e uma inesperada forma de rendimento para estes jovens trabalhadores, com elevado valor remuneratório. O que faz recordar um pouco o trabalho desempenhado pelos moços nos lugres durante as campanhas do bacalhau, transportando-nos, hoje, para as questões das relações de parentesco, a transmissão da tradição e os rituais de iniciação, numa perspetiva assente na subjetividade com que se perceciona este tipo de trabalho infantil.
Tendo estado em Skrova, em Lofoten, na Noruega, durante um período de 3 meses, no contexto de uma residência artística para a participação no LIAF – Lofoten International Art Festival 2019, João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira tiveram a oportunidade de contactar de perto com a comunidade piscatória local, nomeadamente durante o período da pesca do Skrei e testemunhar muito de perto a atividade dos jovens cortadores de línguas.
Partindo da ideia de registo etnográfico e evidenciando a ideia de intercâmbio entre duas experiências tão distintas (Portugal e Noruega) em torno do bacalhau, os artistas ativaram uma espécie de exercício com as crianças de Lofoten, propondo queestes jovens explicassem a atividade em questão, através de desenhos. Em simultâneo, foram recolhendo, junto dos adultos, histórias sobre cada uma das caixas usadas para o corte de línguas. É importante aqui frisar que cada caixa é um veículo de transmissão da tradição, na medida em que a mesma caixa, passa de pais para filhos.
Através das histórias familiares, contadas pelos adultos, e das representações pictóricas simbólicas feitas pelas crianças, o projeto pretende refletir sobre temas como o trabalho,

FaLang translation system by Faboba
    •   Jacinto Rodrigues apresenta um conjunto esculturas que reflete um período de tempo de dois anos, que se traduzem numa orgânica associada aos regionalismos e…
    • Novo álbum NOVA(pop) sai a 15 de Novembro, mas é apresentado  a 18 de Novembro, no Arena Live do Casino de Lisboa. NOVA. feat Filipe…
    • Arranca mais um Festival de Teatro de Almada (FTA), esta 23ª edição organizada por vários grupos de teatro da cidade, decorre entre os dias 2…
      • Filipe Keil em concerto no dia 15 de Novembro, no Telheiras Artfest #3. Filipe Keil é Cantor, Compositor, Letrista, Produtor Musical e Arquitecto português. O piano…
      • Concerto de rapper X-tense, no próximo dia 15 de Novembro, no Time Out Market, para apresentar o novo trabalho P de Pablito. X-tense. ou Pablo,…

Podcast

Eventos


loading...