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Cine-teatro louletano- oficina de leitura

A Biblioteca Municipal de Loulé irá receber no próximo dia 15 de junho, sábado, a Oficina “Ler dentro e fora da Caisha”, coordenada por Paulo Condessa, destinada ao público adulto, com a duração de 6 horas.
Esta oficina tem como objetivo desformatar as atitudes e os procedimentos de leitura habituais. Com base numa história sobre etiquetas, preconceitos e liberdade interior, são praticados diversos jogos-exercícios individuais e em grupo.
Escrita criativa, leitura sensorial, imaginação sensível, desprogramação operacional são conceitos transversais ao trabalho de Paulo Condessa que também sustentam esta atividade que pretende preparar o terreno para desenvolver a inteligência criativa dos participantes.
Esta iniciativa realiza-se das 10h00 às 13h00 e das14h00 às 17h00.

SUPERBANDA DE HOMENAGEM A CARLOS PAIÃO EM ESTREIA A SUL 

A superbanda de homenagem a Carlos Paião vai subir ao palco do Cine-Teatro Louletano, em absoluta estreia no Sul, já no próximo dia 15 de junho, sábado, pelas 21h30. “Paião” é um novo projeto que tem vindo a agitar o panorama musical em Portugal resgatando as pérolas musicais criadas e eternizadas por Carlos Paião, o “Extraterrestre” que marcou a música portuguesa nos anos 80 do século passado.
“Paião” junta alguns dos nomes mais carismáticos do momento numa autêntica seleção de luxo: Marlon (Os Azeitonas), Jorge Benvinda (Virgem Suta) João Pedro Coimbra (Mesa), VIA e Nuno Figueiredo (Virgem Suta/Ultraleve).
“Pó de Arroz” é o single de apresentação do álbum Paião e é também a primeira prova de que este supergrupo reinventa de forma prodigiosa a obra do talentoso Carlos Paião.
A banda apresenta ao vivo um espetáculo dinâmico, com uma forte componente cénica, e com um alinhamento que se traduz num autêntico desfilar de êxitos: “Cinderela”, “Play-back”, “Vinho do Porto (Vinho de Portugal)” ou “Canção do Beijinho”, entre muitos outros, fazem de cada concerto uma grande festa coletiva.

PEÇA DE TEATRO “A SOBERANA, MÃE DE LOULÉ” 

Estreia a 21 de junho, pelas 21h30, no Cine-Teatro Louletano, a peça “SOBERANA, Mãe Soberana de Loulé”, uma criação de Ana Lázaro e Ricardo Neves-Neves.
Depois de “A FREGUESIA”, com dramaturgia e encenação de Ricardo Neves-Neves em 2017, espetáculo que encerrou o programa comemorativo dos 100 anos da Freguesia de Quarteira, o Cine-Teatro Louletano dirigiu um novo convite ao Teatro do Eléctrico para a criação de um espetáculo inédito a partir de uma temática emblemática ligada ao património imaterial do Concelho de Loulé, neste caso a Mãe Soberana.
“SOBERANA, Mãe Soberana de Loulé” é um texto de Ana Lázaro, com encenação de Ricardo Neves-Neves e direção musical de Rita Nunes, sobre a procissão e os festejos religiosos da Mãe Soberana, que acontecem anualmente em Loulé no dia de Páscoa (Festa Pequena) e duas semanas depois (Festa Grande).
«Assim que comecei a pesquisar sobre a Mãe Soberana percebi que mais do que uma manifestação religiosa, cultural e histórica, esta é, tal como o vínculo genético e intrínseco que liga a Mãe com o seu filho, parte de um corpo coletivo, da identidade de um povo.
A filiação dos Louletanos à sua Mãe perde-se no tempo e no espaço, está arreigada no sangue, nos ciclos das estações, na luta diária, na alegria e na dor que vivem, sob uma ligação íntima impar de proteção e cumplicidade. Numa relação de afeto profundamente divina, e simultaneamente, profundamente humana. E como um culto vivo que é, ele próprio – organismo. Cresce, transforma-se e revitaliza-se no corpo dos seus portadores.
Daí o desafio e o risco de escrever sobre Ela. Porque quando se escreve sobre a Soberana, escreve-se afinal sobre todos os Louletanos, sobre as duas vidas e o seu passado, sobre as suas esperanças e memórias. E isso é uma tarefa infindável. Por isso, naquilo que me é permitido, visitei episódios da Mãe e dos seus filhos, tentei auscultar como se entranham numa vibração extra-humana, que vai para além do corpo, da voz, e dos registos documentais. Como uma música sem dono, mas que todos conhecem. E resta-me esperar que esta seja uma canção que ressoe com carinho na alma daqueles que numa linguagem inexplicável, vivem diariamente o Amor da Mãe Soberana». (Ana Lázaro).

EXPOSIÇÃO “TÁBUA RAZA” 

Élsio Menau e João Mouro apresentam até 24 de agosto, no CECAL, Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé, a Exposição “TÁBUA RAzA”.
A TÁBUA como elemento primordial da criação, como elemento de união entre os dois artistas e com vácuo do espaço.
A mente inicia RAzA, mas adquire conhecimento à medida que o mundo exterior a impressiona. É inicialmente, como uma folha em branco e todo o processo do conhecer, do saber e do agir é aprendido através da experiência.
Não havendo ideias inatas, todos nós somos iguais, todas as opiniões são válidas.
A Exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 11h00 às 14h00 e das 15h00 às 19h00, e aos sábados, das 11h00 às 17h30. A inauguração acontece esta quinta-feira, pelas 18h00.
A entrada é livre.

 

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