A Look at the Portuguese World

ptenfrdees

 

h facebook h twitter h pinterest

Pedro mexia vence grande prémio ape

Written by  Rita Pina ft direitos reservados

O jornalista vence prémio literário com obra intitlulada "Crónicas e dispersos literários". A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no dia do município de Loulé, 30 de maio, pelas 9h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Um júri constituído por Carina Infante do Carmo, Isabel Cristina Rodrigues e Liberto Cruz decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Literatura APE/C.M. de Loulé, Crónica e Dispersos Literários ao livro “Lá Fora”, de Pedro Mexia. Da ata destaca-se ter sido atribuído o prémio: “… é um livro de crónicas de um intelectual no mundo de hoje, observando esse mesmo mundo por intermédio da arte (literatura, música, cinema) como coisa íntima e reclusa de si. A elegância da escrita da obra escolhida reverte a favor do apresso da forma aorística e da recoleção em livro dos dispersos publicados na imprensa.”
O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição em Portugal, no ano de 2018. Na presente edição, o valor monetário deste galardão aumenta para o autor distinguido – 12 mil euros. O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários distinguiu já os autores José Tolentino Mendonça, Rui Cardoso Martins e Mário Cláudio. 

Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. Crítico literário e cronista nos jornais “Diário de Notícias” e “Público”, escreve atualmente no semanário “Expresso”. É um dos membros do “Governo Sombra” (TSF/TVI24), e coautor, com Inês Meneses, de “PBX”, um programa da Radar e podcast do “Expresso”. Foi subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa. Publicou seis livros de poesia, antologiados em “Menos por Menos” (2011), a que se seguiu “Uma Vez Que Tudo se Perdeu” (2015). Editou os volumes de diários “Fora do Mundo” (2004), “Prova de Vida” (2007), “Estado Civil” (2009) e “Lei Seca” (2014), e as coletâneas de crónicas “Primeira Pessoa” (2006), “Nada de Melancolia” (2008), “As Vidas dos Outros” (2010), “O Mundo dos Vivos” (2012), “Cinemateca” (2013) e “Biblioteca” (2015). No Brasil, saíram “Queria mais é que chovesse” (crónicas, 2015) e “Contratempo” (poesia, 2016).
Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, “Contemplação Carinhosa da Angústia”; a antologia “Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa” (com José Tolentino Mendonça); e “O Homem Fatal”, crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams e Martin Crimp. Coordena a coleção de poesia da Tinta-da-china. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.

Leave a comment

Make sure you enter the (*) required information where indicated. HTML code is not allowed.

FaLang translation system by Faboba

Podcast

 

 

 

 

Eventos


loading...