A Look at the Portuguese World

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Yvette Vieira

Yvette Vieira

Monday, 12 November 2018 15:26

Tiro e queda

O filme mais "gargalhófico" do séc. XXI produzido por Leonel Vieira, com Eduardo Madeira e Manuel Marques.

DOIS HOMENS. UMA MISSÃO. QUAL MISSÃO? NINGUÉM SABE. NEM ELES PRÓPRIOS.

"TIRO E QUEDA" é o filme sobre o qual nos avisaram para ter cuidado quando éramos petizes. Tem amor erótico-libidinoso, tem ação ‘cabriólica’ e comédia ‘gargalhófica’. O que se pode pedir mais de um filme? Muita coisa. Mas deste não.

Eduardo Madeira e Manuel Marques são os protagonistas de “Tiro e Queda”. A nova comédia produzida por Leonel Vieira e realizada Ramón de Los Santos estreia nos cinemas nacionais a 29 de Novembro.

"TIRO E QUEDA" é uma comédia para o grande público, com um humor mordaz e satírico à atualidade portuguesa, juntando a tradição da comédia nacional com a modernidade dos humoristas contemporâneos. O filme enquadra-se na tradição das duplas cómicas da história do cinema, resultado de uma adaptação da peça de teatro com o mesmo nome.

Após o êxito de ‘Pátio das Cantigas’, o filme português mais visto de sempre com 608 mil espectadores, e de ‘Filme da Treta’ que imortalizou a dupla Tony e Zézé, Leonel Vieira regressa à produção de mais uma comédia nacional.

Do elenco de "TIRO E QUEDA"fazem ainda parte Carla Vasconcelos, Gabriela Barros, Henriqueta Maya e José Eduardo, com guião de Filipe Homem Fonseca e Eduardo Madeira. O filme foi rodado em Viana do Castelo.

 

SINOPSE


Eddie e Manecas são dois grandes amigos dotados de uma estupidez “galáctica”. E juntos revelam-se um verdadeiro desastre.

No bairro conhecido como “Camboja”, onde vivem sob o comando de suas mulheres, Eddie e Manecas tem em comum uma vida dupla, mas ignoram que Rute e Guidinha não são tão estúpidas quanto eles.

Ao receberem a mensagem em código - K4-37, arriscam-se numa missão secreta e viajam até Viana do Castelo onde, depois de instalados num estranho hotel, recebem a visita de uma mulher misteriosa e singular, que os informa sobre a missão a cumprir: “eliminar dois alvos”.

Para este trabalho clandestino, Eddie e Manecas devem dirigir-se para o Navio Gil Eanes e contornar as medidas de segurança.

As mulheres acabam por lhes seguir o rasto e Eddie e Manecas terão que enfrentar um fim vergonhoso.

Mas serão eles dois verdadeiros atiradores profissionais? Ou apenas dois tipos que disparam uma hilariante e inteligente sátira à sociedade portuguesa?

Saturday, 10 November 2018 14:10

Os ídolos da nossa juventude

Wednesday, 07 November 2018 13:49

Gatronomia de bordo em ílhavo

De 14 a 18 de novembro o Município de Ílhavo dinamiza a Gastronomia local, através do Festival Gastronomia de Bordo. Evento que projeta para os dias de hoje a gastronomia . os seus sabores e costumes, tradicionalmente produzida a bordo das embarcações de pesca longínqua, costeira e lagunar com a mentoria da chef Patrícia Borges, docente na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar e chef nacional especialista em peixe.

Repartido por três momentos, este festival apresenta as particularidades locais e as dimensões coletivas, numa oportunidade para a degustação dos paladares marítimos, que teve início, em outubro, em Peniche e que terminará, em dezembro, na Murtosa.

O programa de 14 a 18 de novembro é constituído por atividades que têm como objetivo relembrar a história e tradição da região na pesca ao bacalhau em locais longínquos, nomeadamente nos mares frios do Atlântico Norte. Considerada a Capital Nacional do Bacalhau, Ílhavo, e os 14 restaurantes aderentes mostrarão as refeições que eram servidas a bordo dos bacalhoeiros, normalmente com as partes consideradas menos nobres do bacalhau. É o caso do samos, das caras, das línguas e da chora (sopa de cabeças ou caras de bacalhau).

Nos três dias dedicados à gastronomia de Bordo haverá ainda tempo para realizar visitas gastronómicas e históricas orientadas por especialistas dos sabores e da história da região.
A primeira visita está agendada para as 18h30 do dia 14 e consiste num passeio orientado de bicicleta à Costa Nova do Prado, sendo o ponto de encontro no Cais Criativo Costa Nova. Trata-se de uma visita gratuita que apenas necessita de inscrição prévia, com a Organização a disponibilizar bicicletas.

No dia seguinte o ponto de encontro será às 17h30m no Porto de Pesca Costeira, na Gafanha da Nazaré e será feita uma visita pedestre à Lota e às restantes instalações da Docapesca, no Porto de Pesca Costeira. Neste caso a visita implica a inscrição e o pagamento do evento.
Na sexta-feira, dia 16, os visitantes poderão fazer uma visita orientada pedestre ao centro de urbano de Ílhavo. O ponto de encontro está marcado para as 18h15 no Largo da Igreja Matriz.

As visitas gastronómicas estão agendadas para o fim-de-semana. No sábado às 15 horas será feito uma passeio orientado de bicicleta aos estaleiros Delmar Conde e Carmonáutica, com um custo de 8 euros/pessoa. O ponto de encontro será no Largo da “Bruxa”, na Gafanha da Encarnação, às 15 horas.
O último passeio tem como temática as viagens de sabores e de bacalhau e consiste numa visita orientada náutica e pedestre ao porto de pesca costeiro e a empresa de transformação alimentar do bacalhau – Bacalhau Barents, com degustação preparada pelo chef Ricardo Marques (Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel). Terá início às 10 horas, no Miradouro do Forte da Barra, na Gafanha da Nazaré.

 

“Sentidos de Mar” apresenta-se como programa complementar ao Festival Gastronomia de Bordo

“Sentidos de Mar” é uma nova iniciativa da Câmara Municipal de Ílhavo, incluída na atividade do Museu Marítimo de Ílhavo, que contempla visitas orientadas (maioritariamente no exterior do museu) como programa complementar ao Festival Gastronomia de Bordo, com início marcado para esta quarta-feira, 14 de novembro.
Até ao final deste ano e prolongando-se até 2020, a pretexto do mar, das pescas e das comunidades serão promovidos um conjunto de circuitos orientados (pedonais, de bicicleta ou em lancha) que irão experimentar e visitar o património marítimo e iconográfico do Município de Ílhavo, incluindo o religioso, bem como outros aspetos muito particulares e relevantes, mas menos abordados, da cultura marítima local. Será uma forma diferente, com muitas surpresas, de descobrir e valorizar e história e identidade seculares ilhavenses.
No dia do arranque do Festival Gastronomia de Bordo, dia 14 de novembro, Sentidos de Mar irá descobrir que a Costa Nova é mais do que os tradicionais Palheiros(18:20 horas). Desde o início da ocupação humana a 2018 muito se alterou naquela praia. Quem foram, e, principalmente, quem são, os reais habitantes desta Costa Nova? Será um passeio de bicicleta, no final do dia, para melhor redescobrir o que pensamos conhecer bem.
No dia 15, pelas 17:30 horas, terá lugar um passeio pedestre orientado no Porto de Pesca Costeira, com visita à Lota e possibilidade de assistir a um leilão e contactar com os protagonistas desta saga diária que zelam pela qualidade do peixe. O Porto de Pesca é o palco maior do circuito dos peixes da costa. Entre a pesca e a distribuição, que fazem chegar o peixe a cada casa, há uma série de etapas a cumprir para garantir a qualidade do que se come.
Na sexta-feira, dia 16 de novembro, pelas 18:15 horas, haverá um passeio pedestre orientado no centro urbano de Ílhavo que percorrerá os caminhos da procissão do Senhor Jesus dos Navegantes e levará a descobrir o que de mais genuíno e puro tem esta tradicional e genuína devoção.
O fim de semana reserva espaço para três iniciativas do “Sentidos de Mar”.
No sábado, dia 17 de novembro, e a integrar as comemorações do Dia Nacional do Mar, haverá, pelas 10:00 horas, uma visita gastronómica orientada, com degustação, ao Museu Marítimo de Ílhavo para descobrir e provar os sabores do passado das pescas longínquas nacionais. Pelas 16:00 horas, será a vez de visitar dois estaleiros de tecnologia e construção naval, dois posicionamentos muito distintos, ancorados nas técnicas do passado que asseguram uma melhor ação no presente e melhor planeamento no futuro.
Domingo, dia 18, pelas 10:00 horas, terá lugar uma viagem repleta de sabores e Bacalhau. Literalmente, embarca-se nesta aventura de descoberta do Porto Bacalhoeiro e do seu protagonista: o bacalhau. Haverá lugar a uma visita à empresa Barants e à degustação do Bacalhau preparado pelas mãos do chef ilhavense Ricardo Marques.
Em 2018 o ciclo de iniciativas encerra com um passeio pedestre orientado no centro urbano de Ílhavo, no dia 25 de novembro (10:00 horas). O território urbano labiríntico instiga à curiosidade da história e estórias que conduzem à procura da lógica e do sentido das vidas dos protagonistas da Faina Maior.

PROGRAMA COMPLETO

14 novembro, quarta-feira, 18h20
Costa Nova do Prado, mais do que os palheiros...
Passeio ciclável orientado na Costa Nova do Prado.
Gratuito.
Bicicleta disponibilizada pela organização

15 novembro, quinta-feira, 17h30
No Porto de Pesca Costeira, o circuito dos peixes
Passeio pedestre orientado no Porto de Pesca Costeira com visita à Lota.
Pagp

16 de novembro, sexta-feira, 18h15
Ílhavo, caminhos da procissão do Senhor Jesus dos Navegantes
Passeio pedestre orientado no centro urbano de Ílhavo.
Pago

17 de novembro, sábado, 10h00
Gastronomia de Bordo no Museu
Visita gastronómica orientada ao Museu Marítimo de Ílhavo por José Gomes Ribeiro, Álvaro Garrido e Patrícia Borges. Com degustação.
Pago

17 de novembro, sábado, 15h00
Tecnologia e técnica da Construção Naval – passado vs presente
Passeio orientado ciclável nas Gafanhas da Encarnação e do Carmo, com visita aos estaleiros Delmar Conde e Carmonáutico                                                                                                                        Pago                                                                                                                                                                                                                                                                                                            Bicicleta disponibilizada pela organização

 

18 de novembro, sábado, 10h00
Viagens de sabores e bacalhau
Passeio de barco e pedestre com visita à Bacalhau Barents e degustação de Bacalhau.
Transporte de barco disponibilizado pela organização                                                                                                                                                                                                                                             Pago

25 de novembro, domingo, 10h00
No centro de Ílhavo, história e "estórias" da terra e do mar...
Passeio pedestre orientado no centro urbano de Ílhavo.                                                                                                                                                                                                                                        Pago

 

Estas ações inserem-se no projeto “Territórios com História: o mar, a pesca e as comunidades - programação cultural em rede dos municípios de Ílhavo, Peniche e Murtosa”, cofinanciado pelo CENTRO2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

As inscrições, sujeitas a confirmação e limitadas, podem ser efetuadas no Museu Marítimo de Ílhavo (234 329 990 ou em visitas.mmi@cm-ilhavo.pt) e incluem guia, seguro e cedência de bicicleta. A idade mínima recomendável é a de 12 anos. As atividades têm a duração estimada de duas horas.

Wednesday, 07 November 2018 10:53

Exposição de duarte belo na casa da memória

 

A fotografia, a música, bem como o espaço e o movimento, são alguns temas em destaque na programação de novembro da Casa da Memória (CDMG). Duarte Belo, nome de referência no campo da fotografia, é o guia de visita deste mês, no mesmo dia em que é inaugurada a sua exposição “Depois do tempo”, uma mostra que percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia feita em 1988, até ao presente, para mostrar Guimarães e a sua paisagem envolvente.

No dia 17, o ciclo de conversas “Memórias da Memória” terá Ana Paixão como convidada, que nos falará sobre a memória no campo da música. No “Domingos em Casa” deste mês (dia 18), as famílias serão desafiadas a descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da CDMG.

A Casa da Memória inaugurou este sábado, 03 de novembro, às 17h00, uma exposição de Duarte Belo que percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente, que procura descrever a cidade de Guimarães e a sua paisagem envolvente. Autor de um acervo de mais de um milhão de imagens de todo o Portugal continental e ilhas desde 1982, devidamente catalogado e organizado, Duarte Belo é, sem dúvida, um nome de referência na compreensão visual do território português nos últimos trinta e cinco anos.

Intitulada “Depois do tempo”, esta exposição é um diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar. A exposição poderá ser visitada de terça a domingo, até ao dia 30 dezembro.

A propósito da inauguração da sua exposição, Duarte Belo é o guia de visita deste mês, altura em que nos falará sobre a sua memória visual de Guimarães, cidade que fotografa regularmente desde o final da década de oitenta.

No dia 17, às 17h00, o ciclo de conversas “Memórias da Memória” convida Ana Paixão para abordar a ligação entre música e memória. A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória. Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si. A composição tece-se nesse permanente entrelaçado de sons apreendidos que alternam com secções novas. Por que é que nesse jogo ininterrupto, entre memória e inovação, a música nos faz vibrar e nos toca? Ana Paixão é doutorada em literatura comparada com uma tese sobre «Retórica e técnicas de escrita literárias e musicais em Portugal - séculos XVII e XIX». Investigadora do Centro de Estudos de Sociologia e de estética musical da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na Universidade de Paris III e no Conservatório nacional em Lisboa. Desde 2010, ensina na Universidade de Paris 8 e dirige a Casa de Portugal - André de Gouveia.

Como habitualmente, o penúltimo domingo do mês traz-nos uma nova oficina para toda a família. No Domingos em Casa de novembro, dia 18, às 11h00, serão exploradas técnicas de movimento e da interação dos eixos corpo-espaço-objeto. Quanto espaço ocupa o meu corpo? Que marcas deixo nos espaços por onde percorro? Como registar o espaço que ocupo? Nesta oficina, miúdos e graúdos irão descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da Casa da Memória e deixar lá a memória dos seus corpos. Orientado por Melissa Rodrigues, este Domingos em Casa é dirigido a maiores de 3 anos.

Saturday, 03 November 2018 11:32

Saudade - back to fado

O Cine-Teatro Louletano volta a apostar no universo da dança contemporânea trazendo a palco uma companhia de referência a nível nacional, a Quorum Ballet, que terá lugar no próximo dia 9 de novembro, pelas 21h30.

Trata-se de um trabalho singular com direção artística e coreografia do prestigiado Daniel Cardoso, sendo a absoluta estreia no Sul do país desta nova criação que cruza música ao vivo com performance e dança contemporânea.
Trata-se de uma peça coreográfica inspirada na obra literária de Luís Vaz de Camões. Na verdade, "Saudade" pretende voltar à origem, numa mistura de sentimentos, pedaços de dor, alegria, solidão, amizade, desamparo e amor. E tudo isto deixando-nos levar pelas 12 coradas de uma guitarra portuguesa.
Na sinopse de "Saudade - Back to Fado" dizem os autores que se trata "da dor de uma ausência, do desejo de algo ou de alguém de que se está privado. É nostalgia, melancolia, lembrança de pessoas ou coisas distantes ou até extintas, e o grande desejo de tornar a elas”.
O preço dos bilhetes é de 10 euros, passando para 8 euros no caso dos maiores de 65 e menores de 30 anos. O Cartão de Amigo é aplicável a este evento. O espetáculo tem uma duração aproximada de 90 minutos (com intervalo) e dirige-se a maiores de 6 anos, sendo que têm entrada gratuita, mediante a disponibilidade da sala, os jovens com 18 anos ou que ainda venham a fazer 18 anos no presente ano no âmbito do projeto “És Cultura 18!”.

Thursday, 01 November 2018 14:42

Crónicas de el rey d.sebastião

No dia 6 de Novembro, às 18.00, no Colégio dos Jesuítas do Funchal.

Através na Imprensa Académica, que tem como principais objectivos libertar das fronteiras das universidades o conhecimento que deve ser de todos a Associação Académica vai editar uma obra coordenada pelo Prof. António Brehm e comentada pelos historiadores Rui Carita e Cristina Trindade, "A CRÓNICA DE EL-REI D. SEBASTIÃO", da autoria de Miguel Pereira.

Trata-se do mais antigo relato, sobre a vida e o reinado de D. Sebastião, que chegou até nós, nunca publicado em livro, que recebe, nesta edição, o prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins, antigo ministro e presidente do Tribunal de Contas.

Com a morte de D. Sebastião, em 1578, começa a ser edificado e difundido um mito, que se quer profético, sobre o seu retorno para salvação nacional. Desde o jesuíta António Vieira, até ao poeta Fernando Pessoa, muitos foram os intérpretes e articuladores da difusão do mito Sebástico.

A apresentação da obra quer-se como um espaço de diálogo e de reflexão, fugindo à tradicional prelecção sobre o autor e o livro, incluindo neste caso em particular os comentadores desta reedição. Pretende-se, essencialmente, um espaço de discussão livre sobre a actualidade, sobre o passado e o futuro procurando responder à questão: Precisamos ser salvos?

Na conversa, coordenada por Andreia Micaela Nascimento, participarão Violante Saramago Matos, Nélson veríssimo, José Martins Júnior, Nicolau Fernandes, Nuno Morna e Vera Duarte.

Sobre a obra

"A CRÓNICA DE EL-REI D. SEBASTIÃO" que agora se publica é um documento essencial para o conhecimento de um dos momentos mais complexos e dramáticos da história portuguesa. O códice número 477, da Biblioteca Nacional de Portugal, intitulado “Crónica de El Rei Dom Sebastião, Décimo Sexto Rei dos de Portugal na qual se contém, por maior, os sucessos do seu Reinado e vida”, da autoria de Miguel Pereira (1584), constitui o mais antigo relato, sobre a vida e o reinado de D. Sebastião, que chegou até nós. A Crónica corresponde a um roteiro essencial sobre um período histórico que melhor ficamos a conhecer – merecendo por isso uma especial atenção por parte dos estudiosos e do público em geral. O texto cobre 59 capítulos curtos, onde se referem os elementos mais significativos da vida do Rei Desejado, contendo um precioso conjunto de notas que lhe dão um especial sentido para a compreensão dos acontecimentos e da personalidade de D. Sebastião. Do autor pouco ou nada se sabe, exceto que quis escrever estes apontamentos, marcas indeléveis de uma vida curta que tinha de acabar numa tragédia, servindo assim de epítome daquele curto reinado.

Tuesday, 23 October 2018 11:52

Árvores podem melhorar ar no Porto

Investigação do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro sobre qualidade do ar no Porto pode melhorar com árvores estrategicamente plantadas

Quando colocados estrategicamente os espaços verdes têm um enorme potencial para melhorar a qualidade do ar nas cidades. A conclusão é de uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) que na cidade do Porto estudou o potencial das zonas verdes para reduzir as concentrações de dois dos principais poluentes das cidades nacionais: o dióxido de azoto e as partículas em suspensão no ar. Só estes dois poluentes poderiam ser reduzidos em cerca de 20 por cento com a ajuda da Natureza.

Publicado este mês na revista Atmospheric Environment, o estudo centrou-se no Porto, mais concretamente no bairro do Batalhão dos Sapadores na Rua da Constituição, onde os investigadores do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da UA, e através de modelos numéricos previamente desenvolvidos, simularam a substituição de um bloco de edifícios por um parque verde urbano de 570 metros quadrados.

O trabalho previu os efeitos que a zona verde teria sobre dois dos principais poluentes e ambos emitidos pelo sector dos transportes: as partículas em suspensão suficientemente pequenas para serem inaladas e o dióxido de azoto, poluentes que no Porto, e de uma forma geral nas cidades portuguesas, são os mais preocupantes para a saúde pública.

As conclusões não deixam dúvidas: a existência de uma área urbana junto à Constituição permitiria reduzir, em média, as concentrações de partículas em suspensão no ar em 16 por cento e de dióxido de azoto em 19 por cento, reduções essas que serão maiores ou menores dependendo das condições meteorológicas que se verificarem.

A mesma necessidade por espaços verdes estrategicamente posicionadas se aplicará não só a outras zonas da cidade do Porto como também a outras cidades nacionais. É que apesar das particularidades da morfologia urbana (edifícios, árvores e estradas) da zona portuense onde foi realizado o estudo, e que têm um papel preponderante no microclima urbano e, consequentemente, na qualidade do ar, os modelos numéricos e o método usado pelos investigadores da UA podem ser utilizados em qualquer área urbana.

Planear o território a pensar na qualidade do ar
“Estes resultados são explicados pela introdução de árvores que sendo elementos porosos, ao contrário do que acontece com os edifícios, promovem um aumento da velocidade do vento na região em estudo aumentando, consequentemente, a dispersão dos poluentes atmosféricos”, aponta Sandra Rafael, a investigadora que assina o trabalho do CESAM juntamente com Bruno Vicente, Vera Rodrigues, Ana Miranda, Carlos Borrego e Myriam Lopes.

Este estudo permitiu concluir, “através de uma análise quantitativa, o potencial das soluções baseadas na Natureza para a melhoria da qualidade do ar nas cidades, demonstrando que estas podem e devem ser consideradas como um instrumento de gestão da qualidade do ar pelos decisores políticos”, apela Sandra Rafael.

Para além disso, é evidenciado neste estudo que “os benefícios destas soluções estão diretamente dependentes de um adequado ordenamento do tecido urbano”. Isto significa que “o planeamento do território, como é exemplo a seleção do local e áreas a aplicar estas soluções, entre outros fatores, é imprescindível, requerendo que as medidas sejam avaliadas antes da sua implementação, o que só é possível através de modelos numéricos”.


“A qualidade do ar à escala local depende fortemente das singularidades de cada área urbana, pelo que a morfologia do território, onde se enquadra a presença da vegetação, e as condições meteorológicas locais são fatores preponderantes. Estamos a falar de um escoamento atmosférico complexo cujo comportamento varia hora a hora”, aponta a investigadora. Apesar desta complexidade, Sandra Rafael garante que “temos hoje disponíveis um conjunto de ferramentas e de conhecimento que nos permitem apoiar a decisão política nesta temática”.

Assim, os resultados deste estudo reforçam a necessidade de integrar o conhecimento e as ferramentas científicas no planeamento urbano, para otimizar o papel das soluções baseadas na Natureza na melhoria da qualidade do ar e da qualidade de vida dos cidadãos. Sabendo que mais de 75 por cento da população europeia vive e viverá em áreas urbanas e conhecendo hoje os efeitos da poluição atmosférica na saúde humana, “é imprescindível garantir um ar de qualidade nas nossas cidades”.

“Sabemos hoje que as designadas soluções baseadas na Natureza para a melhoria da qualidade do ar em ambientes urbanos permitem assegurar múltiplas funções e benefícios num mesmo espaço, podendo ser mais eficientes em termos de custo-benefício”, aponta Sandra Rafael.

Tuesday, 23 October 2018 11:33

Aumentam queixas na saúde em Portugal

As queixas dos utentes aos serviços de Saúde aumentaram significativamente. Entre janeiro e setembro de 2018, chegaram ao Portal da Queixa, maior rede social de consumidores de Portugal ,cerca de 2034 reclamações dirigidas ao setor da Saúde, verificando-se um aumento na ordem os 72%, comparativamente com o período homólogo.

O mau serviço prestado - tanto nas unidades de saúde do serviço público, como no serviço privado - apresenta-se como o principal motivo de reclamação da maioria dos consumidores. Dentro do setor, os serviços de saúde mais reclamados são os organismos públicos: hospitais, maternidades e centros de saúde e, por fim, os grupos de saúde privados.

Reclamações de janeiro a finais de setembro

2017    2018        % variação

Hospitais e maternidades

356    572              61%

Centros de saúde

229    345            51%

Grupos de Saúde Privados

149    261            75%

Aumento de 61% do número de reclamações a hospitais e maternidades

 

Mau atendimento, ou falta dele, é o principal motivo das reclamações dos portugueses (130 queixas). Segundo a análise feita às reclamações recebidas pelo Portal da Queixa, ao invés de se depararem com um atendimento cuidado, atencioso e informado, os utentes são alvo de um mau atendimento e, por vezes, não obtêm qualquer tipo de resposta, esclarecimentos, nem sequer a prestação do serviço.

O elevado tempo de espera é, também, um dos motivos mais apontado, como é possível verificar na reclamação registada no Portal da Queixa:

“(…)A minha esposa e eu optámos infelizmente por ter o parto do nosso filho na Maternidade do HSFX, tínhamos boas referências e fomos visitar, gostámos das instalações, mas o que para nós deveria ter sido um momento inesquecível tornou-se um pesadelo. Mais de 48h numa sala de partos, a enfermeira afirma que não tem culpa das dores que a minha esposa estava a sentir, muito mal educada! Abandonados na sala de parto, o médico passou uma vez nas 48h e outro apareceu para fazer o parto e nos momentos em que chamávamos as enfermeiras, a demora era sempre acima de 20 minutos, pois estava tudo na conversa, risada e gritos na zona dos médicos/enfermeiros(...)” - João Viegas de Carvalho sobre o Hospital São Francisco Xavier

Mais de 100 reclamações dirigidas aos hospitais públicos e maternidades públicas do país, referem-se à falta de informação e esclarecimentos dados pelos serviços aos utentes, bem como a falta de condições e triagem mal feita.

“O nosso sistema nacional de saúde é uma miséria, mas as pessoas que nele trabalham ainda conseguem deixá-lo pior! Ando desde segunda feira a tentar ligar para o Centro de Mama do Hospital e nunca, mas nunca até agora fui atendida. Não liguei uma, nem duas, nem três vez... passo os dias (literalmente) a ligar para lá e nada... aquela funcionária, coitada não consegue atender uma chamada sequer!! Estamos a falar do centro de mama, um centro criado para dar respostas céleres aos doentes com cancro, que é o caso! É uma vergonha!!!! Quando não estou a ligar directamente para o centro de mama ligo para o número do São João e é mais do mesmo.... chama, chama, chama... mas não há uma alma naquele hospital capaz de atender uma chamada!!! Como isto é possível???? Uma semana a ligar para lá...” – Susana Pereira sobre Hospital de São João no Porto

Falta de meios ou equipa técnica de saúde, negligência e o tempo de espera para remarcar uma consulta são, também, alguns dos motivos apresentados pelos utentes portugueses sobre os hospitais e maternidades.

“Após quase 12h em trabalho de parto, decidiram levar-me para o bloco em que tentaram que o meu bebé nascesse com fórceps, mas acabou por nascer a ventosas (estava muito subido). Além de lhe fazerem uma ferida na cabeça, teve de ser reanimado e, consequentemente ficou 9 dias internado nos Cuidados Intermédios da Neonatologia, pois apanhou uma bactéria no sangue por estar tanto tempo para nascer, sem líquido amniótico. Ontem, passado mais de um mês, quando a lavar-me no banho, senti um corpo estranho na zona genital e qual não foi o meu espanto quanto retirei uma compressa. Inadmissível!” - Marta Fartura sobre Maternidade Dr. Alfredo da Costa

Reclamações a hospitais e maternidades

Motivos    2018   -    % representa

Mau atendimento ou falta do mesmo

130                             23%

Tempos de espera

122                            21%

Falta de informação/esclarecimentos

105                           18%

Falta de condições

63                             11%

Triagem mal feita

57                             10%

Falta de meios ou equipa técnica de saúde

44                               8%

Negligência

28                              5%

Remarcação consultas / espera marcação

23                             4%

Centros de Saúde com um aumento de 51% do número de reclamações

Desde mau atendimento, falta de atendimento telefónico ou falta de médico de família, são vários os motivos que inquietam os consumidores nos centros de saúde por todo o país.

Reclamações a centros de saúde

Motivos  2018     -      % representa

Mau atendimento ou falta do mesmo

130                               38%

Remarcação consultas / espera marcação

77                                22%

Sem atendimento telefónico

38                               11%

Falta de informação/esclarecimentos

36                               10%

Sem médico de família

18                                5%

Grupos de Saúde Privados não são exceção

Desde o início do ano, já chegaram ao Portal da Queixa mais de 200 reclamações dirigidas ao setor privado da Saúde.

Atualmente, muitos são os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que são atendidos em instituições privadas devido aos contratos de prestação de serviço com o Estado e com o aumento da oferta de planos de saúde. Estes motivos direcionam muitos doentes para estes locais, contudo não garantem um melhor serviço. Prova disso é o aumento na ordem dos 75% do número de reclamações dirigidas aos grupos de saúde privados, verifica o Portal da Queixa.

Mau atendimento, cobranças indevidas, negligência e falta de informação/esclarecimentos são alguns dos principais motivos das queixas dos utentes como é possível verificar na reclamação registada no Portal da Queixa:

“No dia 04.10.2018 tive marcada uma consulta com a médica Sónia Oliveira Sousa no Instituto CUF e fiquei 40 minutos a espera da médica para chegar sem ninguém se preocupar os utentes que estavam, pois havia mais pessoas a espera da mesma médica. Após 40 minutos falei com a técnica e ela ligou para a médica que informou me que a médica não chamou ninguém ainda porque tinha o computador avariado. E não sei quanto tempo ela precisava mais para se decidir começar a chamar as pessoas (pois havia mais pessoas a minha frente), mas decidi voltar para o meu trabalho, pois já tinha passado uma hora e marquei uma consulta no meio do trabalho porque pensava que numa unidade de saúde privada as marcações são respeitadas. Será que para informar/chamar as pessoas é meramente necessário o computador? Acho uma grande falta de respeito e profissionalismo, principalmente numa entidade privada como o Instituto CUF.”- Instituto CUF, por MNM

Reclamações a grupos de saúde privados

Motivos  2018   -      % representa

Mau atendimento

87                                33%

Cobranças indevidas

56                               21%

Remarcação consultas / espera marcação

43                               16%

Tempos de espera

36                               14%

Negligência

23                                9%

Falta de informação/esclarecimentos

17                               7%

Para informações adicionais consultar
www.portaldaqueixa.com

Tuesday, 23 October 2018 11:18

União das tribos lança novo single

 O novo single da União das Tribos intitulado “Ninguém nos Pode Parar” é a primeira amostra que nos é dada do novo disco da banda a ser editado em 2019.

A União das Tribos é a junção de vários músicos, envolvidos em outros projetos musicais e com longa carreira artística como António Côrte-Real (UHF e Revolta), Marco Cesário (Braindead, Ritual Tejo, Ala dos Namorados) e Mauro Carmo (Red Lizzard). Esta é a União de 3 amigos juntos pela vontade de fazer rock´n´roll.

“Ninguém nos Pode Parar” aborda a problemática atual da liberdade sexual e a abordagem menos positiva que ela tem no confronto entre gerações. No vídeo tentámos mostrar o conflito familiar entre filha e pais. A luta pela sua emancipação sexual, pela sua aceitação. A descoberta e a negação por parte dos pais. A fuga e a conquista dos eu seu espaço por parte da filha. A aceitação final.

Em 2015 editam o EP "Viver Assim". No ano seguinte voltam ao estúdio e gravam quatro canções. "Rockin in The Free World" foi a primeira dessas gravações a ver a luz do dia, editada em formato single, numa homenagem da banda ao clássico de Neil Young. As outras três gravações acabariam por integrar o disco "Amanhã" lançado em 2017.

No dia 3 de Fevereiro de 2017 "Amanhã" viu a luz do dia. O trabalho conta com a participação de algumas das grandes vozes nacionais. Tim (Xutos & Pontapés), Miguel Ângelo (Delfins), Anjos, Mafalda Arnauth, António Manuel Ribeiro (UHF) e Carlão participaram neste trabalho.

Tuesday, 23 October 2018 09:56

22ª mostra de teatro de almada

Durante todo o mês de Novembro o teatro tome conta da cidade. Almada é com toda a certeza terra de teatro.

 Se o Festival de Almada é prova bastante da vitalidade da atividade teatral do concelho, certo é, também, que os muitos grupos de teatro de Almada que se mantêm há vários anos a trabalhar, mostrando o que fazem e do que são feitos, também são reveladores do imenso interesse que esta arte granjeia entre nós. A Mostra de Teatro de Almada, que vai este ano para a sua 22ª edição, é, como é de todos sabido, uma iniciativa que a Câmara Municipal organiza com os Grupos de Teatro participantes. Meses antes do seu início, escolhem-se e decoram-se textos, ensaia-se com o pensamento na intensidade que se deverá dar às palavras, define-se a movimentação em cena, fazem-se desenhos de luz e escolhem-se os melhores sons que hão-de acompanhar as peças, constroem-se cenários, desenham-se figurinos, preparam-se adereços, montam-se espaços cénicos e cria-se, enfim, ILUSÃO. Chegado o momento, actores e público numa só respiração, acrescentam sentidos a cada récita e, deste modo, ampliam formas de estar e de ser e contribuem para um mundo diferente, mais pleno e mais rico, no fundo, melhor. Na vitrine onde a 22ª Mostra de Teatro se expõe ressalta a diversidade: Heiner Müller, Bertolt Brecht, Beckett, Natália Correia, Marina Carr, António Mauriz, Patrick Süskind, Alberto Luengo mas também Paulo Sacaldassy, Fernando Fitas e Blaise Cendrars entre muitos outros fazem antever a riqueza daquilo a que será possível assistir. Também este ano, se poderá, então, contar com um programa muito diversificado que terá na mira os mais diferentes públicos, e que contemplará ainda, pela riqueza que lhe trazem, os já habituais espaços de formação, de debate e de convívio entre público e artistas. Aos 22 grupos participantes caberá a confirmação da multiplicidade de escolhas, entre diferentes estéticas e géneros, bem como a responsabilidade de continuar a fazer de Almada, espaço de artes e cultura, a terra onde o teatro se sente definitivamente em casa.

 

CALENDÁRIO

ESPETÁCULOS

2 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA ACTOS URBANOS CRIAÇÃO
| M/16 | 70’ DE SARAH ADAMOPOULOS | ENCENAÇÃO: JOANA SABALA

3 NOVEMBRO | SÁBADO | 16H00 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO TEATRO EXTREMO DOIS REIS E UM SONO | M/6 | 60’ DE NATÁLIA CORREIA E MANUEL LIMA

3 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS ARTES E ENGENHOS A MORTE NOS OLHOS | M/16 | 70’ | ESTREIA DE ALEXANDRE PIERONI CALADO E JOÃO FERRO MARTINS COM CARLOTA LAGIDO

6 NOVEMBRO | TERÇA-FEIRA |22H00 PÁTIO DO PRIOR DO CRATO O GRITO SEMENTEIRA | M/12 | 75’ DE FERNANDO FITAS

7 NOVEMBRO | QUARTA-FEIRA | 21H30 AUDITÓRIO DA COSTA DA CAPARICA TEATRO DA GANDAIA O SEGREDO DE QUEM SOMOS | M/10 | 50’ DE CHRISTIANE DE MACEDO

8 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA | 21H30 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO TEATRO UBU ILHA DO SUMIÇO | TODOS | 45’ DE FRANCISCO SILVA, RUI SILVARES E ANA NAVE

9 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H30 CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE ALPHA TEATRO GODET...GODOT...GODIN... ...OU LÁ COMO ELE SE CHAMA! | M/16| 60’ ESTREIA A PARTIR DE “À ESPERA DE GODOT” DE SAMUEL BECKET

9 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H30 RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA NINHO DE VÍBORAS - ASSOCIAÇÃO CULTURAL FAZER UMA FOGUEIRA | M/6 | 180’ (tem intervalo) DE ALBERTO LUENGO (SEGUNDO JACK LONDON)

10 NOVEMBRO | SÁBADO | 19H00 PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE MARINA NABAIS DANÇA, ASSOCIAÇÃO CULTURAL NO | M/5 | 50’ CRIAÇÃO COLETIVA

10 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00 SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE UM MINUTO ANTES DE DIZER ADEUS | M/12 | 50’ DE PAULO SACALDASSY

10 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H15 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO A LAGARTO AMARELO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL O CONTRABAIXO | M/12 | 70’ ESTREIA DE PATRICK SüSKIND

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 11H00 SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE A BIBLIOTECA ENCANTADA | M/3 | 40’ DE IRÍS PITACAS

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 16H30 CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE EMBALARTE AS VOLTAS QUE A TERRA DÁ | TODOS Recomendado 6 meses aos 5 anos | aprox. 30’ DE ÂNGELA RIBEIRO E SUSANA ROSENDO

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE A TEIA | M/12 | 60’ ESTREIA CRIAÇÃO COLETIVA

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 19H00 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA O OUTRO LADO PÂNTANO | M/12 | 90’ ESTREIA DE MARINA CARR

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00 AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA CRÓNICAS ANACRÓNICAS | M/12 | 60’ ESTREIA DE ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA – CRIAÇÃO COLETIVA

13 NOVEMBRO | TERÇA-FEIRA | 21H30 CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE TEATRO DA GANDAIA O SEGREDO DE QUEM SOMOS | M/10 | 50’ DE CHRISTIANE DE MACEDO

14 NOVEMBRO | QUARTA-FEIRA | 21H30 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO NOVO NÚCLEO TEATRO, FCT HORÁCIO | M/12 | 60’ ESTREIA CENTRADO NO MITO DE HORÁCIO A PARTIR DOS TEXTOS: “O HORÁCIO”, HEINER MÜLLER, “OS HORÁCIOS E OS CURIÁCIOS”, BERTOLT BRECHT, “HORÁCIO”, PIERRE CORNEILLE

15 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA| 10H30 e 11H30 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA TEATRO ABC.PI – Associação Cultural ÀS CRIANÇAS | M/3 | 37’ DE BLAISE CENDRARS

16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA| 21h00 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA PRODUÇÕES ACIDENTAIS A MINHA EUROPA / MY EUROPE | M/12 | 80’ DE COLIN GINKS e ISABEL MÕES

16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 22h15 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO ARTES E ENGENHOS MIGRAÇÕES – TÍTULO PROVISÓRIO | M/16 | 65’ DE SANDRA HUNG, ARTES E ENGENHOS

17 NOVEMBRO | SÁBADO| 21H00 AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA ROMEU CORREIA, TALVEZ POETA | M/12 | 90’ (TEM INTERVALO) DE GRUPO DE TEATRO DA ASSOCIAÇÂO CULTURAL MANUEL DA FONSECA – CRIAÇÃO COLETIVA

18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00 TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO TEATRO & TEATRO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL O MUNDO DO ESPECTÁCULO O TREM DAS TREZE (E TREZE) | M/12 | 60’ ESTREIA DE ANTÓNIO MAURIZ

18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00 AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA COMPANHIA DE TEATRO MUSICAL DA PLATEIAS D’ARTE SONHOS – UM CLÁSSICO ENCANTADO | M/3 | 60’ ESTREIA ADAPTAÇÃO DE DIOGO NOVO E SARA CASTANHEIRA inspirado nos CONTOS dos IRMÃOS GRIMM

18 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00 RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA GITT – GRUPO DE INICIAÇÃO TEATRAL DA TRAFARIA TRÊS BICAS E UM CARIOCA DE LIMÃO | M/12 | 50’ ESTREIA DE XICO BRAGA

 

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

MOSTRA.DESFILE 1 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA 11H00 PARQUE DA PAZ e pelas RUAS DE ALMADA DESFILE DOS GRUPOS PARTICIPANTES AO SOM DA AlmaDa Street Band

MOSTRA.EXPOSIÇÕES TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

DAQUI ATÉ AO PALCO | PAULO NUNES | FOTOGRAFIA 2 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA 14H30-17H30 / 20H-23H 3 NOVEMBRO SÁBADO 14H30-17H30

ELOGIO DA LUZ | FRANCISCO PALMA | PINTURA 9 NOVEMBRO A 18 NOVEMBRO QUARTA-FEIRA A SÁBADO 14H30-17H30 E DURANTE A PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA NO TEAA

MOSTRA.PONTO DE ENCONTRO ESPAÇO DE CONVÍVIO ENTRE PÚBLICO E ARTISTAS TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

TI FOLIA 3 NOVEMBRO | SÁBADO | 23H30

MAZÉI 10 NOVEMBRO | SÁBADO | 23H30

CANÇÕES DE LABOR E LAZER 17 NOVEMBRO | SÁBADO | 23H30

MOSTRA.CONVERSAS Debate/ Conversa com Francisco Silva co-criador do espetáculo “Ilha do Sumiço” 8 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA| após a apresentação do espetáculo “Ilha do Sumiço” TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Debate / Conversa no final do espetáculo para explorar com o público as questões abordadas no espetáculo 16 NOVEMBRO| SEXTA-FEIRA | após a apresentação do espetáculo “A Minha Europa/My Europe” AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

MOSTRA.PUBLICAÇÃO Apresentação do livro "Romeu Correia talvez Poeta" pelo historiador Alexandre Flores seguida da peça de Teatro com o mesmo nome. 17 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00 | AUDITÓRIO MANUEL DA FONSECA

MOSTRA.OFICINA PAISAGENS MENTAIS-SENSORIAIS DA DRAMATURGIA 10 NOVEMBRO | SÁBADO| 15H00 | CASA DA CERCA CENTRO DE ARTE CONTEMPORÂNEA Oficina dirigida por GRAÇA P. CORRÊA

MOSTRA.TERTÚLIAS ESCRITORAS PARA OS PALCOS DE HOJE 17 NOVEMBRO | SÁBADO | 16h00 | CAFÉ-CONCERTO DO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE MODERAÇÃO: ISABEL TELES DE MENEZES CONVIDADAS: CLÁUDIA LUCAS CHÉU, JOANA BÉRTHOLO, LUÍSA COSTA GOMES E SARAH ADAMOPOULOS

EL TREN DE LAS TRECE (Y TRECE) – 18 NOVEMBRO | DOMINGO | após a apresentação do espetáculo O Trem das Treze (e Treze) | TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO CONVIDADO: ANTÓNIO MAURIZ MARTÍNEZ

MOSTRA.ENCERRAMENTO AMORES DE GOMA-LACA, EPISÓDIO VII: OS DESPERTARES À FORÇA Deejaying em discos de 78 rotações 18 NOVEMBRO | DOMINGO | 22h30 | RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

 

PROGRAMAÇÃO ESPETÁCULOS

Actos Urbanos “ C RIAÇÃO ” 2 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H30 | M/16 | 70’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

©José Balbino FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Sarah Adamopoulos a partir de um processo em criação coletiva Direção e encenação Joana Sabala Texto e Dramaturgia Sarah Adamopoulos (a partir de ideias e processos em criação coletiva). Com Afonso Pinto, Ana Rita Ferreira, Carolina Vargas, Clara Simões, Daniela Monteiro, Francisca Paiva, Francisca Silva, Hélder Silva, Íris Pitacas, Joana Antunes, João Monteiro e Madalena Raimundo. Desenho de luz Tasso Adampoulos Cenografia Catarina Pé-Curto Design gráfico e ilustrações Alice Prestes Apoio trabalho de corpo: Mestre Pedro Ferreira (cinto negro em Krav Maga) Uma produção do Teatro de Areia – Associação Cultural o Mundo do Espetáculo Apoio Câmara Municipal de Almada Agradecimentos Casa Municipal da Juventude de Cacilhas – Ponto de Encontro e Teatro Extremo

SINOPSE A família: coração profanado da sociedade, apesar de sempiternamente sacralizado, como se não fosse o palco das primeiras relações de poder e dos primeiros horrores. Núcleo doente, por melhor, mais “normal”, mais são que pareça. Foi este o tema que quisemos trabalhar, partindo da experiência e da memória (ou das suas representações) do que é ser irmão. Muito depressa vimos a palavra fraternidade , tão virtuosa, a desaparecer, engolida por toda a sorte de sentimentos menos nobres, logo abafados pela culpa. Teatro societal, Criação revisita tempos e problemas que persistem, não sem trágico mistério, nas famílias atuais, e põe em cena a pedofilia, tantas vezes exercida no seio da família, ou na sua proximidade, com o consentimento calado de todos. O lugar que devia cuidar e proteger, agride e abusa, expondo a miséria moral que se oculta nas traseiras das casas, promiscuamente contíguas a outras casas, ao lado das couves e das galinhas. Uma criação sem pinças.

SOBRE O GRUPO ACTOS URBANOS, criado e dirigido por Joana Sabala, é um projeto de teatro comunitário e de formação teatral sediado em Almada, aberto à população em geral, que constrói e produz espetáculos inovadores a partir de textos originais, quase sempre concebidos em criação coletiva (habitualmente em colaboração com a dramaturgista Sarah Adamopoulos). Valorizando as vivências quotidianas da urbanidade e transpondo-as de forma crítica para o processo de construção teatral, recorre a abordagens estéticas contemporâneas que se enquadram nas chamadas linguagens meta-teatrais e performativas. Focando-se no próprio processo, confere atenção particular às perspetivas criativas olhadas do ponto de vista das ciências sociais e humanas. Reunindo grupos heterogéneos, constituídos por pessoas com ou sem experiência prévia em teatro, assume desde o início um programa que se coaduna com a natureza imponderável de um grupo cuja composição se altera de ano para ano.

http://actosurbanos.wordpress.com/

 

 

Teatro Extremo “DOIS REIS E UM SONO” 3 NOVEMBRO | SÁBADO | 16H00 | M/6 | 60’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

©P2F Atelier FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Natália Correia e Manuel de Lima Direção Artística Fernando Jorge Lopes Dramaturgia e Composição Musical Armando Nascimento Rosa Elenco Bibi Gomes, Carlos Sebastião, Fernando Jorge Lopes, Francisca Lima, Jefferson Oliveira, José Graça, José Neto, Rui Cerveira e ainda António Olaio, João Dacosta, João Rodrigues, Josefina Correia, Marta Valente, Victor Pinto Ângelo Desenho de Luz e Direção Técnica Celestino Verdades Cenografia e Adereços Celestino Verdades, Daniel Verdades e Fernando Jorge Lopes, Maria João Montenegro Caracterização especial Ministro Pencudo e Sono Pessoa Júnior Figurinos Alice Rolo Movimento Maria João Garcia Operação de Luz Daniel Verdades Operação de Som e Vídeo Maria João Montenegro Arranjos e Produção Musical em Estúdio Mário Rui Teixeira Design Gráfico P2F Atelier Realização e Edição de Vídeo António Rodrigues Spot Rádio Paulo Lázaro

Direção de Produção Sofia Oliveira Assistência de Produção Josefina Correia e Paula Almeida Comunicação e Assessoria de Imprensa Nádia Santos Promoção Victor Pinto Ângelo 50ª produção do Teatro Extremo com apoio MC/SEC/DGARTES E Câmara Municipal de Almada

SINOPSE Peça escrita por Natália Correia em colaboração com Manuel de Lima, “Dois Reis e um Sono” conta-nos a história de dois reinos em litígio, sendo a alegórica figura do Sono o motivo da discórdia entre monarcas irmãos. Uma parábola sobre o poder, a vaidade, o consumismo, o amor, a conquista e o uso da liberdade de expressão, mas também sobre qual o limite do nosso livre arbítrio e para onde caminha a Humanidade.

SOBRE O GRUPO Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 “Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção. Em 2019 celebra 25 anos de atividade e em 2020, 25 edições de “Sementes”.

www.facebook.com/teatro.extremo

 

Artes e Engenhos “A MORTE NOS OLHOS” ESTREIA 3 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/16 | 70’ TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins com Carlota Lagido Co-Criação, Dramaturgia, Interpretação Alexandre Pieroni Calado Co-Criação, Concepção Plástica e Sonora, Interpretação João Ferro Martins Criação Coreográfica Carlota Lagido Direção Técnica João Chicó/Contrapeso Produção Executiva Andreia Páscoa Design de Comunicação Miguel Pacheco Gomes

SINOPSE Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins propõem um trabalho de criação em colaboração com a coreógrafa Carlota Lagido, assente na reescrita das fontes antigas do mito de Medusa e Perseu. Entre os escombros diversos da cultura, querem confrontar a fábula com a sua violenta actualidade: desagregação da linguagem simbólica, horror provocado pelo homem capaz de matar, caos informe de onde teimamos nos apartar, sem sucesso. Ouvem-se os termos do repto e as descrições das provas, cruzam-se episódios da saga, talvez banal, de um rapaz que afirma a sua idade adulta; escutam-se os gritos e os cânticos dolorosos e o riso das Górgonas. Já se vêem tijolos de cimento empilhados, um muro; algures inscritos caracteres numa grafia difícil de identificar, gregos ou árabes, mediterrânicos com certeza: será “coral” ou “serpente” ou “cavalo alado” escrito a sangue? Areia. Uma arquitetura pobre banhada a quente e a frio ao mesmo tempo: o corpo à mostra, a luz fixa.

SOBRE O GRUPO A Artes e Engenhos é uma associação que promove trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design, história, engenharia e arquitectura. A par dos projectos de criação e difusão, desenvolve conferências, cursos e acções com comunidades. Os parceiros das suas actividades têm sido, entre outros, a Câmara Municipal de Almada, a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, o Goethe-Institut em Lisboa, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro Garcia de Resende, a Mala Voadora, o Teatro O Bando, a Latoaria, entre outros. Nos últimos anos tem contado com o apoio financeiro do Ministério da Cultura, Direção-Geral das Artes.

www.arteseengenhos.com

O Grito “SEMENTEIRA” 6 NOVEMBRO | TERÇA-FEIRA |22H00 | M/12 | 75’ PÁTIO DO PRIOR DO CRATO

©Renato Roque FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Fernando Fitas Dramaturgia José Vaz Encenação Anabela Neves Interpretação Ana Tomás, Frederico Barata, Helena Barata, Jefferson Oliveira, José Vaz, Ricardo Fonseca Cenografia e Desenho de Luzes Jorge Xavier Canções Letra de Fernando Fitas e Música de Francisco Naia, João Fernando e Nuno Gomes dos Santos Direcção Musical Ana Tomás e Ricardo Fonseca Figurinos Mizé Grafismo Nuno Nascimento.

SINOPSE “Sementeira” comemora 40 anos de vida literária de Fernando Fitas, único autor por duas vezes agraciado com o Prémio de Poesia e Ficção Cidade de Almada (2004 e 2014), entre muitos outros prémios. O trabalho de dramaturgia que nos confiou consistiu, tão só, no invasivo acto de nos apropriarmos das suas palavras para esboçar uma cronologia, sugerir uma narrativa de vida intensamente afectiva e pessoal. Não intentámos, porém, recriar a biografia do autor. Aqui se inserem múltiplas vivências: as de ganhões e malteses, em tempos de latifúndio e repressão, as de operários e sem-abrigo na grande cidade, em tempos de medo e obscurantismo, a festa do 25 de Abril e o sabor amargo que, depois, a Revolução deixou… E a vontade de reaver as nossas raízes mais primordiais.

SOBRE O GRUPO O Grito iniciou a sua actividade em 1995. Trouxe ao palco autores de referência do teatro europeu do século XX, de Jean Anouilh a García Lorca e de Sartre a Camus, bem como do teatro extra-europeu, do brasileiro Joracy Camargo ao chileno Ramón Griffero. O seu repertório inclui autores incontornáveis da história do teatro, como Anton Tchekhov ou Tennessee Williams, mas tem também dado a conhecer, em Portugal, importantes autores contemporâneos, alguns já reconhecidos internacionalmente como o espanhol Ernesto Caballero, o italiano Davide Enia ou o norueguês Jon Fosse, outros ainda inéditos, como o brasileiro Paulo Andress. Trouxe também para o palco, não só textos dramatúrgicos, mas também poesia e narrativa de grandes autores da língua portuguesa, como José Gomes Ferreira, Al Berto, Herberto Helder ou Natália Correia. A par da criação de espectáculos, O Grito desenvolve regularmente oficinas de iniciação e formação nas diversas disciplinas ligadas às artes cénicas.

www.ogrito.pt

Teatro da Gandaia “O SEGREDO DE QUEM SOMOS” 7 NOVEMBRO | QUARTA-FEIRA | 21H30 | M/10 | 50’ AUDITÓRIO DA COSTA DA CAPARICA

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Christiane de Macedo Texto e Encenação Christiane de Macedo Sonoplastia Nuno Ramos e Ricardo Cardo Luz Henrique Nabais Elenco Alberto Oliveira, Ana Rodrigues, António Nobre, Arminda Santos, Cremilde Almeida, Filomena Batista, Manuel Ribeiro. Assistente e Operação de Som Olga Nunes

SINOPSE “O Segredo de Quem Somos” traz à cena a ampliação do nosso universo interno e de pessoas que permeiam as nossas vidas. É também a reconstrução da vida quotidiana e a exaltação dos sentimentos humanos. A Dor, o Amor, as Idiossincrasias, a Vaidade, a Avareza. Uma declaração de quem somos, quando estamos sós, e de como somos, quando inseridos nas estruturas sociais que ora nos oprimem, ora nos libertam.

SOBRE O GRUPO O Grupo de Teatro da Gandaia renasceu em Janeiro de 2018. É composto por sete actores: três com experiência em teatro amador, e quatro que estão em palco pela primeira vez. Depois de uma breve formação, culminou na montagem da peça “O Segredo de Quem Somos”. Esta peça foi estreada em 15 de Junho de 2018 com duas apresentações a 15 e 21 de Julho, com mais de 200 espetadores. Seguem novas apresentações em Setembro e Outubro, no Auditório Costa da Caparica.

www.gandaia.pt

Teatro Ubu “ILHA DO SUMIÇO” 8 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA | 21H30 | TODOS | 45’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

©José Frade FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Ilha do Sumiço – Teatro Ubu: ideia original Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave Autor Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave Figurinos Rafaela Mapril Música João Rodrigues Desenho de luz Zé Rui Grafismo André Clemente Teaser NoBrain Studio Interpretação Ana Califórnia, Ana Margarida Leal, António Olaio, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, Filipa Santana, Francisco Silva, João Rodrigues, Josefina Correia, José Balbino; Jorge Esteves, Patrícia Conde, Pedro Gamboa, Ricardo Cardo, Sara Lourenço, Tânia Ponte e Vasco Santos Produção Arte 33

SINOPSE São velhas muito velhas. Elas vivem ali assim, junto ao mar. Vão chegando, andam devagarinho. Foram convocadas para uma reunião mas não sabem ao certo do que se trata. Correm boatos. Diz-se que há uns doutores (ou serão engenheiros?) que compraram as casitas delas e que vão enviá-las desta pra melhor. As velhas estão com a pulga atrás da orelha. Conjecturam, discutem,
tentam compreender o mundo em que vivem e que, antigamente, acabava ali na areia da praia. Agora é um mundo muito maior, muito melhor, repleto de coisas boas e oportunidades sem fim para gente empreendedora. As velhas suspeitam que não têm lugar neste mundo limpo e ordenado, sem porcaria nas ruas nem aquele cheirinho a peixe. Resta-lhes o conhecimento antigo das coisas misteriosas. Apesar de não terem espaço nem lugar neste novo mundo lindo, as velhas acreditam que irão desta pra melhor!

SOBRE O GRUPO 2013 As Aves: Autor Aristófanes, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2014 Vestido de Noiva: Autor Nélson Rodrigues, encenação Rui Cerveira; Teatro na Gandaia; 2015 Uma tal Lisístrata Autor Aristófanes. Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2016 O Pranto de Maria Parda: Autor Gil Vicente, adaptação Ana Margarida Leal e Rui Silvares encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2017 Rei Ubu: Autor Alfred Jarry, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Arte 33; 2018 Ilha do Sumiço: ideia original Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave; Teatro Ubu, Produção Arte 33.

https://www.facebook.com/arte33nucleocultural/

Alpha Teatro “GODET...GODOT...GODIN... ...OU LÁ COMO ELE SE CHAMA!” ESTREIA 9 NOVEMBRO| SEXTA-FEIRA | 21H30 | M/16|90’ CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

©Débora Rocha FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Texto a partir de "À espera de Godot" de Samuel Beckett Encenação Sofia Raposo Interpretação Hugo Sovelas | Luís Menezes | Martina Costa | Paula Cirino | Teresa Coelho Cenografia e figurinos Luís Afonso Desenho e operação de Luz Hélio Antunes Design gráfico: Débora Rocha

SINOPSE Estragon e Vladimir esperam o sr. Godot. Mas será que é mesmo dele que estão à espera? O que é que esperam na verdade? Na esperança de encontrar respostas fazem-nos refletir sobre a nossa própria existência. Uma produção Alpha Teatro a partir de "À espera de Godot " de Samuel Beckett.

SOBRE O GRUPO Alpha Teatro, Associação Cultural é uma companhia profissional de Teatro fundada em 2014 em Almada que promove espetáculos de Teatro, Dança e Música, entre outras atividades culturais e educativas. Alpha Teatro foi pioneiro num projeto que promove a inclusão social através de diversas formas culturais em Almada.

Alpha porque simboliza a origem do universo. Alpha porque simboliza a totalidade do conhecimento, do ser, do espaço e do tempo. Alpha porque acreditamos que independentemente do momento que estamos a atravessar, não podemos cruzar os braços à espera de qualquer coisa que não acontece. Cada adversidade exige um recomeço, esse é o nosso sentido.

 Ninho de Víboras - Associação Cultural “FAZER UMA FOGUEIRA” 9 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H30 | M/6 | 180’ (tem intervalo) RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

©José Balbino FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Alberto Luengo (segundo Jack London) Intérpretes (por ordem de entrada em cena): Marco Mendes (“Kink”), Paulo Diegues (“Bill”), Joaquim Pedro (“Jim”), António Rodrigues (“Tom, o Novato”), Cristina Gonçalves (“Jean-Baptiste, o Mestiço”) Cenografia Carlos Janeiro Guarda-Roupa, Iluminação, Cartaz Gabriel Orlando Assistente de Encenação Cristina Gonçalves Tradução, Dramaturgia, Encenação Karas Produção Ninho de Víboras (2017) Apoios Teatro Extremo, Atelier Gabriel Orlando Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada

SINOPSE Território do Alaska, finais do séc. XIX. As margens do rio Yukon atraem muitos homens que sobem a Costa Oeste dos Estados Unidos em busca da riqueza imediata, acreditando que a sorte lhes sorrirá sob a forma de algumas pepitas de ouro – ou até mesmo de um filão inteiro. Gente com pouco ou nada a perder, para quem o medo e o convívio permanente com a morte são ossos do ofício. Jack London foi um desses homens que se colocou inteiramente nas mãos do destino e enfrentou a mais terrível fronteira que a natureza delimita à humanidade: o grande silêncio branco. A partir do seu testemunho, vertido numa colecção de contos sobre os anos de garimpo, o estreante dramaturgo espanhol Alberto Luengo compôs um novo e singular objecto dramático: uma aventura pelos territórios mais inóspitos da natureza e do homem, arrastandonos – contra todo o bom senso – nessa vertigem de encontrar um frio brilho dourado. (Karas, Abril de 2017)

SOBRE O GRUPO O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisciplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde, então, a actividade deste colectivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança.

Alberto Luengo Estudou História na Universidade de Cantábria (Santander, Espanha) e na Universidade Nova de Lisboa, especializando-se em História Moderna. Trabalha desde 1998 na editora fonográfica multinacional Harmonia Mundi. Em 2017, a sua primeira peça de teatro, “Hacer un fuego” (“Fazer Uma Fogueira”) estreou em Almada. Reside em Lisboa desde 2002.

Karas Fez a sua formação teatral com Yolanda Alves (Portugal), Etelvino Vázquéz (Espanha), José Peixoto (Portugal), Faidel Jaibi (Tunísia), Theodoros Terzopoulos (Grécia), Peter Stein (Alemanha) e Luís Miguel Cintra (Portugal) – entre outros. Trabalhou com os encenadores Yolanda Alves, Theodoros Terzopoulos, Michel Simonot, Paulo Filipe Monteiro, Eduardo Condorcet e João Branco, entre outros. Fundou em 1996 a companhia multidisciplinar Ninho de Víboras, onde encenou espectáculos sobre textos de Heiner Müller, Oscar Wilde, José Luís Peixoto, Patrick Süskind, Harold Pinter, Mário Palma Jordão, e também de sua autoria. Integra desde 2016 a equipa artística do projecto “Sete Anos Sete Peças”, de Cláudia Dias, com o qual se tem apresentado extensamente pela Europa.

http://ninhodeviborasnews.blogspot.pt

 Marina Nabais Dança, associação cultural “NO” 10 NOVEMBRO | SÁBADO | 19H00 | M/5 | 50’ PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS

©Ana Amaral FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Criação Coletiva Direção Laboratório/Coreografia Marina Nabais Co-criação Camille Mercadier, Filipa Barroso, Filipa Fernandes, Filipa Leite, Inês Galvão Teles, Jesús Manuel, Mafalda Jorge, Margarida Figueiredo, Patrícia Sousa, Pedro Matias, Rita Seabra Intérpretes Filipa Fernandes, Filipa Leite, Inês Galvão Teles, Jesús Manuel, Mafalda Jorge, Margarida Figueiredo, Patrícia Sousa, Pedro Matias, Rita Seabra Música Original Gonçalo Alegria Desenho de luz Manuel Abrantes Produção Marina Nabais Dança, associação cultural Acolhimento Casa Municipal da Juventude de Cacilhas - Ponto de Encontro Agradecimentos Carla Ribeiro, VOM, Francisco Marreiro, Miguel Brinca, Roberta Dias

SINOPSE Hoje vivemos numa espiral hiperconectada de possibilidades e estímulos. Forçados a seguir o ritmo acelerado da vida ativa/positiva, acabamos consumidos no esgotamento físico e mental. Marina Nabais, na edição anual do seu Laboratório de Movimento e Dança, propôs aos 12 participantes refletir sobre este corpo/mente à beira do colapso.

Através duma série de exercícios e experimentações, foi também procurada a tese dum regresso para um modo mais contemplativo/negativo do movimento, em que a demora e a desocupação permitem retomar a carícia, o abandono e a resistência. Estas duas vias de existência – Vida Ativa e Vida Contemplativa - conduzem-nos a dois tipos diferentes de cansaço com os quais temos de negociar o avanço das nossas vidas. NO propõe-nos o aqui e agora, uma dança permanente entre o positivo e negativo, convidando-nos a saborear o verdadeiro aroma do tempo
SOBRE O GRUPO Marina Nabais Dança, Associação Cultural (MND) foi fundada em 2013, assumindo como objetivo a produção e difusão de espetáculos de dança contemporânea bem como a promoção de projetos pedagógicos. Os projetos desenvolvidos pela Associação contam com a direção artística da coreógrafa Marina Nabais em colaboração com profissionais de diversas áreas, nomeadamente: Ana Coimbra Oliveira, Ainhoa Vidal, Alban Hall, Ana Sargento, Ângela Ribeiro, Beatriz Tomaz, Carla Ribeiro, Catarina Alfaia, Clara Bevilaqua, Diogo de Andrade, Gonçalo Alegria, Isabel Correia, Joana Guerra, Joana Pupo, Luís Ferreira, Manuel Abrantes, Margarida Mestre, Marina Duarte, Miguel Cruz, Nuno Nogueira, Ricardo Freitas, Sara Santana, Simão Costa, Tiago Melo Bento. Em busca de um entendimento e relação com o mundo, a Associação encontra as suas raízes no devir do corpo em transformação, onde o movimento está em permanente metamorfose, sempre conectado com o momento presente. Os principais focos desta exploração são a consciência e percepção do corpo e das suas potencialidades de movimento, a anatomia aplicada à dança e o estímulo do imaginário e criatividade. MND relaciona-se transversalmente com todas as idades, pois cada etapa de desenvolvimento humano tem algo de muito precioso a contribuir para esta procura. Do historial da Associação constam os seguintes projetos artísticos: SEDIELA, DANÇÁRIO, MIOCÁRDIO (2014), DE SEDA (2015), O LUGAR QUE OCUPO, SUSTENIDA, LINHA, CORPO-MAPA-LIVRO (2016), DESALINHO, NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO (2017), NO, VAGAR (2018). Ao longo do seu percurso, MND tem contando com a parceria de entidades como ACCCA-Companhia Clara Andermatt (Lisboa), Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (Ribeira Grande, Açores), ARTEMREDE - Teatros Associados, dEVIR/CAPa (Faro), EIRA (Lisboa), Fórum Dança (Lisboa), IF Barcelona, O Teatrão (Coimbra), Museu do Douro (Peso da Régua), Teatro-Cine de Torres Vedras, entre outros, bem como com o apoio de diversos municípios. Como co-produtores, destacam-se as seguintes estruturas: Câmara Municipal de Monção, Palácio Marquês de Pombal (Oeiras), Câmara Municipal de Oeiras, Culturgest (Lisboa), Fundação Lapa do Lobo (Lapa do Lobo), Comédias do Minho, Fundação Serralves (Porto), Guimarães Capital da Cultura 2012, Centro Cultural de Vila Flor (Guimarães), Teatro Maria Matos (Lisboa), Cinema Teatro Joaquim d'Almeida (Montijo), Câmara Municipal do Montijo, Balleteatro (Porto) e Teatro Cine de Gouveia (Castelo Branco). MND é uma estrutura apoiada pelo Município de Almada e recebeu apoios pontuais do Governo de Portugal/DGArtes-Direção Geral das Artes no âmbito dos projetos DANÇÁRIO, CORPO-MAPA-LIVRO e NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO. marinanabais.wixsite.com/marina-nabais-

CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE “UM MINUTO ANTES DE DIZER ADEUS” 10 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00 | M/12 | 50’ SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Paulo Sacaldassy Encenação Eugénia Viana Actores Paula Filipe e Anita Santos Luminotecnia e Sonoplastia Fernando Viana e Nuno Marques Imagem Fernando Viana Figurinos Maria Gabriel Carrilho

SINOPSE Fecharam as portas! Já não é possível o embarque! Dois personagens, na sala de embarque de um aeroporto, revêem as suas vidas pautadas por trabalho, responsabilidades, busca de poder e estatuto, numa correria desenfreada que coloca à margem a vivência em família, o tempo de pausa e equilíbrio, momentos que realmente valem a pensa ser vividos. «Paula - O stress mata mais do que tudo. Coitado daquele que é escravo do stress!»

SOBRE O GRUPO O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, sendo uma actividade da Coletividade e gratuita. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna o grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.

www.incrivelalmadense.pt/ www.facebook.com/cenicoincrivel/

A LAGARTO AMARELO – Associação Cultural “O CONTRABAIXO” ESTREIA 10 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H15 | M/12 | 70’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Encenação Cláudia Negrão Interpretação José Neto Espaço cénico Hugo Migata e Pedro Alexandre Silva Desenho de som Tiago Inuit Desenho de luz / Operação técnica Sandro Esperança Produção A Lagarto Amarelo

SINOPSE O discurso ácido e frustrado de um contrabaixista e funcionário público, que se sente invisível na hierarquia de uma orquestra, numa metáfora muito curiosa à sociedade humana, é o pretexto para um desabafo com o público no qual discorre com um sentido de humor sarcástico e quase trágico, a sua relação dependente e impossível com um instrumento que admira e enaltece e que ao mesmo tempo se lhe afigura como um elefante branco na sua sala e na sua vida, causando-lhe embaraços e obstáculos.

SOBRE O GRUPO A Lagarto Amarelo, sediada em Almada, surgiu em 2009. Tem como prioridades a concepção e produção de âmbito teatral e a criação de parcerias com outras entidades culturais, fo mentando a troca de conhecimentos tentando assim facilitar a realização dos projectos, pois considera que a cooperação entre entidades é a forma mais viável (senão a única nos tempos que correm) para garantir o sucesso dos mesmos, aproveitando as sinergias para rentabilizar as potencialidades de cada um.

www.alagartoamarelo.com

 

CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE “A BIBLIOTECA ENCANTADA” 11 NOVEMBRO | DOMINGO| 11H00 | M/3 | 40’ SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Irís Pitacas Encenação Eugénia Viana Actores Andreia Cruz, Teresa Menezes, Nuno Marques, Diana Martins, Filipa Soares, Clara Simões, Irís Pitacas, Leonor Borges, Mara Martins e Sónia Caiado Luminotecnia e Sonoplastia Fernando Viana e Sofia Júlio Imagem Fernando Viana Figurinos Maria Gabriel Carrilho Caracterização Clara Simões Música Final Andreia Cruz

SINOPSE Alice decide ir visitar a tia à Biblioteca. Não que ela goste de bibliotecas porque ela não gosta de ler… Mas… Aquela não é uma biblioteca qualquer! É a Biblioteca Encantada! Os livros têm sentimentos, saem das prateleiras! E os personagens que vivem nas suas páginas saem dos livros para ensinar à Alice como é importante e divertido ler.

SOBRE O GRUPO O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, sendo uma actividade da Coletividade e gratuita. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna o grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.

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 EmbalArte “AS VOLTAS QUE A TERRA DÁ” 11 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H30 | TODOS Recomendado para crianças 6 meses aos 5 anos | aprox. 30’ CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Ângela Ribeiro e Susana Rosendo Criação e interpretação Ângela Ribeiro e Susana Rosendo Música Cantar Mais e EmbalArte Cenografia, adereços, marionetas e figurinos EmbalArte Operação Técnica Cláudia Rodrigues Costureira Ateliê Dulce Correia Vídeo Marta Tavares Apoio à produção Companhia de Dança de Almada Produção Executiva EmbalArte Apoios Companhia de Dança de Almada, APEM, O Mundo do Espectáculo Agradecimentos Nelson Simões, Pedro Simões, Sofia Rosendo, Ricardo Silva, Simone Garcia, Maria Franco, Catarina Pé-Curto, Bruno Duarte, Vera Parreira

SINOPSE A árvore ao vento se inclina e a semente à terra se deita. São voltas e voltas que a terra dá, numa dança de Vida, onde o fim é de novo o início. Quando tudo parece ter terminado, surge um novo caminho, com obstáculos, descobertas e conquistas…
Este espetáculo celebra o ciclo da vida e a beleza como a natureza se renova e se recria.

SOBRE O GRUPO Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e Susana Rosendo, juntaram corpos e ideias e criaram um projecto de teatro para bebés e 1ªa infância. Nasceu assim, em 2017, o grupo EmbalArte. A primeira produção foi “De lés a lés saberás quem és”, uma peça que abordava a cultura e tradição portuguesas, numa viagem sensorial pelo país. Acreditamos que, através do teatro e da dança, contribuímos para um crescimento mais feliz, assim como potenciamos a formação de novos públicos: bebés e famílias.

www.facebook.com/teatro.infancia/

 

GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE “A TEIA” ESTREIA 11 NOVEMBRO | DOMINGO| 18H00 | M/12 | 60’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Grupo de Teatro da Academia Almadense – Criação Coletiva Encenação Cláudia Negrão Interpretação Tiago Nunes, Júlio Picanha, Cláudia Nunes, Debora Alcobia, Debora Frias, Beatriz Ventura, Gonçalo Borges, Ema Duarte, Eduarda Cândido, Tainá de Alencar, Paulo Isidoro Espaço cénico Hugo Migata Desenho de som Sandro Esperança Desenho de luz / Operação técnica Sandro Esperança Produção Academia Almadense

SINOPSE “A Teia” leva-nos ao mundo das redes sociais e aos comportamentos que os jovens nelas adotam. As destrinças entre o real e o virtual, entre a verdade e o engano, entre o ser e o não ser, adquirem uma importância superlativa na sua maneira de viver e relacionar. Conversámos muito sobre este tema enquanto criávamos e projetávamos este espectáculo e cheguei a ouvir dizer que as suas vidas seriam muito melhores sem redes sociais. Para eles, impõe-se agora como nunca o problema da confiança e o da ansiedade causado por esta exposição incontrolável, por esta teia que não conseguem largar e que os escraviza.
Embora seja uma ficção, toda a história deste espectáculo surgiu a partir das sugestões e experiências particulares de cada um dos seus intérpretes e tudo começa, quando num grupo de jovens que se conhecem começam a aparecer uns posts muito agressivos…

SOBRE O GRUPO O Grupo de Teatro da Academia Almadense, existe desde 2007. É constituído por um grupo de jovens, entre os 15 e os 30 (que tem mudado ao longo dos anos) que procuram a formação e o trabalho teatral como forma de se expressar e comunicar. Alguns seguem mesmo a via profissional e hoje temos atores profissionais que se iniciaram neste grupo. Desde 2008 que apresentam regularmente o seu trabalho na “Mostra de teatro de Almada” e que participam, sempre que são solicitados, em actividades ou eventos da cidade. www.airfa.pt

O OUTRO LADO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL “PÂNTANO” ESTREIA 11 NOVEMBRO | DOMINGO| 19H00 | M/12 | 90’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Marina Carr Encenação Ricardo G. Santos Tradução Jorge Augusto Elenco Ana Califórnia, Ângela Santos, Catarina Lourenço, Carla Nogueira, Frederico Barata, Helena Barata, Inês Magalhães, Marta Valente, Paulo Mendes, Pedro Bernardino, Pedro Conde. Cenografia Ricardo G. Santos Figurinos Ana Califórnia e Helena Barata Adereços Carla Isidro Ambiente Sonoro Paulo Mendes Design Nuno Quá Produção O Outro Lado Agradecimentos Câmara Municipal de Almada, Teatro Extremo e Paulo Correia Remodelações

SINOPSE Marina Carr, dramaturga irlandesa, foi escritora-residente no Abbey e no Trinity College (Dublin). As suas peças têm sido produzidas em vários países. É a primeira vez que será apresentada em Portugal. Esta peça tem uma reinterpretação livre dos mitos clássicos gregos. O humor negro/humor selvagem, a brutalidade física e as relações humanas estão expostas neste “Pântano”, onde se mistura o mítico e o real.

"A tragédia é muitas vezes a consequência de uma falta de auto - con hecimento fatal. A Marina Carr re - escreve essa regra. As suas personagens morrem de um f a t a l e x c e s s o d e a u t o - c o n h e c i m e n t o . A s u a v e r d a d e m a t a - a s . E s e m p r e souberam que as mataria.”
F.McGuinness
Atormentada pela memória da mãe que a abandonou, Hester é uma vez mais traída, desta vez pelo pai da sua filha, o homem que ela ama. Em gesto de desespero, ela embarca numa viagem terrível de vingança à medida que os segredos da sua intricada história são revelados.

SOBRE O GRUPO Criada em Agosto de 2015, por elementos que há mais de 20 anos colaboram de forma ativa, com diversos Grupos de Teatro dos Concelhos de Almada e Seixal. O OUTRO LADO – Associação Cultural, pretende apresentar-se precisamente como: O Outro Lado…com a sua POSTURA em palco, com os seus GESTOS e EXPRESSÕES, com as suas MÃOS e os seus OLHOS oferecem-se como ESPELHO para que o PÚBLICO, cada pessoa do público, possa passar para O OUTRO LADO e assim se torne ATOR criador interventivo da sua peça de teatro…e assim poder descobrir que há sempre O OUTRO LADO e depois ainda, OUTRO LADO…

 

ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA “CRÓNICAS ANACRÓNICAS” ESTREIA 11 NOVEMBRO | DOMINGO| 21H00 | M/12 | 60’ AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Gisela Barroso, Inês Barroso e Colectivo Interpretação Catarina Santos, Sandra Santos, Rui Vieira, Gil Marovas, Inês Barroso, Gisela Barroso, Leonor Moura, Luísa Andrade Luz e Som Nuno Coelho

SINOPSE Crónicas Anacrónicas é uma peça que retrata o quotidiano do povo, tal como ele é, pelos olhos do jornalismo da atualidade.

SOBRE O GRUPO O grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca tem vinte e dois anos de existência e no seu currículo já constam mais de duas dezenas de peças de teatro, na sua maioria de autores portugueses, muitos deles textos inéditos. O grupo orgulha-se de ser constituído por pessoas de idades várias. No seu currículo constam algumas peças, tais como: ”És Capaz”, “O Sonho” “O Diário de Anne Frank”, “O Leão Bonzão”, “João Tolão da Capa-Rica”, “És capaz”, “Recordar para não viver”, “O sonho”, “A praça da criança”, “O rei da Helíria”, “Uma sereia chamada Ermelinda”, “Rebeubeu Pragais ao Ninho”, “Histórias para serem contadas”, “O pássaro branco”, “Na minha terra isto acontece – O direito ao sonho” e Romeu Correia, talvez Poeta.

www.facebook.com/associacaoculturalmanueldafonseca/

 

TEATRO DA GANDAIA “O SEGREDO DE QUEM SOMOS” 13 NOVEMBRO | TERÇA-FEIRA| 21H30 | M/10 | 50’ CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Christiane de Macedo Texto e Encenação Christiane de Macedo Sonoplastia Nuno Ramos e Ricardo Cardo Luz Henrique Nabais Elenco Alberto Oliveira, Ana Rodrigues, António Nobre, Arminda Santos, Cremilde Almeida, Filomena Batista, Manuel Ribeiro. Assistente e Operação de Som Olga Nunes

SINOPSE “O Segredo de Quem Somos” traz à cena a ampliação do nosso universo interno e de pessoas que permeiam as nossas vidas. É também a reconstrução da vida quotidiana e a exaltação dos sentimentos humanos. A Dor, o Amor, as Idiossincrasias, a Vaidade, a Avareza. Uma declaração de quem somos, quando estamos sós, e de como somos quando inseridos nas estruturas sociais que ora nos oprimem, ora nos libertam.

SOBRE O GRUPO O Grupo de Teatro da Gandaia renasceu em Janeiro de 2018. É composto por sete actores: três com experiência em teatro amador, e quatro que estão em palco pela primeira vez. Depois de uma breve formação, culminou na montagem da peça “O Segredo de Quem Somos”. Esta peça foi estreada em 15 de Junho de 2018 com duas apresentações a 15 e 21 de Julho, com mais de 200 espetadores. Seguem novas apresentações em Setembro e Outubro, no Auditório Costa da Caparica.

www.gandaia.pt

 

NOVO NÚCLEO TEATRO, FCT “HORÁCIO” ESTREIA 14 NOVEMBRO | QUARTA-FEIRA| 21H30 | M/12 | 60’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

© João Seiça FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Texto: Centrado no mito de Horácio e a partir dos textos: “O Horácio”, Heiner Müller, “Os horácios e os curiácios”, Bertolt Brecht, “Horácio”, Pierre Corneille Encenação e dramaturgia: Sandra Hung Tradução (Heiner Müller): Anabela Mendes Elenco: Raquel Martins, Andreia Custódio, Henrique Ribeiro, Beatriz Nunes, Marta Inocêncio, Gabriel Sousa, Afonso Patrício Marques, Diogo Machado, Mauro Soares e Carolina Thade Desenho de Luz e Direcção Técnica: João Chicó Música e efeitos sonoros: NuMac - Núcleo de Música Arte e Cultura Fct-Nova Coreografia: Sandra Hung e NuDança - Núcleo de Dança FCT UNL Vídeo: João Seiça Fotografia: NuFoto (Núcleo de Fotografia FCT UNL) e Beatriz Pratas Produção: NNT Parceria: Artes e Engenhos – Associação Cultural Agradecimentos: Anabela Mendes, João Hungria Alves

SINOPSE Trabalho em processo centrado no texto "Horácio" de Heiner Müller, com excertos de "Os horácios e Os Curiácios" de Bertolt Brecht e "Horácio" de Pierre
Corneille. É entre a confecção de uma pizza, um jogo de mesa e um jogo no palco, que nos propomos a visitar três géneros teatrais e a retomar questões de ontem reformuladas à luz do nosso quotidiano. Tendo como foco a palavra e insistindo no movimento de voltar atrás, de repetir, de colar, de reescrever, de ampliar, de argumentar gostaríamos de tornar o verbo vivo e encarnado, fazendo dialogar os fantasmas dos nossos fantasmas. Abertura de Processo: FATAL 2018, Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, Prémio Fatal Cidade de Lisboa – Espectáculo mais Inovador, Maio 2018.

SOBRE O GRUPO NNT, Novo Núcleo Teatro da AEFCT, formado em Março 1995, tem no currículo várias produções teatrais, acções de formação, oficinas de escrita, movimento, voz, dramaturgia e encenação. Tem participado, regularmente, em Mostras e Festivais de Teatro Nacionais e Internacionais, entre outros: Mostra de Teatro de Almada, FATAL (Lisboa), FITUB (Blumenau, Brasil), Mostra Internacional de Teatro de Santo André, MoitaMostra (Viseu),Festival “Entrez dans l’arène” (Rennes, França), SALTA (Aveiro), aCTUS (Coimbra), TUBI (Covilhã), Festival de Teatro de Santiago de Compostela (S. De Compostela, Espanha). Recebeu várias menções honrosas e prémios, dos prémios destaca-se: “Tartarugas e Migração”, Texto e Encenação Sandra Hung, Prémio Destaque, Mostra Paschoal Carlos Magno, FITUB, Brasil; “Húmus – Tríptico”, Encenação Alexandre P. Calado, Sandra Hung e Tiago Vieira, Prémio FATAL 2014 - Melhor espectáculo; “Horácio”, Encenação e Dramaturgia Sandra Hung, Prémio FATAL 2018 – Espectáculo mais inovador.

www.facebook.com/nntaefct

 TEATRO ABC.PI – Associação Cultural “ÀS CRIANÇAS” 15 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA| 10h30 e 11h30 | M/3 | 37’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

© Luís Aniceto FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Blaise Cendrars Direção Artística e Encenação Laurinda Chiungue Assistência de Direção Artística e Encenação Cintia Guimarães Intérpretes Adriana Melo e Júlio Picanha Adaptação dramatúrgica: Lavínia Moreira Espaço acústico Teatro ABC.Pi Idealização de Cenografia e Objetos cénicos Laurinda Chiungue e Salomé Vaz Cenografia e Objetos cénicos Salomé Vaz Consultoria de Desenho de Luz: ARTICA CC Desenho de Luz Daniel Verdades Produção Executiva e Apoio à Produção Teatro ABC.Pi e Marta Fernandes Fotografia Vítor Cid e Luís Aniceto

SINOPSE Nos contos fala-se da vida da comunidade, da sua inserção no meio circundante, sente-se uma consciência ecológica manifesta no carácter amoral mas consequente da natureza. Não são bem fábulas embora os animais falem, pois não estão em lugar do homem; os animais são a natureza na sua força.

Valores como a solidariedade ou o valor da experiência, a justiça ou a integração na comunidade trespassam as narrativas. Vislumbra-se o flagelo da fome, e o engenho do homem a contrariá-la. Dar voz aos Contos Negros é revelar uma herança de contributos sociais, ambientais, artísticos. Tal como Blaise em 1928, acreditamos ser esta partilha uma mais-valia na formação de uma consciência respeitadora, inclusiva e solidária, cada vez mais urgente numa sociedade tendencialmente multicultural.

SOBRE O GRUPO O Teatro ABC.PI surge da união de jovens atores e do encenador Rogério de Carvalho. Em 2005 revela-se profissionalmente com o espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão, no 22º Festival Internacional de Teatro de Almada, onde recebe a distinção da crítica de Teatro do Jornal Expresso. Em 2009 estreia A Chuva (a partir de Estava em Casa e Esperava que a Chuva Viesse, de Jean-Luc Lagarce), em Lisboa, e, em 2011, Numa Noite O Rio Passou, espetáculo criado do universo de Miguel Torga, em Setúbal. A estes, seguem-se espetáculos notáveis como Subtil, O Cântico da Sulamita, a criação peculiar Ciclo do Amor, Contos Negros para os Filhos dos Brancos e À Luz. De Platão a Blaise Cendrars, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.PI constrói-se com o desafio de revelar um incontornável olhar sobre cada obra artística, conciliando o público com textos de grandes autores de carácter universal. Para além do desenvolvimento e participação em diversas dinâmicas de intervenção cultural e artística, o Teatro ABC.PI assumiu, de 2013 a 2015, em parceria com a Câmara Municipal de Almada, a realização de Atividades Educativas e Artísticas para famílias no Centro de Interpretação de Almada Velha, Atividades que culminaram com a Festa do CIAV.

www.facebook.com/ABC.PI/

PRODUÇÕES ACIDENTAIS “A MINHA EUROPA / MY EUROPE” 16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA| 21h00 | M/12 | 80’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Colin Ginks e Isabel Mões Conceção, Dramaturgia e Direcção Isabel Mões Texto e interpretação Colin Ginks e Isabel Mões Assistência à encenação e direcção de actores Nuno Coelho Tradução e legendagem Sara Aguiar Cenografia Isabel Mões Desenho de luzes e vídeo Tasso Adamopoulos Sonoplastia Sandro Esperança Design Clara Barbacini Fotografia Sara Aguiar, João Portela e Mária Lázaro

SINOPSE Continuando a explorar a relação entre a imagem e a memória individual iniciada com o anterior projeto “Por Revelar”, Isabel Mões propõe agora traçar uma espécie de mapa autobiográfico da Europa partindo da memória pessoal. O espetáculo acompanha o percurso de vida de um inglês nascido em Birmingham, Inglaterra, que veio viver para Portugal nos anos 90 e de uma portuguesa cuja família emigrou para a Londres, Inglaterra, mas que nunca visitou esse País.
Os protagonistas percorrem a história das suas famílias, das mudanças sociais e políticas que testemunharam e as transformações provocadas pelo chamado progresso do estado moderno europeu. O confronto entre a memória vivida e idealizada destes dois países, numa constante relação com a imagem (fotografias, postais e vídeo) permite também pensar o momento que a Europa atravessa.

Este projeto é o primeiro de uma série que pretende relacionar a memória autobiográfica com a história coletiva. O próximo espetáculo estreará em 2019/2020, trabalhando desta vez a relação entre a França e a Alemanha.

SOBRE O GRUPO As PRODUÇÕES ACIDENTAIS promovem projectos de criadores de várias áreas artísticas, miscigenando as suas linguagens próprias, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo. Apesar das nossas produções serem necessariamente “acidentais”, desde que informalmente começámos as nossas actividades produzimos 15 criações de teatro, música, escrita, fotografia e artes plásticas.
Paralelamente, temos desenvolvido acções de formação artística nas áreas do teatro e da promoção da leitura.
The theater is so endlessly fascinating because it's so accidental. It's so much like life. Arthur Miller

www.facebook.com/ProAcid www.producoesacidentais.com

PARTES E ENGENHOS “MIGRAÇÕES – TÍTULO PROVISÓRIO” 16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA| 22h30 | M/16 | 65’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

©Paulo Hung FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Artes e Engenhos, Sandra Hung Nome da Peça / Obra: Migrações - Título provisório Texto, Dramaturgia e Interpretação Sandra Hung Encenção, Dramaturgia e Selecção Musical Rogério de Carvalho Assistência de Encenação e Interpretação Paula Reis Apoio Vocal Luís Madureira Direcção Técnica, Luz, Sonoplastia e Produção Executiva João Chicó/Contrapeso Projecção João Chicó a partir de vídeo de João Seiça Fotografia Carolina Thadeu e Paulo Hung Registo Videográfico Paulo Hung Vídeo Promocional João Seiça Design de Comunicação Miguel Pacheco Gomes Produção Artes e Engenhos Apoios e Parcerias Câmara Municipal de Almada, DGArtes – Apoio à Internacionalização, DCSA, FCT, Universidade Nova de Lisboa, Teatro Extremo, Teatro-Estúdio António Assunção, FestLuso 2018, Teresina, Brasil, Latoria, Contrapeso,Ldª, Fosso de Orquestra

SINOPSE O ano passado na 21ª MTA apresentámos um 1º esboço deste trabalho em processo. Essa primeira abertura pública serviu para reunir materiais e montar a segunda parte do espectáculo, que estreámos e apresentámos no TEAA, em Fevereiro, e circulámos nos estados de Teresina e do Maranhão, Brasil, integrado no FestLuso 2018, Festival de Teatro Lusófono, em Agosto. Migrações é o plural da palavra migração que designa uma movimentação geográfica, mais precisamente um deslocamento de um lugar de origem para um lugar de destino. Mudar de sítio, realojar, pode convocar novos modos de habitar e de pensar que atenuem a sensação de estrangeiro – de se estranhar uma nova realidade e de se ser estranho. Propomos: migrações no espaço, no tempo e na mente, sendo as mais acentuadas verificadas no plano da mente e da oralidade; um trajecto à volta de uma estrutura organizada por dois textos – texto A e B, um narrando na primeira pessoa a vinda de Moçambique para Portugal, outro espelhando o esforço da mente, num processo de alucinação, em conseguir erguer um sentido para o fluxo de palavras e de frases num ritmo fora da área conversacional. O trabalho das palavras. Ao aliar o texto A ao texto B confronta-se: de um lado a Realidade, do outro o Real, sem mediação. Convoca-se quem assiste a trabalhar na fábrica de Construção de Sentidos, a manifestar uma derradeira obra do espírito criador, a fazer uma reflexão sobre a relação do Teatro com o próprio espectador – uma apaixonada e dramática meditação sobre a vida e a morte. SOBRE O GRUPO Artes e Engenhos é uma associação que promove trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design, engenharia e arquitectura. A par dos projectos de criação e difusão, desenvolve conferências, cursos e acções com comunidades. Os parceiros das suas actividades têm sido, entre outros, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Goethe-Institut de Lisboa, o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro O Bando, a Latoaria, o Teatro Garcia de Resende, a Moagem, as Oficinas do Convento, o Projecto Ruínas, a Câmara Municipal de Almada.

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ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA “ROMEU CORREIA, TALVEZ POETA” 17 NOVEMBRO | SÁBADO| 21H00 | M/12 | 90’ (TEM INTERVALO) AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA

©Vítor Cid e Luís Aniceto FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Textos Romeu Correia Guião Ferrer Asturiano Cenografia Carlos Canhão Música João Fernando Voz Off Romeu Correia, Vasco Branco Vozes Luisa Basto, João Fernando e José Carlos Tavares Interpretes José Carlos Tavares, Gil Marovas Som e luz Nuno Coelho Encenação Coletivo do Grupo de Teatro da A.C.M.F Apoio Câmara Municipal Almada

SINOPSE O bonecreiro Mestre Albino – o vagabundo das mãos de ouro – e o seu ajudante Zé Guia deparam-se com um grave problema quando pretendem iniciar o seu espetáculo de marionetas: a “estrela” da companhia recusa-se a participar. Mestre Albino, homem de infinitos recursos, de pronto resolve a questão: apresenta, em “estreia universal”, um espetáculo musical totalmente composto por poemas de um “poeta seu amigo”.

SOBRE O GRUPO O grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca tem vinte e dois anos de existência e no seu currículo já constam mais de duas dezenas de peças de teatro, na sua maioria de autores portugueses, muitos deles textos inéditos. O grupo orgulha-se de ser constituído por pessoas de idades várias. No seu currículo constam algumas peças, tais como: ”És Capaz”, “O Sonho” “O Diário de Anne Frank”, “O Leão Bonzão”, “João Tolão da Capa-Rica”, “És capaz”, “Recordar para não viver”, “O sonho”, “A praça da criança”, “O rei da Helíria”, “Uma sereia chamada Ermelinda”, “Rebeubeu Pragais ao Ninho”, “Histórias para serem contadas”, “O pássaro branco”, “Na minha terra isto acontece – O direito ao sonho” e Romeu Correia, talvez Poeta.

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TEATRO & TEATRO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL O MUNDO DO ESPECTÁCULO “O TREM DAS TREZE (E TREZE)” ESTREIA 18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00 | M/12 | 60’ TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor António Mauriz Encenação Manuel João Elenco Inês Possante e Rita Miranda Luz e som Manuel João Figurinos Ana Mateus Cenografia Ana Mateus/coletivo Teatro & Teatro Grafismo Rita Miranda Fotografia Helder Silva e Joana Sabala Tratamento de Imagem Ana Mateus Apoio no trabalho de corpo Pablo Fernando Apoios Câmara Municipal de Almada, Agrupamento de Escolas João de Barros Agradecimento António Mauriz pela simpatia e disponibilidade

SINOPSE Dois estranhos iguais com as suas malas iguais, esperando o comboio que nunca chega, confrontam-se para controlar o momento, a palavra e o espaço, com o único objetivo de alcançar o poder de um sobre o outro.
Os “Gémeos” da comédia de Plauto são colocados num ambiente desolador, frio e milimetricamente definido, uma estação de comboio, que até poderia ser um outro contexto habitado pela cobiça. O “Trem das treze (e treze)” submerge-nos numa outra realidade, no irracional do ser e sua existência, na ilógica sobrevalorização do tempo sem sentido, na loucura que nos envolve. Sem subterfúgios, reflete-se a necessidade da hierarquia como instrumento de segurança e sobrevivência do indivíduo, até ao momento em que o irracional e a tragédia do confronto se convertem em absurdo, com a comicidade que isto nos traz. Como Beckett disse: “Asseguro-vos que o nada é mais divertido do que a infelicidade. É a coisa mais cómica do mundo” (a partir do Prólogo de Óscar Pastor)

SOBRE O GRUPO Teatro & Teatro é um dos grupos de teatro de O Mundo do Espectáculo, tendo como produções de maior relevo: “Autocarro” de Helena Teixeira, “História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” de Luís Sepúlveda, “Aos Homens Nada Escapa…” a partir de três textos de Mário Costa, “A Invenção do Amor” a partir do poema de Daniel Felipe, “Deitada és uma Ilha…” de vários autores, “A Boda” de Bertolt Brecht, “Onde é Que Eu Me Deixei”, monólogos de Maria J. Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, “Morte e Vida Severina” de João Cabral Melo e Neto, “Deixa-me em Paz!” de Moisés Mato, “Stella – Teatro Breve” a partir de textos de Stella Manault, “Almada Negreiros” textos “Antes de Começar” e “Pierrot e Arlequim” de Almada Negreiros, “Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito” de Dário Facal, “Universos e Frigoríficos” de Jacinto Lucas Pires, “Noite de Guerra no Museu do Prado” de Rafael Alberti , ”Um Carimbo para a Viagem” de Mendizábal e J. Cedena e “OFF” de Alberto Garcia Martin.

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COMPANHIA DE TEATRO MUSICAL DA PLATEIAS D’ARTE “SONHOS – UM CLÁSSICO ENCANTADO” ESTREIA 18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00 | M/3 | 60’ AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

©Dreams Cruise Line Photos Matt Stroshane
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Adaptação de Diogo Novo e Sara Castanheira inspirado nos Contos dos Irmãos Grimm Adaptação e Encenação Diogo Novo e Sara Castanheira Figurinos Helena Resende e Diogo Novo Coreografia Diogo Novo Cenário Diogo Novo Desenho de Som e Luz Sandro Esperança Direcção Musical e de Vozes Diogo Novo Direcção de Actores Sara Castanheira Maquilhagem e Adereços Sara Mendonça

SINOPSE Em Sonhos - Um Clássico Encantado, a protagonista é Maria, uma menina que não consegue acreditar no seu coração. Uma noite, enquanto tentava adormecer, ela é visitada pela Fada Madrinha e Peter Pan que têm uma história para contar. Juntamente com alguns dos personagens favoritos dos contos infantis (Ariel, Bela, Branca de Neve e Cinderella). Nessa noite, canta-se, dança-se e sonha-se maravilhosamente. Maria - e todos nós - somos lembrados acerca poder dos sonhos e do pensamento positivo.

SOBRE O GRUPO A Companhia de Teatro Musical da Plateias D'Arte, surge na continuação do Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense. O grupo nasce no ano de 2012, ano em que apresenta o seu primeiro projeto musical “Annie”, que voltará a ser repetido em Abril de 2013. Devido ao seu enorme sucesso, este grupo aposta numa produção mais ambiciosa e leva à cena “O Feiticeiro de Oz”, tendo obtido um êxito de bilheteira com mais de 3 mil espectadores. A peça estreou em 25 de Maio de 2013 e voltou a subir à cena em Dezembro do mesmo ano, numa versão especial de Natal, com sessões especiais para as escolas do concelho de Almada. No ano de 2014, este grupo tem uma participação especial, a convite do encenador, na peça Comemorativa dos 55 anos de Carreira de António Calvário intitulada “Da Revista ao Musical”. Para assinalar a época Natalícia de 2014, o grupo volta a levar à cena uma peça dedicada ao público infantil, com uma mensagem muito forte acerca dos valores da amizade, da bondade, do carinho e do afecto, também numa versão especial de Natal, “O Sítio do Picapau Amarelo” participante na 18.º Mostra de Teatro de Almada. Esta peça, para além de ter esgotado 7 vezes no Cine Teatro Academia foi ainda a única peça infantil a esgotar por 2 vezes a sala do Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura da Sertã e Cine Teatro Sousa Telles em Ourique. Seguiu-se Disney - Momentos Mágicos em Fevereiro de 2015 ; Musicalmadense - Festival da Canção em Abril de 2015 e Noite Lírica em Maio e Outubro de 2015, obtendo com este último o maior sucesso do ano desta Companhia de Teatro Musical. No Natal de 2015, leva à cena, numa versão mais espetacular e mágica, o grande musical Annie, e torna participar na 19º Mostra de Teatro de Almada com a peça mencionada. Em Março de 2016 estreia o grande musical "Memórias do Cinema Português" com os cantores Carlos Guilherme e Luísa Basto como protagonistas. A história do cinema musical português é contada no palco através de melodias sempre, com um elenco de 12 cantores e 4 bailarinos. Ainda em 2016, em Maio, apresentam "O Som Do Amor", um espetáculo onde se fala de todos os tipos de amor através da música, desde o amor romântico ao amor pela Arte. Na 20º Mostra de Teatro Almada, apresentou o musical infantil o Feiticeiro de Oz. Mais tarde, e já no ano de 2017, estreia Piaf, Da Revista ao Musical, e A Bela e o Monstro. Propõe-se agora, na 22ª Mostra de Teatro de Almada, o musical Sonhos - Um Clássico Encantado, inspirado nos contos tradicionais dos Irmãos Grimm.

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 GITT – GRUPO DE INICIAÇÃO TEATRAL DA TRAFARIA “TRÊS BICAS E UM CARIOCA DE LIMÃO ESTREIA 18 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00 | M/12 | 50’ RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Autor Xico Braga Encenação Vitor Mio Luz Paulo Nunes Som Eduardo Dionisio Interpretação Andreia Tareja; Manuel Soares; Joaquim Paussão; Xico Braga Guarda-roupa GITT Adereços GITT e Hugo Pereira Fotografia Paulo Nunes

SINOPSE No Café. Lugar de encontro. Na rotina dos dias, 4 amigos encontram-se e conversam sobre os mais diversos assuntos, sob o deferente e delicado atendimento da empregada por quem nutrem uma particular estima. Nem sempre é fácil a relação entre eles já que diferentes são suas vivências, o seu passado. Os desencontros manifestam-se quando o mais novo dentre eles se manifesta arauto do “vox populi”, esquecendo quão outros são os deuses de hoje a enformar e, portanto, desinformar a outrora tão estimada considerada voz de deus.
Contam-se histórias. Os dias passam. Saram-se as feridas com a força dos diversos cambiantes que a amizade tem. Até a esboçada e atribulada história de amor ali vivida há-de chegar a bom porto. São 11 as cenas que desafiam os 5 actores – amadores de teatro − ao exercício dos seus dotes de representação.

SOBRE O GRUPO Grupo de Teatro amador e independente, fundado em 1972, encontrou nos Recreios Desportivos da Trafaria a compreensão e o apoio para, nas suas instalações puder desenvolver toda a sua actividade desde a sua fundação até a presente data. Em 1996 por escritura pública constitui-se em Associação Cultural sem fins lucrativos. Passaram pelo GITT diversas pessoas que continuaram ligados ao teatro, quer como actores, cenógrafos, encenadores ou técnicos. O GITT - realizou 5 Ciclos de Cultura de 1978 a 1982 e sempre no período de 24 de Abril a 10 de Junho de cada ano. Estes ciclos eram compostos de espectáculos de Teatro, Música, Cinema, Dança, Poesia e Exposições. Tem participado em todas as Mostras de Teatro de Almada. O GITT foi sempre apoiado pela Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia da Trafaria, agora União de Freguesias de Caparica e Trafaria, e Recreios Desportivos da Trafaria. Teve apoios pontuais da Secretaria do Estado da Cultura e da Fundação Gulbenkian

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