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TRANSBORDA em almada

Escrito por  Mafalda Simões fts Filipe Ferreira

Trata-se da 1ª Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada (MIAPA), entre os dias 23 de Janeiro a 6 de Fevereiro, em vários equipamentos culturais da cidade de Almada.  Devido as contingências aprovadas pelo governo por causa da pandemia a programação do MIAPA vai decorrer online como pode verificar em baixo. 

Transborda inicia em Almada um contexto dedicado à criação de ponta contemporânea, à partilha artística e à difusão de obras performativas movidas pelo desejo de experimentação e de exceder fronteiras. A mostra traz à cidade artistas provenientes do Brasil, Portugal e França que experimentam práticas urgentes eninovadoras em dança e noutras artes performativas.
A MIAPA reunirá anualmente artistas e curadores que realizam trabalhos com enfoque na diversidade dos corpos, nas possíveis formas de convivência entre diferentes culturas e na instituição de campos relacionais através da arte. A programação aproxima artistas que investigam no corpo linguagens singulares, um ecossistema de criadores interessados em encontros que possibilitam deslocamentos e transformações. Experiências cheias de vitalidade questionadora que transpõem limites entre as artes, entre as pessoas.
Para a 1ª edição são convidados oito criadores para apresentar cinco obras: João Fiadeiro e Carolina Campos (Portugal/Brasil), Eduardo Fukushima (Brasil), Sofia Dias e Vítor Roriz (Portugal), Vania Vaneau (Brasil/França) e Jonas Lopes e Lander Patrick (Portugal).
“Ça va exploser” de Carolina Campos e João Fiadeiro é a história de uma crise. A crise de um encontro. Com o outro, com nós mesmos, com o mundo. “O que Não Acontece” de Sofia Dias e Vítor Roriz coloca gestos e palavras em fricção, possibilitando novos sentidos à linguagem falada e à linguagem do corpo. “Blanc” de Vania Vaneau parte de rituais de transe afro-brasileiros e do movimento antropofágico para investigar a exposição do corpo ao fluxo de culturas diversas. “Homem Torto” de Eduardo Fukushima expõe um corpo múltiplo em constante mutação. Uma dança que passa aos olhos do público, é passagem, é caminhada, é ir, é insistência, é movimento nu e cru. “Coin Operated” de Jonas & Lander é uma peça onde o diálogo com o público é direto e participativo. A performance desenha uma nova relação com o espetador, em que o mesmo passa a ter um papel ativo na ação artística.
Além das ações presenciais, a Transborda apresenta o projeto “Brasil Sequestrado” com performances concebidas para o formato digital por Eduardo Bonito e Isabel Ferreira, curadores residentes em Madrid. As apresentações foram criadas especialmente para a mostra e contam com a participação de diversos artistas do Brasil. “Brasil Sequestrado” gera contextos de debate e visibilidade em torno à situação de crise cultural, social e política no Brasil, e apoia a produção e a circulação internacional de obras de artistas brasileiros.
A MIAPA propõe também aproximações aos processos criativos dos artistas convidados, em 2021 viabiliza oficinas de criação com os coreógrafos João Fiadeiro e Eduardo Fukushima e conversas mediadas por Ruy Filho, crítico de artes, diretor da revista Antro Positivo (www.antropositivo.com.br).

CALENDÁRIO

APRESENTAÇÕES

Devido ao encerramento dos espaços culturais, como uma das medidas de contenção da pandemia, as apresentações e oficinas presenciais da TRANSBORDA serão reagendadas em datas a anunciar.
Mais uma vez vamos insistir nas ações presenciais da TRANSBORDA. Entendemos que os encontros que movem todos os sentidos do corpo são fundamentais para a resistência das artes vivas.

Sessão 1:
24 JAN | DOMINGO | DAS 17H00 ÀS 20H00
CONVERSA COM VANIA VANEAU E O CRÍTICO RUY FILHO
Online/streaming: https://www.facebook.com/TRANSBORDAportugal

24 JAN | DOMINGO | DAS 18HOO às 20H00
BRASIL SEQUESTRADO
Curadoria Isabel Ferreira (ES) e Eduardo Bonito (BR)
Com Alice Ripoll & Cia REC, Calixto Neto, Princesa Ricardo Marinelli, Zahy Guajajara e Wellington Gadelha
Online/streaming: https://www.facebook.com/TRANSBORDAportugal

Sessão 2:
31 JAN | DOMINGO | DAS 17H00 ÀS 20H00
CONVERSA COM JOÃO FIADEIRO, CAROLINA CAMPOS E O CRÍTICO RUY FILHO
Online/streaming: https://www.facebook.com/TRANSBORDAportugal

31 JAN | DOMINGO | DAS 18HOO às 20H00
BRASIL SEQUESTRADO
Curadoria Isabel Ferreira (ES) e Eduardo Bonito (BR)
Com Alice Ripoll & Cia REC, Calixto Neto, Princesa Ricardo Marinelli, Zahy Guajajara e Wellington Gadelha
Online/streaming: https://www.facebook.com/TRANSBORDAportugal

BRASIL SEQUESTRADO foi concebido para o formato digital por Eduardo Bonito e Isabel Ferreira. O projeto gera contextos de debate e visibilidade em torno da situação de crise cultural, social e política no Brasil, e apoia a produção e a circulação internacional de obras de artistas brasileiros. Um programa composto por vídeo performances e palestras performativas de artistas e ativistas da cultura contemporânea brasileira foi criado especialmente para a TRANSBORDA com a participação de Alice Ripoll & Cia REC, Calixto Neto, Princesa Ricardo Marinelli, Zahy Guajajara e Wellington Gadelha.

O espetáculo foi criado inicialmente pelos curadores para o Festival Grec de Barcelona em julho de 2020 e, durante agosto e setembro do mesmo ano, foi apresentado em vários outros contextos da Europa como Festival de la Cité de Lausanne (Suíça), Festival La Batie (Genebra, Suíça), Zuercher Theater Spektakel (Zurich - Suíça), Tanz im August (Berlim) e FIT - Festival Iberoamericano de Cádiz (Espanha).

RUY FILHO é editor-idealizador da revista Antro Positivo. Bacharel em Artes Visuais, foi aluno em Semiótica e Ciências Cognitivas na PUC-SP e Direção Teatral na ECA-USP. Atua como pesquisador sobre política pública na área da cultura. Em 2014 editou o catálogo do festival Mirada e idealizou o Núcleo de Composição Sonora para Teatro e Cinema no Sesi Curitiba. Atua como Programador em Teatro, Dança e Performance Art no Centro da Terra, SP. Curador da edição comemorativa de 50 anos FIT, Brasil. Integra a International Association of Theatre Critics. Nos últimos anos tem articulado experiências em Críticas junto a festivais de diversos países: Portugal, Alemanha, Áustria, França, Holanda, Polônia e Argentina.

+ informações:
Facebook: https://www.facebook.com/TRANSBORDAportugal
Instagram: transbordamostradeartes
Site: www.transborda.org

Dossier de programação e fotos em alta resolução disponíveis no link: https://drive.google.com/drive/folders/1L6uZTE78Ydapl2UQ-RrEWhDdjuPhl-9q?usp=sharing

 

PROGRAMAÇÃO

APRESENTAÇÕES

BLANC | VANIA VANEAU (BR/FR)
23 JAN | SÁBADO | 19H00 | M/6 | 45 MIN
Fórum Municipal Romeu Correia / Auditório Fernando Lopes-Graça@Jair Gonzales Ruiz

BLANC é uma investigação sobre transe e transformação. Desdobrando camadas do corpo e do seu entorno, o trabalho vai revelando diversas faces que compõem um corpo individual. Um corpo formado por multiplicidades, como a luz branca que é constituída por todas as outras cores. Através da mudança de peles e da figura do xamã, o corpo, atravessado por fluxos de energias e imagens, é ao mesmo tempo material e limitado e também utópico, múltiplo e infinito. Movendo-se entre camadas de um continuum que vai da realidade para a ficção, do presente para o imaginário e do racional ao não racional.

VANIA VANEAU Nasceu no Brasil e vive em França. Graduada na PARTS em Bruxelas e em psicologia na Université Paris 8. Participou de criações de Wim Vandekeybus, Maguy Marin, David Zambrano, Jordi Galí, Yoann Bourgeois e Christian Rizzo. Apresentou Blanc em diversos festivais da Europa, da América do Sul e da Ásia e recebeu com esta peça o Prémio Beaumarchais-SACD (Festivalwww.transborda.org Incandescences 2015). Co-dirige a cia. Arrangement Provisoire em Lyon com a qual é artista associada ao Le Pacifique CDCN de Grenoble de 2016 a 2020 e ao ICI-CCN de Montpellier de 2020 à 2022.
Sua pesquisa coreográfica vincula o trabalho físico a um aspecto plástico da fabricação e manipulação de materiais, figurinos e objetos cenográficos. Vania Vaneau se interessa pelas múltiplas camadas físicas e psíquicas que compõem o corpo humano em uma relação de continuidade com o meio natural e cultural. Jogando com intensidades e contrastes, ela explora as fronteiras entre o interior e o exterior do corpo, materiais visíveis e invisíveis e cria coreografias de plasticidade sensorial e imagética.
Concepção e interpretação Vania Vaneau
Realização musical Simon Dijoud
Colaboração Jordi Galí
Iluminação Johann Maheut
Produção Cie. Arrangement Provisoire
Co-produção CCNR- Yuval Pick, Ramdam (St.Foy-les-Lyon)
Apoios Les Subsistances (FR), L'Animal à la Esquena (ES), CDC Le Pacifique (FR)
 

ÇA VA EXPLOSER | CAROLINA CAMPOS E JOÃO FIADEIRO (BR/PT)
com Carolina Campos (BR) e Márcia Lança (PT)
29 JAN | SEXTA | 19H00 | | M/6 | 50 MIN
Casa Municipal da Juventude de Cacilhas / Ponto de Encontro©Ana Viotti

ÇA VA EXPLOSER é a história de uma crise. A crise de um encontro. Com o outro, com nós mesmos, com o mundo. Na superfície tudo aparenta estar calmo... As palavras e os gestos acomodam-se no protocolo ficcional de uma relação e ocupam um espaço de intimidade construído. Os acontecimentos dão-se nas brechas dessa ficção.
Que ideias utilizamos para pensar com outras ideias? Falamos a mesma língua? São tempos confusos. As coisas colidem, sobrepõem-se, atropelam-se. Aqui e ali sincronizam, partilham um plano comum. Mas parece que só o fazem para poderem confirmar a impossibilidade de continuidade. A iminência da explosão.
O título "Ça va exploser" remete para uma das imagens do livro "Ma vie va
changer" [A minha vida vai mudar], de Patrícia Almeida e David-Alexandre Guéniot, que serve como território de referência afetiva e estrutural para a construção deste trabalho.
CAROLINA CAMPOS é brasileira e vive entre Lisboa e Barcelona. Realizou o Programa de Estudos Independentes do Museu de Arte Contemporânea de Barcelona. No Brasil trabalhou com a Lia Rodrigues Cia de Danças, entre 2008 ewww.transborda.org 2011. Colabora intensamente desde 2013 com João Fiadeiro na formação, criação e investigação da “Composição em Tempo Real”. Em Barcelona está associada ao Centro de Criação Escocesa.

JOÃO FIADEIRO é português e vive em Lisboa. Foi diretor artístico do Atelier |RE.AL entre 1990 e 2019. O seu trabalho enquanto coreógrafo, investigador e professor gravita em torno do sistema "Composição em Tempo Real", uma ferramenta teórico-prática de apoio à composição, colaboração e decisão. ~
Criação Carolina Campos e João Fiadeiro
Performance Carolina Campos e Márcia Lança
Dramaturgia Leonardo Mouramateus
Desenho de Luz e Direção Técnica Leticia Skrycky
Composição Sonora Arnold Haberl
Assistente Artístico Daniel Pizamiglio
Produção executiva Marta Moreira
Coprodução Teatro do Bairro Alto, Teatro Viriato, Festival DDD
Apoio Fundação GDA
Espaços de residência artística e técnica Estúdios Vítor Cordon, La Caldera, Atelier
Real
Agradecimentos Federal Chancellery of Austria, Graner, Carine Panigaz
Amelie Panigaz Borges, Filipe Mellowww.transborda.org

COIN OPERATED | JONAS & LANDER (PT)
30 JAN | SÁBADO| 16H00 E 18H00 | M/6 | 35 MIN
Fórum Municipal Romeu Correia / Sala Pablo Neruda©brunosimao

Em COIN OPERATED assistimos a um levantamento de diversas relações entre o Homem e o Cavalo. Uma performance onde o diálogo com o público é direto e dependente. Jonas & Lander desenham uma nova relação com o espetador, em que o mesmo passa a ter um papel ativo na consequência da ação artística, potencializando diversas e surpreendentes cenas a cada apresentação, ou seja, a duração de cada moeda inserida nos cavalos. As canções, discursos, dissertações, curiosidades históricas, todas as ações e informações traduzem a simbologia do visível: um homem montado a cavalo e tudo o que esse momento de domesticação envolve e envolveu durante o período de forja das civilizações. Toda a relação económica e de poder, de conquista de território, de escravatura, da montada das classes sociais mais poderosas nas menos afortunadas, a mercantilização da arte, a comercialização da vida animal; todos estes assuntos serão dissecados em sequências performativas. Enquanto existir uma moeda.

JONAS & LANDER Os artistas têm contribuído para o imaginário um do outro desde 2011, testando paradigmas contrastantes em experiências de âmbito pessoal e profissional. Cascas d’OvO (2013) revela a sua inscrição como profissionais da áreawww.transborda.org artística e leva a reconhecer o poder de comunicação dos seus corpos. Das suas obras seguintes destacam-se Matilda Carlota (2014), Arrastão (2015) e Adorabilis (2017), esta última criação integrando a seleção de Aerowaves Priority Company 2017.

Direção Artística, Coreografia e Interpretação Jonas&Lander
Apoio Técnico Joana Mário
Sonoplastia Lander Patrick
Figurinos Jonas
Gestão e Produção Patrícia Soares | Sinistra Associação Cultural
Coprodução BoCA Biennial of Contemporary Arts
Apoio a Residência Artística O Espaço do Tempo
Teaser: https://vimeo.com/344634395www.transborda.org

HOMEM TORTO | EDUARDO FUKUSHIMA (BR)
4 e 5 FEV | QUINTA E SEXTA | 19H00 | M/6 | 35 MIN
Casa Municipal da Juventude de Cacilhas / Ponto de Encontro 

HOMEM TORTO é um solo de dança de Eduardo Fukushima com música de Tom Monteiro e luz de Hideki Matsuka, criado em 2013 para a sala Cenacolo Palladino, um antigo refeitório de monges renascentistas na Fondazione Giorgio Cini em Veneza, Itália. Essa peça foi recriada em 2014 para espaços alternativos que formam uma passarela onde a dança passa aos olhos, onde é passagem. É uma dança que acontece na ação de andar e quase cair, é uma caminhada em constante desequilíbrio. É a insistência no movimento em múltiplas direções em conflito e a tentativa de unir opostos como a dureza e a leveza, a fragilidade e a força, o pequeno e o grande, o feminino e o masculino, o velho e o novo, movimentos fluidos e cortados, desenhados e vibracionais, rápido e lento, o equilíbrio e o desequilíbrio, o estar perto e longe do público.

EDUARDO FUKUSHIMA Trabalha como dançarino, coreógrafo e professor. É graduado em dança pelo curso de Comunicação das Artes do Corpo na PUC- São Paulo. Apresentou Homem Torto em diversas cidades do Brasil e também na América do Sul, Europa e Ásia, em importantes festivais como: Tanz im August em Berlin, Dance Umbrella em Londres, Dañs Fabrik em Brest, Projeto Brasil em Dresden, Dusseldorf e Frankfurt, no Rolex Arts Weekend, em Veneza, Bienal Sesc de Dança em Campinas, dentre outros. Homem Torto recebeu o prêmio Denilto Gomes em 2014 em São Paulo. Fukushima foi premiado pela Rolex Mentor &Protégé Arts Initiative 2012-2013, residindo por um ano em Taipei, Taiwan junto a Cloud Gate Dance Theatre e seu fundador Lin Hwai-Min. Colabora com awww.transborda.org companhia Okazaki Art Theatre do Japão, dirigida por Yudai Kamisato. Atualmente colabora com Beatriz Sano no dueto O QUE MANCHA e vem dirigindo filmes de dança, dentre eles: Caderno de Artista para o Centro Cultural São Paulo, Homem Torto em vídeo dança para o Festival Loft no Chile e 1 pra 1 para o Espaço Sergipe mArte Psicanálise e Cultura em São Paulo.
Concepção e dança Eduardo Fukushima
Orientação Lin Hwai-min
Composição Musical Tom Monteiro
Design de luz Hideki Matsuka
Operação Igor Sane
Figurino Eduardo Fukushima
Produção Carolina Goulart
Colaboração artística Beatriz Sano e Júlia Rocha
Co-produção e apoio de pesquisa Rolex Mentor & Protégé Arts Initiative 2012/2013
 

O QUE NÃO ACONTECE | SOFIA DIAS & VÍTOR RORIZ (PT)
6 FEV | SÁBADO | 19H00 | M/6 | 70 MIN
Fórum Municipal Romeu Correia / Auditório Fernando Lopes-Graça ©Filipe Ferreira

O QUE NÃO ACONTECE da dupla Sofia Dias & Vítor Roriz coloca gestos e palavras em fricção, possibilitando novos sentidos à linguagem falada e à linguagem do corpo.
Ao longo dos dois últimos anos, apresentaram uma série de performances em espaços não convencionais na tentativa de isolar e questionar os elementos da sua pesquisa: a relação do gesto com o texto dito e cantado; o modo como os objectos informam o movimento; a escrita como acto performativo ou acção coreográfica.
Agora surgiu a necessidade de transpor essa pesquisa para o espaço convencional de um teatro procurando não perder o carácter imediato, lúdico e imprevisível que essas performances tinham. Uma síntese, sobretudo do que ficou por fazer. Sem pausas, sem espaços em branco, sem pontuação, em scriptio continua.

SOFIA DIAS & VÍTOR RORIZ são uma dupla de coreógrafos a colaborar desde 2006 na pesquisa e concepção de vários trabalhos apresentados em mais de 17 países. Os seus trabalhos centram-se na articulação entre a voz, a palavra, o som e os objectos com o corpo, o gesto e o movimento. Enquanto dupla têm colaborado com diversos artistas tais como, Catarina Dias, artista visual e colaboradora de longa data, Lara Torres, Marco Martins, Clara Andermatt, Mark Tompkins e desdewww.transborda.org 2014 apresentam António e Cleópatra de Tiago Rodrigues e Sopro (2017) do mesmo director. Leccionam regularmente aulas e workshops e têm vindo a organizar residências e encontros de reflexão entre artistas em diferentes contextos.
Direcção, interpretação, texto e vídeo Sofia Dias & Vítor Roriz
Desenho de Luz Thomas Walgrave
Espaço Cénico Thomas Walgrave, Catarina Dias (desenho), Sofia & Vítor
Assistência à Dramaturgia Alex Cassal
Assistência à Direcção e Figurinos Filipe Pereira
Som/Música Sofia Dias, incluindo versão de Philadelphia de Neil Young
Operação de Som e Vídeo Pedro Costa/João Gambino
Direcção Técnica Nuno Borda de Água
Produção S&V e Vítor Alves Brotas - Agência 25
Co-produção Alkantara
Apoio em Residência Culturgest, Alkantara, TNDM II, NBwww.transborda.org

OFICINAS

1.
COM JOÃO FIADEIRO (PT)
27 JAN | QUARTA | DAS 14H00 ÀS 18H00
Casa Municipal da Juventude de Cacilhas / Ponto de Encontro
Oficina com o coreógrafo João Fiadeiro, diretor artístico do Atelier | RE.AL entre
1990 e 2019. O seu trabalho enquanto coreógrafo, investigador e professor gravita
em torno do sistema "Composição em Tempo Real".
Destinatários: Profissionais, estudantes e interessados em dança e noutras artes performativas
Número máximo de participantes: 14
Preçário: 10€
Inscrições: casadadanca@casadadanca.pt

2.
COM EDUARDO FUKUSHIMA (BR)
2 FEV | TERÇA | DAS 14H00 ÀS 18H00
Casa Municipal da Juventude de Cacilhas / Ponto de Encontro
Destinatários: Profissionais, estudantes e interessados em dança e noutras artes performativas
Número máximo de participantes: 14
Preçário: 10€
Inscrições: casadadanca@casadadanca.ptwww.transborda.org

ESPAÇOS / BILHETERIA
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS - PONTO DE ENCONTRO
Rua Trindade Coelho 3, 2800-297 Cacilhas
+351 920 128 894 | +351 212 724 298
Preçário: Adultos - €6 | Jovens, Seniores, Grupos (+10) - €5
FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA
AUDITÓRIO FERNANDO-LOPES GRAÇA
Praça da Liberdade, Almada
+351 212 724 922
Preçário: Adultos - €6 | Jovens, Seniores, Grupos (+10) - €5

FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA
SALA PABLO NERUDA
Praça da Liberdade, Almada
+351 212 724 922
Preçário: Entrada Gratuita, sujeita à lotação da sala
CONTACTO - Assessoria de Imprensa:
Mafalda Simões
mafalda.simoes1@gmail.com
962 941 942

EQUIPA TRANSBORDA 2021
Direção Artística
Adriana Grechi
Amaury Cacciacarro
Comunicação e Web Development
Patrícia Cividanes
Assessoria de Imprensa
Mafalda Simões
Direção Técnica
Zé Rui
Técnica
João Chicó
Produção
Núcleo de Artes Performativas de Almada e Casa da Dança Financiada por República Portuguesa - Cultura / Direcção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Almada

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