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Yvette Vieira

Yvette Vieira

Friday, 26 November 2021 10:17

25 anos do teatro de almada

A edição comemorativa dos 25 anos, vai na sua última semana. A pouco mais de 6 dias do fim, a mostra apresenta mais de uma dezena de espetáculos e atividades, entre os dias 25e 28 de Novembro.

A última semana vai ser recheada de teatro e muitas atividades extra. Com mais de 10 espetáculos e com uma programação complementar, durante toda a semana e em especial ao fim de semana. O difícil será escolher!

A 25.ª edição da Mostra de Teatro de Almada (MTA) estará em cena, em vários palcos do concelho de Almada, repleta de Teatro, destacamos o espetáculo “NÃO VAI HAVER MASCARADOS”, da Artes e Engenhos-Associação Cultural, encenação de Rogério de Carvalho, o espetáculo SIMBIOSE, do Novo Núcleo Teatro, encenação de Sandra Hung, o espetáculo O ÚLTIMO BURRO, do Teatro UBU/Arte33, encenação de Ana Nave e HARE, da Artes e Engenhos-Associação Cultural, encenação de Alexandre Pieroni Calado.

4.ª SEMANA - CALENDÁRIO

25 E 26 NOVEMBRO | QUINTA E SEXTA | 21H30
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
TEATRO UBU/ARTE33
O ÚLTIMO BURRO | M/16 | 75' | ESTREIA

25 NOVEMBRO | QUINTA | 21H30
CONVENTO DOS CAPUCHOS
KILIG
O VENDEDOR DE ENCICLOPÉDIAS | M/12 | 45' | ESTREIA

26, 27, 28 NOVEMBRO | SEXTA A DOMINGO | 21H30
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE
NINHO DE VÍBORAS - ASSOCIAÇÃO CULTURAL
O PÚBLICO | M/16 | 130'

27 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00
PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE EM CACILHAS
ARTES E ENGENHOS – ASSOCIAÇÃO CULTURAL
NÃO VAI HAVER MASCARADOS | M/14 | 85' | ESTREIA

27 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H30
PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE EM CACILHAS
ARTES E ENGENHOS – ASSOCIAÇÃO CULTURAL
HARE | M/16 | 50' | ESTREIA

27 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA
GRUPO DE TEATRO O GRITO
A SOLIDÃO DAS HORAS | M/16 | 60' | ESTREIA

28 NOVEMBRO | DOMINGO | 16H00
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
TEATRO & TEATRO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL "O MUNDO DO ESPECTÁCULO
O AQUÁRIO | M/14 | 65' | ESTREIA

28 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
TKM- UNIVERSIDADE SÉNIOR DOM SANCHO I DE ALMADA
NOS TEMPOS DA SEVERA | M/12 | 90' | ESTREIA

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

27 NOVEMBRO | SÁBADO | 16H30
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
ACTOS URBANOS – ASSOCIAÇÃO CULTURAL "O MUNDO DO ESPECTÁCULO CONVERSA/ DEBATE ACTOS URBANOS: DA FORMAÇÃO À COMPANHIA?
P/TODOS | ENTRADA LIVRE

28 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
TEATRO & TEATRO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL "O MUNDO DO ESPECTÁCULO
CONVERSA/DEBATE ESCRITA TEATRAL A QUATRO MÃOS | P/TODOS | ENTRADA LIVRE

Wednesday, 10 November 2021 11:09

Serpentário nos cinemas nacionais

"Serpentário" estreia nos cinemas nacionais a 25 de novembro, em quatro salas exibirão a longa-metragem do cineasta português, o Cinema City Alvalade, o Cinema Trindade Porto, Cinema City Setúbal e Cinema City Leiria.

O realizador marcará presença em duas sessões especiais em Alvalade e uma no Cinema Trindade, no Porto. "Serpentário", protagonizado por João Arrais, retrata um rapaz que vagueia por uma paisagem africana pós-catástrofe em busca do fantasma da mãe. A única longa-metragem de Carlos Conceição arrecadou vários prémios, entre os quais o prémio revelação no DocLisboa, o prémio de melhor filme no SiciliaQueer, o prémio do público no Burgas International Film Festival, ou uma menção honrosa de melhor filme no Festival Nouveau Cinema em Montreal.

Segundo, o realizador, Carlos Conceição, o filme surgiu a partir da sua própria história com África, "Toda a minha família esteve em Angola há três gerações quando foi expulsa em 1975, após 15 longos anos de guerra civil. Essas pessoas foram subitamente rotuladas como portuguesas, apesar de nunca terem estado em Portugal. Assim, antes e depois da independência angolana em 1975, eles foram obrigados ao exílio, muitas vezes fugindo apenas as roupas do corpo. Toda a minha família fugiu para Portugal, exceto a minha mãe e o meu pai, que tinham grandes esperanças para o novo país que Angola se tornaria. Eu nasci 4 anos depois disso, já no seio de uma nova guerra civil. Na verdade, houve uma guerra partidária, outra com a África do Sul, mais a Guerra Fria, os espiões, as bombas, o stalinismo, a pobreza.
Não havia muito para uma criança crescer, especialmente nenhuma das memórias que fizeram os meus pais ficarem. Acima de tudo, não havia sentido de lar em Angola porque não havia memória. O cinema sozinho ajudou a forjar o passado através de imagens. A guerra acabou em 2002, no mesmo ano em que saí e fui para a escola de cinema em Lisboa. Atrás de mim havia um país fisicamente e culturalmente devastado. Eu não voltei por 10 anos.
Quando voltei para filmar Serpentarius, as memórias tornaram-se filmes na minha cabeça. A guerra tinha sido um rito de passagem entre a conexão cortada com a História e a reinvenção de suas texturas e cores. O passado tornou-se uma aventura, um western, um filme de catástrofe, enquanto eu observava o meu eu mais jovem tentar chegar a um acordo com uma terra que traiu de volta. Eu não estou representado no cinema africano. O meu é um conto africano muitas vezes não contado: o conto dos sem-terra, dos fantasmas errantes que sempre buscam por si mesmos em meio à poeira da memória.
Mas havia uma parte da África que ainda se sentia em casa. Não é um lugar, mas um sentimento. Nós tínhamos que ficar sozinhos na paisagem para procurá-lo. Não havia outra forma de fazer esse filme. É um documentário da busca desse sentimento.
Enquanto o filme se encontrava em preparação, a minha mãe disse-me que estava a pensar em adotar um tipo de papagaio que tem uma expectativa de vida surpreendentemente longa. Ela pediu-me para pensar sobre isso por alguns dias, só o faria isso se eu estivesse disposto a cuidar do pássaro depois que ela morresse".

 

Portugal, Angola, 2019, DOC, DCP, Cor, 85'
5.1, Stereo, 1:1.85
Realizador: Carlos Conceição
Produtor: Carlos Conceição, MIRABILIS
Produtor: António Gonçalves, MIRABILIS
Argumento: Carlos Conceição
Fotografia: Carlos Conceição
Montagem: Carlos Conceição
Montagem: António Gonçalves
Som: Rafael Gonçalves Cardoso
Voz Off: Isabel Abreu, Carlos Conceição
Actores Principais: João Arrais, Isabel Abreu
Língua Original: Português
Legendas: Espanhol, Inglês

Biografia
Carlos Conceição, natural de Angola, é licenciado em cinema pela ESTC de Lisboa, e em Literatura Inglesa do Romantismo. A sua primeira curta-metragem, "Carne" (2010), foi premiada com o prémio Novo Talento no Indie Lisboa em 2010, enquanto "Versailles" (2013) competiu no prestigiado Festival de Locarno. Ambos os filmes "Boa Noite Cinderela" (2014) e "Coelho Mau" (2017) estrearam em competição no Festival de Cannes com óptimas reacções de público e crítica. "Coelho Mau" veio ainda a ganhar diversos prémios internacionais e o prémio Sophia de melhor curta-metragem portuguesa. Também foi alvo de retrospectivas integrais na Cinemateca Francesa em Paris e no Festival de Cinema de Amiens, bem como no Curtas Vila do Conde.

Filmes
"Vampiro" (2005), "O Meu Alien" (2008) , "Duas Aranhas" (2009), "Carne" (2010), "O Inferno" (2011), "Versailles" (2013), "Boa Noite Cinderela" (2014), "Segredo de Matar" (2014), "Acorda, Leviatã" (2015), "Coelho Mau" (2017), "Serpentário" (2019), "Um Fio de Baba Escarlate" (2020)

Wednesday, 08 September 2021 16:36

FŪ TSUGI 風継ぎ

Com direcção artística Rafael Alvarez, trata-se de um projecto coreográfico de intercâmbio artístico entre participantes maiores de 55 anos, entre os dias 17 a 19 Setembro em Paris, no Parc de Bercy e em Lisboa, entre os dias 29 de Setembro e 2 de Outubro, nas Carpintarias de São Lázaro.


Um conjunto de cerca de 20 participantes maiores de 55 anos e seniores da região de Lisboa e Paris são desafiados pelo coreógrafo Rafael Alvarez para desenvolver e criar uma proposta coreográfica em ambas as cidades, partindo da experiência adquirida através de um ciclo de laboratórios intensivos de pesquisa, improvisação e criação em dança contemporânea, implementados numa primeira fase em Lisboa e Paris. O processo resultante deste intercâmbio artístico entre os participantes de ambas as cidades, permitindo uma troca de experiências, culmina na apresentação pública do espectáculo colaborativo em Lisboa e Paris. O projecto será replicado com participantes da região de Ílhavo em co-produção com 23 Milhas / Câmara Municipal de Ílhavo.
“FŪ TSUGI” (vento de ligações) desenvolve-se a partir de uma coleção pessoal de mais de 100 fotografias instantâneas de cada um dos intérpretes. Esta série fotográfica será a base da construção coreográfica e da escrita dramatúrgica que compõe esta partitura de auto-retratos dançados, propondo possibilidades de interseção entre dança e imagem fotográfica, revelando as identidades singulares que se multiplicam no corpo e no espaço sob a forma de haikus visuais, uma paisagem coreográfica de auto-retratos dançados e uma instalação fotográfica habitada.
A experiência de vida destes intérpretes oferece ao acto criativo uma sensibilidade singular e simultaneamente uma liberdade de criação aberta à diversidade humana e à poesia dos corpos em movimento que, na velocidade contemporânea, nos convida a um tempo e um lugar de diálogo, para escutar, sentir, pensar e dançar o mundo, longe e perto, dentro e fora de nós.
*Fū 風, em japonês ‘vento’, representa no godai (cinco elementos) todas as coisas que crescem, se expandem, e gozam de liberdade de movimento, como o ar, a neblina ou o fumo. Fū representa o respirar e os processos internos associados à respiração. Mental e emocionalmente, representa uma postura de "mente livre e aberta" e um sentimento de despreocupação. Pode ser associado à vontade, indefinição, evasão, compaixão e sabedoria.
O ‘kintsugi’ técnica centenária do Japão que consiste em reparar e ligar peças de cerâmica quebradas através de uma liga dourada inspira o título e universo deste projecto. O objectivo não é devolver o objecto ao seu estado imaculado, pelo contrário, as fissuras são realçadas com uma mistura de laque e ouro em pó. São “perfeitamente imperfeitos”. O kintsugi pode ser entendido de uma forma simplificada na sua vertente filosófica com a aceitação do imperfeito, da falha ou do defeituoso. Estes corpos mais vulneráveis que se convocam através do projecto TSUGI, são também corpos de resiliência e acção, são de corpos de ligação. Não pretendemos camuflar a natureza frágil, que nos torna mais humanos, mas antes celebrar a diversidade e a singularidade de cada uma das suas identidades.
Esta nova criação enquadra-se no contexto da experiência do projecto DANÇA CONTEMPORÂNEA +55 Anos® criado e dirigido pelo coreógrafo Rafael Alvarez em Lisboa celebrando 20 anos de actividade regular - aulas semanais, laboratórios de pesquisa, formação e criação e apresentação de projectos coreográficos e espectáculos. Para além das aulas semanais de Lisboa que têm vindo a ser realizadas de forma regular desde 2001, a BODYBUILDERS celebra também 4 anos de implementação deste projecto em Paris através dos Labs Mensais de Criação e Improvisação +55 Anos e dos projectos de criação coreográfica e intercâmbio Lisboa-Paris.

Direcção Artística, Coreografia, Instalação Cénica e Figurinos: Rafael Alvarez
Intérpretes (Lisboa e Paris): Ana Bela Mendes, Anna Giulia Pollini, Alexandre Pappalardo, Brigitte Mechekour, Evelyne Pommerat, Elisabeth Vieira Alvarez, Françoise Houelche, Gisèle Bessac, Isabel Costa Lopes, Isabel Fazenda, Isabel Machado, Isabel Leão, Joëll Wienc, Jean-François David, Lisete Barbiere Figueiredo, Luísa Lima, Lydie Buffa, Pia Rezzaire, Teresa Cabral, Ursula Aguiar, Zulmira Martins
Desenho de Luz: Guilherme Pompeu
Produção e Difusão: Rafael Alvarez | BODYBUILDERS
Gestão Financeira: Sara Lamares
Assessoria de Imprensa: Mafalda Simões
Fotografia e Livro: Elisabeth Vieira Alvarez
Registo Vídeo Espectáculo: Bruno Canas
Design Gráfico: Paulo Guerreiro
Co-produção: BODYBUILDERS | Rafael Alvarez e 23 Milhas/Câmara Municipal de Ílhavo
Parcerias e Acolhimentos: Carpintarias de São Lázaro, EIF(E) - Escola Informal de Fotografia de Espectáculo, Companhia Olga Roriz/Palácio Pancas Palha Apoio à Criação, Edição e Internacionalização: República Portuguesa - Cultura / DGARTES
+infos
https://www.bodybuilders.pt/fū-tsugi-風継ぎ

Labs →
Inscrições abertas para intérpretes/participantes maiores de 55 anos
bodybuilders.rafaelalvarez@gmail.com
Destinatários → Participantes com mais de 55 anos (também aberto a participantes com menos de 55 anos) com ou sem experiência em dança contemporânea, que pretendam desenvolver o seu potencial criativo e performativo através do movimento e da criação em dança contemporânea, valorizando a sua experiência de vida.

PARIS | 50 euros (gratuito para participantes que viajam de Portugal)

LISBOA | 50 euros (gratuito para participantes que viajam da França); 50% de redução para participantes da aula
semanal DANÇA CONTEMPORÂNEA +55 Anos LISBOA)
* A participação em cada Laboratório é independente e a participação nas três apresentações em Paris Lisboa e Ílhavo não é vinculativa.

PARIS - Parc de Bercy
Laboratório de Criação I
17, 18 e 19 Setembro 2021
19 Setembro às 15:00 | Espectáculo (entrada livre)

LISBOA - Carpintarias de São Lázaro (R. de São Lázaro 72)
Laboratório de Criação II
29 Setembro a 2 Outubro 2021
29 e 30 Setembro (quarta e quinta), 14h às 18h
1 Outubro (sexta), 10h às 14h
2 Outubro (sábado), 10h às 13h + 18h às 21h
2 Outubro às 19:00 | Exposição/instalação "UN TSUGI" de Elisabeth Vieira Alvarez,

Inauguração + conversa sobre o livro "UN TSUGI" de Elisabeth Vieira Alvarez / edição
BODYBUILDERS, na Mezzanine das Carpintarias.
2 Outubro às 21:30 | Espectáculo (entrada gratuita mediante reserva antecipada e
levantamento de bilhetes), no Piso -1 das Carpintarias.
Reservas: reservas@csl-lisboa.pt / Tel.: 213815891
+infos:
https://www.carpintariasdesaolazaro.pt


ÍLHAVO - 23 Milhas
Laboratório de Criação III
4 a 9 Abril 2022 | Fábrica Artes Gafanha da Nazaré
9 Abril 2022 | Espectáculo

Rafael Alvarez [1976, Lisboa/Portugal]

Coreógrafo e intérprete, cenógrafo e figurinista, investigador e professor. O seu trabalho coreográfico tem sido apresentado desde 1997 na Europa, América do Sul e América do Norte, Médio Oriente, Ásia e África. Nos últimos 23 anos tem investigado e desenvolvido uma dimensão plástica do movimento e da composição, revelando uma forte componente visual na construção do corpo-espaço e da linguagem coreográfica. Os seus espectáculos destacam-se pelo uso enigmático, simbólico, poético e minimalista do corpo, da dança e do espaço.
Tem investido de forma aprofundada, na relação da Dança com a Comunidade e na dimensão colaborativa da prática artística de diálogo e Intervenção com o mundo. Lecciona desde 1998, Dança Contemporânea – Improvisação/Composição e Dança Inclusiva, desenvolvendo projectos de formação/criação envolvendo estudantes e profissionais de dança, pessoas com deficiência, seniores, pessoas com Parkinson, crianças e artistas em geral.
Coordenador e professor no projecto Dança Contemporânea para Maiores de 55 Anos & Seniores que criou e dirige desde 2001, integrando aulas semanais em Lisboa e laboratórios mensais em Paris.
Coordenador artístico da Plural_Companhia de Dança Inclusiva e professor de dança inclusiva na Fundação LIGA (desde 1998). Neste mesmo contexto é professor nas aulas de dança para seniores do Clube Sénior desta IPSS. Integra desde o inicio da sua criação em 2015, a equipa de professores do Projecto Dançar com Pk - Aulas de Dança para Pessoas com Parkinson (membro do Dance for PD/EUA).
Professor de Improvisação/Composição na FOR Dance Theatre / Companhia Olga Roriz (2017-21). Foi docente na Escola Superior de Educação de Leiria (2004-05). Foi docente convidado na "Pós Graduação de Dança Terapia e Comunicação Não Verbal da Universidade Autónoma de Lisboa. (2005-06). Docente no recém criado Curso de Mestrado em Criação Coreográfica e Práticas Profissionais da Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa (2021-22).
Dirige anualmente desde 2016 um programa de intercâmbio artístico para Maiores de 55 anos e Seniores da região de Lisboa e Paris com actividades de criação coreográfica e apresentação promovido pela BODYBUILDERS em ambas as cidades envolvendo um colectivo de cerca de 25 participantes.

Doutor em Comunicação, Cultura e Arte - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve (tese “BODYBUILDERS: a construção do corpo enquanto objeto artístico”, 2016). Pós-graduado em Ciências da Comunicação – Cultura Contemporânea – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Formado em Realização Plástica do Espectáculo e em Teatro e Educação - Escola Superior de Teatro e Cinema IPL. Tem formação em Dança Contemporânea, Dança Criativa, Dança Inclusiva e Danço-Terapia realizada em Portugal e no estrangeiro. Concluiu programa de formação avançada de professores e creditação do metódo Dance for PD - Dance for Parkisnson’s Disease realizada em Nova Iorque/EUA com o apoio da FLAD e Bial. Foi Bolseiro do Centro Nacional de Cultura na área da Dança/ Criação (2000-2002).
Colaborou com a realizadora Cristina Ferreira Gomes e Luiz Antunes na série documental "Portugal que Dança" que consagra um dos seus episódios à sua obra coreográfica. Colaborou igualmente como performer com a referida realizadora no documentário "À Procura de António Botto".
Investigador Integrado CHAIA, O Centro de História de Arte e Investigação Artística. Foi artista apoiado pelo O Rumo do Fumo (2000- 04) e artista associado da EIRA – Dança Contemporânea e Performance (2005-2016). Co-fundador da ANKA Companhia de Dança Inclusiva de São Tomé e Príncipe. Co-fundador e director artístico da BODYBUILDERS | Rafael Alvarez – Criação e Difusão de Dança Contemporânea.

BODYBUILDERS | Rafael Alvarez é uma estrutura de pesquisa e criação artística criada em 2016 em Lisboa com foco nas dimensões do corpo, da dança contemporânea e da linguagem coreográfica, no cruzamento com outras áreas artísticas e de pensamento-acção. A sua actividade centra-se na produção e difusão do trabalho do coreógrafo/intérprete Rafael Alvarez e do seu percurso profissional de mais de 24 anos, assente numa dinâmica de parcerias e colaborações com outros criadores e outras estruturas de criação, produção e programação em Portugal e a nível internacional.
Para além das vertentes de criação e investigação artística, a BODYBUILDERS investe de forma aprofundada e continuada no desenvolvimento de projectos de diálogo e intercâmbio com públicos alargados na aproximação da Dança Contemporânea à Comunidade, no desenvolvimento e formação de públicos e na formação artística, envolvendo, maiores de 55 anos e seniores, crianças e jovens, pessoas com deficiência/diversidade funcional, não-profissionais, estudantes do ensino superior artístico e vocacional e artistas em geral, nas actividades de formação/criação dirigidas por Rafael Alvarez e co-organizadas pelos seus parceiros. Entende e promove a prática e experimentação artística como espaço plural de intervenção, reflexão e questionamento apostando numa dimensão estética, humana, ética e política do Corpo, como elemento de transformação/interpelação do mundo, agente de mudança de paradigmas e realidades. BODYBUILDERS – corpo em construção, corpo em diálogo.
A BODYBUILDERS é uma estrutura residente no Palácio Pancas Palha/Companhia Olga Roriz
www.bodybuilders.pt

REPLAY e Mapa de Afinidades estreiam, nos dias 17 e 18 de setembro, ma Casa das Artes e no Parque da Devesa Vila Nova de Famalicão.

Setembro é novo mês para celebrar os 20 anos do Cão Danado, com a estreia da peça e a instalação de Mapa de Afinidades, que cria um novo circuito artístico no Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão. A partir do texto original do escritor Afonso Cruz, REPLAY é uma criação de Sara Barbosa e um espetáculo que aborda a construção da cena, em cena.

Também a 18, e associando a comemoração do aniversário do Cão Danado às afinidades e cumplicidades construídas desde 2018 com a equipa do Parque da Devesa, no âmbito do projeto Germinal 2021, é instalado Mapa de Afinidades, um novo circuito artístico que convida o público a sentar-se em cadeiras colocadas em diferentes pontos do parque. Em cada uma das localizações, no Parque da Devesa, vai ser possível aceder a um vídeo criado especificamente para o local por artistas e realizadores, em resposta ao convite do Cão Danado. Na mesma data, e resultando de uma residência artística/artes visuais realizada durante o Germinal 2019, é também instalada no Parque da Devesa uma escultura de Edgar Massul.

O Cão Danado, associação cultural sem fins lucrativos criada em 2001, faz, em 2021, 20 de atividade contínua. É uma estrutura de criação e de produção de artes, que tem vindo a desenvolver o seu trabalho não só na área das Artes Performativas, mas também nas Artes Visuais, Música, Cinema e Formação. Ao longo dos anos tem reunido colaborações das diversas áreas artísticas com um trabalho regular nesta estrutura, mantendo uma permanente renovação, estudo, análise e experimentação, nas abordagens ao objeto e prática teatral nas suas várias disciplinas.

Como plataforma criativa e artística tem-se caracterizado pela pluralidade dos seus elementos, pela forma sinergética como tem vindo a desenvolver a sua programação e os seus projetos, não propondo um método único e redutor de ação, mas respondendo à realidade avaliando-a, adaptando-a, utilizando a sua capacidade de inovação, perceção e reação; pela utilização dos seus recursos para a ação na realidade, e sua transformação; pela constante procura do aperfeiçoamento, com o eterno sentimento de insatisfação; pela necessidade de aprofundamento na investigação, procurando e desenvolvendo através dos seus elementos, pesquisas e participações fora do próprio grupo, pela incessante predisposição para o risco, o rigor, a investigação e experimentação

Monday, 28 June 2021 10:23

Alpha de tiago santos

A curta-metragem estreia, dia 2 de Julho, pelas 21:30, no auditório Mirita Casimiro em Viseu.

Por entre os bosques e florestas da Beira Alta, longe de toda a civilização, algo de muito estranho se passa. Alguém está perdido num cenário dantesco e tenta fugir e sobreviver a eventos que não consegue explicar. Cada passo em direção à liberdade é um passo em direção à ruína.

Tiago Santos
Nasceu em Lisboa, mas desde os seus 8 anos que reside em Viseu. Músico profissional e professor de música, abraça diferentes estilos no universo musical desde a guitarra portuguesa no fado, até ao heavy metal. Fundador da Academia de Fado de Viseu, já tocou em vários palcos dentro e fora do país. Videografo freelancer e autor do canal de Youtube "A Toca do Lobo" com temas ligados à videografia entre outros com vários projetos a decorrer. Para além da música, uma das suas grandes paixões é a videografia e cinematografia.
O seu mais recente projeto chama-se "Alpha" que é uma curta-metragem d'A Toca do Lobo, com sua produção, realização e co-produção de Wolf Productions, projeto co-fundado por si.

 

Trata-se de um programa de intervenção cultural no território aspirante Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira que, vai criar eventos inovadores em 16 concelhos do Algarve, que se prolonga até dia 12 de setembro, marcando o cruzamento de várias disciplinas artísticas, mas também a comunicação entre os agentes culturais, as gentes locais e a população que habitualmente visita o Algarve durante o verão.

A 4 de junho, em Albufeira, às 19h30, a Galeria Municipal João Bailote acolhe “Percurso - 1381 Km2”. Trata-se da estreia absoluta de uma composição musical que representa os 1381 Km2 dos concelhos do território aspirante a Geoparque nos concelhos de Loulé, Silves e Albufeira, da autoria do maestro Armando Mota, peça sonora composta para a exposição fotográfica no mesmo local, “Pelos Trilhos do Algarvensis”, de Rui M.M. Gregório, patente entre 4 de junho e 30 de julho.

A 10 de junho, às 21h30, Silves apresenta “A Terra onde se nasce”, com Pedro Pinto (Reflect), João Mestre e Laura Abel. Através da poesia, música e dança, envolvem-se numa atmosfera multidisciplinar, tendo como base paisagens cuja história se prolonga para lá do horizonte. Partindo da obra de João de Deus, o evento propõe-se explorar camadas artísticas através de uma criação inédita e original.
Ainda em Silves, mas a 12, às 19h00, na antiga escola primária de Monte Boi, Helena Madeira junta a sua harpa a Fly Pontes, especialista em arte mural, para criar “Diálogo”, uma proposta de intervenção artística que tem por objetivo imprimir ao espetáculo um diálogo pictórico universal, de onde ecoam os sons intemporais de personagens do território. Neste evento o público será convidado a assistir à pintura de um mural relacionado com o GeoParque, nomeadamente com o Metoposaurus algarvensis, embalados pelo universo musical etéreo da harpa e do canto.
E em Albufeira, a 12 e a 26, sempre às 09h00 em Paderne, há "Caminhos da Poesia" com Ana Sofia Brito e Mateus Verde, respetivamente, que nos guiam em circuitos pedestres performativos.

Em Loulé, a 13 de junho, a partir das 18h00, Milita Doré inaugura a instalação artística "Colheitas", com o objetivo de sensibilizar sobre a situação social e ambiental que levou ao abandono da cultura de subsistência nos últimos cinquenta anos. Os passeantes são projetados num ambiente de cultivo e de alegria e ao caminhar para a Fonte Benémola poderão avistar, entre árvores e arbustos, alguns patamares ocupados por tiras de tecido amarelo, onde os corpos trabalhavam e se cruzavam numa atividade frenética.

Também em Loulé, na Rocha da Pena e Penina, no dia 17 às 19h00, abre-se a “Montante”, instalação sonora de Vasco Nascimento. É uma obra invisível, instalada em dois locais de convergência das pequenas comunidades que rodeiam a Rocha da Pena. Os caminhantes que se percam profundamente na paisagem, experienciando o lugar com todos os sentidos, poderão tropeçar nos sons que pairam à volta da Fonte dos Amuados na Rocha ou no Largo de Nossa Senhora de Fátima na Penina.

Ainda em Loulé, a 23 de junho, estreia nas profundezas “O osso do mar”, instalação artística, visual e sonora por Miguel Cheta, Christine Henry e João Caiano. Trata-se de um projeto multidisciplinar composto por objetos escultóricos/instalações, imagem em movimento, som e performance na Mina de Sal-gema, em Loulé, a 230 metros de profundidade, um lugar inusitado para fruição de arte contemporânea. O espectador é desafiado a uma descida abissal, ao coração de uma mina, à intimidade da matéria, à imersão no Sal-gema, ao mergulho num mar fossilizado, proporcionando um encontro com o sentido oceânico gravado no sal.

E a fechar o mês de junho, o Geopalcos propõe “Fado & Blues, o casamento na pedreira”, concerto que junta dois guitarristas de estilos bem diferentes, Vítor Bacalhau e Ricardo Martins. Ambos os estilos evocam, à sua maneira, o lamento da alma, com raízes profundas no povo, e essa mistura inusitada criará uma experiência, aparentemente, impossível.

O Geopalcos Arte.Ciência.Natureza é um evento bianual que liga a arte, ciência e natureza com e para as pessoas, pensado a partir da colaboração e participação das populações e dinamizado pelo aspirante Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira, através dos municípios. O projeto surgiu de uma candidatura intermunicipal, liderada pela AMAL, juntando os 16 municípios algarvios e a Direção Regional de Cultura do Algarve.

Friday, 14 May 2021 07:54

X espontâneo online

O Festival Internacional de Teatro de Improviso, apresenta uma edição online e gratuita, entre os dias 13 a 30 de Maio.

O Espontâneo é o único festival em Portugal dedicado exclusivamente à improvisação teatral. Acontece desde 2011, e foi responsável por trazer a território nacional alguns dos nomes internacionais mais relevantes desta arte e ganhou uma enorme relevância internacionalmente, sendo considerado, pela critica especializada, um dos melhores festivais de improvisação do mundo.

No atual contexto pandémico e no ano em que celebra uma década de existência, a edição de 2021 a acontece de 13 a 30 de Maio e não poderá, infelizmente, realizar-se presencialmente. Apesar desta inibição, resolvemos avançar com uma edição muito diferente do habitual, que não pretende substituir em nenhum aspecto a experiência dos espetáculos ao vivo, mas que se destaca por procurar explorar as potencialidades que o universo online proporciona. Como tal, o programa foi dividido em quatro áreas distintas:

Fúsivel - Conversas com convidados nacionais e internacionais sobre processos criativos.

Rewind - Transmissão em streaming de espectáculos de edições anteriores do Espontâneo.

On - Espectáculos em directo
um dos espectáculos é dos ImproMadrid, (um género de um concurso televisivo de perguntas), outro da responsabilidade dos Instantâneos - Vozes da Meia Noite (uma espécie de transmissão de rádio com discos pedidos e com direção do colombiano Gigio Giraldo) e outro é o Zoom Voyerista, pelos Mexicanos Complot Escena (um hacker que invade a privacidade das pessoas através das câmaras do computador).

Interruptor - Três masterclasses ditadas por 3 dos mais reconhecidos mestres de improvisação teatral (Patti Stiles (Austália), Gigio Giraldo (Colômbia) e Javier Pastor (Espanha).

Estes são alguns os destaques desta edição 100% digital e de acesso completamente gratuito. O festival vai acontecer online e em directo, através do site do festival www.espontaneo.pt, e nas nossas redes socias. Espontâneo X é um desafio, uma experiência e uma prova de vida do teatro, num momento em que este não pode existir no seu habitat natural, o palco.

Juntem-se a nós nesta viagem única ao universo paralelo da improvisação. Abaixo segue a nossa lista de convidados para esta edição, contudo pode acompanhar a programação ao detalhe através do site.

SEGMENTO- Fúsivel
Susana Romana (PT)
Rhena Faria (Brasil)
Ash Perrin (Uk)
Jo Claeys (Bélgica)
Piolo Juvera (México)
Julián Bozzo (Espanha)

SEGMENTO - Rewind
7 Espectáculos online
Jardines - Impro Madrid
Passageiro – Gustavo Miranda e César Gouvêa
Montenegro e Iguassú – Marco Gonçalves e Caio Juliano
Broadway´s Next Hit Musical
Les Impro Miserables (Espontâneo em 2017) (Ensemble Intenacional)
To Be or Not To Be Shakespeare (Espontâneo 2018) (Ensemble Internacional)
MultiVerso (Espontâneo 2020) (Ensemble Internacional)

SEGMENTO - On
ImproMadrid ( Espanha)
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Instantâneos (Portugal)

SEGMENTO - INTERRUPTOR
Patti Stiles (Austrália)
Gigio Giraldo (Colombia)
Javier Pastor (Espanha)

https://www.espontaneo.pt/

Wednesday, 28 April 2021 08:57

A Animar esta a bombar

Pelo 16º ano consecutivo, celebramos a ANIMAR, de 3 de Maio a 20 de Junho, um projeto educativo que ano após ano, tem vindo a afirmar-se na região Norte de Portugal, no espaço solar, em Vila do Conde.

Nesta 16ª edição, destacamos a obra de João Gonzalez, Natália Azevedo Andrade e Júlia Ocker, a quem dedicamos uma exposição no espaço solar.

Este projeto privilegia o cinema para o público mais jovem que é o principal objetivo do ANIMAR, para o efeito convida realizadores, produtores e outros personagens do mundo do cinema a partilhar a sua experiência profissional com alunos da região, através de workshops e ateliês. Para além duma exposição e várias atividades a realizar na Solar, na Galeria de Arte Cinemática, propomos uma viagem ao pré-cinema a ocorrer em escolas de todo o país (kit escolas), e estaremos pela primeira vez com uma programação online em: https://online.curtas.pt/

Neste evento propomos 5 programas distintos, de curtas metragens animadas

Animação Portuguesa no século XXI: secção que celebra o presente do Cinema de Animação e antecipando o seu futuro, a ANIMAR apresenta esta secção, que parte de uma seleção de filmes de animação nacional das primeiras décadas do século XXI, seriada pelos realizadores João Gonzalez e Natália Azevedo Andrade. Tal como o nome indica, "Animação Portuguesa no Séc.XXI" pretende compilar algumas das mais relevantes obras de animação produzidas em Portugal, fruto de diferentes contextos, estilos de animação e múltiplas visões da realidade.

Curtas Julia Ocker: uma presença regular no Curtas Vila do Conde, Julia Ocker apresenta na ANIMAR algumas das suas mais recentes obras. 11 breves curtas-metragens, cada uma com o nome de um animal, prometem muita animação. Venha conhecer a história do cordeiro que salta de uma aventura para outra ou do caranguejo que adora beliscar tudo e cada um. Uma divertida secção para toda a família.

Curtas João Gonzalez: com apenas dois filmes realizados, João Gonzalez é já um dos mais jovens talentos do cinema português de animação. Nesta secção, encontramos "The Voyager", primeiro filme e projeto final de licenciatura do realizador que se estreou no Curtas Vila do Conde, em 2017. Esta obra que conta com uma performance ao vivo em piano sempre que possível, obteve 11 prémios em festivais nacionais e internacionais, incluindo BFI Future Film Festival, CINANIMA e MONSTRA. Segue-se a curta metragem "Nestor" (2019), sobre um homem com vários comportamentos obsessivo-compulsivos, que vive num barco-casa instável que nunca para de oscilar.

Curtas Natália Azevedo Andrade: Natália Azevedo Andrade apresenta na ANIMAR as suas mais recentes curtas metragens "Within" (2015), "Hereafter" (2016) e "Lascas" (2020), todas exibidas nas várias edições do Curtas Vila do Conde. "Within" trata-se da primeira obra da realizadora, licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, sobre uma bailarina que perde o ritmo. Seguem-se "Hereafter" e "Lascas" realizadas no âmbito do Mestrado em Animação na Moholy-Nagy University of Art and Design Budapest.

Curtas Tânia Dinis: Tânia Dinis apresenta na ANIMAR uma reflexão sobre o universo familiar, enquadrando-se na sua componente de formação e criação artística. "Não são favas, são feijocas"(2013), "Laura"(2017) e "Teresa" (2017) são obras que cobrem uma área cinzenta, no que respeita ao género, encontrando-se entre a ficção, o documentário, o experimental e os filmes de arquivo. A artista tem vindo, desde 2011, a desenvolver um trabalho de pesquisa e criação, sobre intimidade, arquivo de família, documento, relação tempo-imagem-memória-sonho, entre outros.

A programação completa da ANIMAR 16 estará disponível em: https://online.curtas.pt/

O pass online, que dá acesso a mais de 50 curtas-metragens e conteúdos exclusivos, poderá ser adquirido aqui, por apenas 4€.

Wednesday, 21 April 2021 17:17

Os rockeiros da dona elvira

Estive à conversa com os Dona Elvira, muito antes da pandemia, sobre os seus discos e a forma como encaram a sua música. 

Trata-se de uma banda que se mantém inalterada desde a sua génese, como eles próprios gostam de realçar, com a voz e letras de Paulo Lawson, guitarras e vozes de Tiago Caldeira, teclados e coro de Francisco Durão, no baixo o Sérgio Martins e na bateria António Oliveira. Falamos sobre música, de rock em português e do seu álbum de estreia, “Histórias e segredos” e ainda houve tempo para abordar o segundo trabalho discográfico que se intitula, “Compromisso”.

 
Tuesday, 30 March 2021 15:39

Hide de sam riley & the slowriders

O novo single de Sean Riley & The Slowriders, o novo álbum chega a 9 de Abril.

Hide foi uma das primeiras canções escritas para o novo disco de Sean Riley & The Slowriders e foi uma importante referência naquele que é o som e estética deste novo trabalho que chegará às lojas a 9 de Abril.

O ano de 2020 viu o lançamento do disco ser adiado e a banda regressa agora com HIDE, um título que acaba por refletir a estranha realidade que vivemos hoje.

O visualizer, realizado por, lowtiagohigh, ilustra o tema e a saudade coletiva de voar, de ser livre. Numa cadência simples de imagens cuidadosamente escolhidas está também refletida a viagem pessoal da banda. "Quando a vida te troca as voltas e parece que vais aterrar só que não."

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