A Look at the Portuguese World

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Yvette Vieira

Yvette Vieira

Tuesday, 19 November 2019 17:00

O bruno fora da caixa

 

Bruno Azevedo tem já uma longa carreira como engenheiro, produtor e compositor musical que culminou com uma reviravolta musical ao compor e produzir a peça “Away”. Trata-se de um projeto underground que não se quer cingido a um estilo musical, integra antes vários subgéneros, do industrial\eletrónico ao cinemático, do metal sinfónico ao punk, do rock progressivo ao clássico. É um concerto multimédia que integra a imagem composta por Play Bleu e propõe a música e a presença ao vivo de Bruno de Azevedo em performance com a guitarra e os teclados, enquanto processa as sonoridades digitais que se vão fazendo presentes, para que possam atravessar os corpos sem sugerir uma forma fechada de comunicação, podendo ser experienciado numa sala convencional de espetáculos ou num espaço alternativo onde o público possa escolher estar de pé, dançando.

Como é que surge o projeto “Away”?
Bruno Azevedo: O “Away” teve a ver com o meu percurso musical ao longo dos anos. Eu sou engenheiro de som, sou produtor musical, então já gravei muitos músicos, já trabalhei com artistas singulares também e chegou a altura que eu precisei de sair mais um pouco do estúdio e surge o “Away” para as coisas terem outro caminho, para eu poder ter um trabalho meu, com uma composição minha. Este projeto musical é o culminar das experiencias musicais todas que tive, para além dos artistas e das muitas bandas, desde o punk, metal, ou rock, onde toquei, e foi aí que decidi avançar com um projeto meu a solo que tem essas componentes todas.

Mas é um projeto único mesmo em termos musicais?

BA: É uma peça só.

E porquê decidiu fazer?
BA: Porque também estou um bocado farto da musica convencional, do “main stream” que fazem aquelas composições com o refrão, a parte A, a parte B, a ponte e o verso e isso a mim para que já trabalhei muitos anos nesse método era um modelo já gasto, queria fazer uma coisa completamente diferente dos parâmetros normais e pensei em fazer uma musica só, que é uma peça inteira com a componente de imagem agregada a musica.

E essa ideia associada a imagem surgiu posteriormente ou tinha já tinha conversado com o Play Bleu para uma possível parceria?
BA- Sim, o Filipe Play Bleu, que me ajudou nessa parte. Eu comecei primeiro, porque é um trabalho que obviamente leva tempo, fui compondo, fui partilhando as minhas composições com o Filipe e ele foi surgindo com as imagens. Nós já tínhamos trabalhado anteriormente noutros trabalhos no CEM-centro em movimento, ele é da parte da imagem e eu sou da parte técnica do som e ao nível musical.

É também um estilo musical que tem sido o seu percurso, ou não?
BA: Não foge, porque eu já fiz todo o tipo de trabalhos musicais, eu toquei até jazz, por exemplo. A minha formação é clássica, mas passei pelo jazz depois disso o rock, o punk e o metal, então foi essa fusão toda que me levou a criar uma peça única que têm essas componentes todas.

Porquê “Away”?
BA: “Away” é fora, lá está, é fora dos parâmetros normais e é fora mesmo por eu ter decidido sair da linha comum.

Da tua zona de conforto normalmente como musico ou não?
BA: Sim, como músico e compositor, porque como disse eu já fiz composições de todos os estilos, já fiz musicas para filmes também e lá está, por isso, o “Away” ter aquela componente também cinemática e depois todo o meu percurso todo musical ao longo dos anos que está embutido lá nesta peça.

E porquê agora? Porquê ampliar o estúdio e fazer este projeto total fora da caixa?
BA: Eu acho que chegou a altura, já trabalho nesta área há muito anos já passei desde o ensinar guitarra a ser técnico de som a produzir bandas e pronto acho que cheguei altura de sair um bocado da caixa, como você disse. Como eu hei de dizer isto? Ora bem, é um culminar de situações que me levaram a fazer este “Away”, é um trabalho que é meu, o que eu digo têm muito a ver com o meu percurso de vida como músico, também aí, eu quis contar à minha historia numa peça só e foi isso que aconteceu.

Durante o processo criativo houve neste trajeto algo que pretendia fazer de determinada maneira e depois acabaram acontecendo outras coisas completamente diferentes?
BA: Sim, claro é assim quando se constrói, quando se faz um álbum, por exemplo, o disco pode ter dez musicas, mas para esse projeto musical foram construídas vinte e depois são escolhidas só aquelas que vão ficar para o álbum e isso aconteceu nesta peça. “Away” têm uma particularidade que é nunca voltar a trás, é uma viajem sempre com sequências novas, sem refrões e a partir de aí levar o ouvinte completamente para fora porquê? Não é restritamente só aquela musica, o que eu quero dizer com isto é que não se ouvem partes idênticas que já foram tocadas anteriormente, essa é uma viagem continua, daí esta peça ser completamente fora dos compositores normais e de eu querer também atingir um bocado a diferencia de toda a composição que já fiz até hoje, criei esta coisa agora que é nova completamente tanto para mim, como para as pessoas, penso eu.

Já houve uma apresentação do “Away” em fevereiro?
BA: Já, Já.

E como é que foi depois a receção? Teve algum feedback do público em relação ao espetáculo?
BA: Têm sido muito bom. Tive o privilegio de estrear o “Away” em Paris e foi brilhante tive uma plateia tanto jovem, com uma com já mais idade e foi maravilhoso ouvir o feedback de toda a gente, do estarem interessados em conhecerem-me, em felicitarem-me pelo trabalho que tinham ouvido e foi muito engraçado mesmo.

E têm já algum projeto assim depois do “Away”?
BA: Isso é uma boa pergunta, mas penso que irá haver um “Away II”. Já estou a pensar nisso de facto, porque as ideias também vão surgindo nos camarins e tudo o mais que eu tenho esta nesta peça. Obviamente vão surgindo outras ideias que me levam a crer que possivelmente irá haver um “Away II”, mas não sei é se terá o mesmo título.

Mas sempre nesse âmbito de um trecho único?
BA: Sim, dentro da mesma linha definitivamente. Está-me a dar muito gozo mesmo fazer este tipo de composição, porque é completamente livre e me está a alimentar muito em termos criativos.

http://www.brunodeazevedo.com/pt/

Tuesday, 19 November 2019 13:57

Tristeza e alegria na vida das girafas

O novo filme do realizador Tiago Guedes, estreia no dia 21 de Novembro em todas as salas de cinemas nacionais e conta com a banda sonora do músico Manel Cruz.

Baseado na peça de teatro homónima do encenador e produtor Tiago Rodrigues, ‘Tristeza e Alegria na Vida das Girafas’ conta a história de uma menina de 10 anos que atravessa a cidade de Lisboa em busca da única pessoa que pode ajudá-la: o primeiro-ministro. A perceção da realidade social e política é desafiada, através da voz de uma criança que apresenta um trabalho escolar e empreende a tarefa enciclopédica de tentar explicar o mundo. Esta longa-metragem conta com as interpretações dos atores Maria Abreu, Tónan Quito, Miguel Borges, Miguel Guilherme, Romeu Runa e Gonçalo Waddington, entre outros.
Com temas do seu projeto” Foge Foge Bandido” e outros inéditos, Manel Cruz apresenta uma banda sonora que acompanha não só a aventura da menina de 10 anos, como desse estranho mundo chamado Lisboa que fazem parte a crise económica, a aventura heroica de um urso de peluche com tendências suicidas chamado Judy Garland, o Discovery Channel, um pantera-negra, o dicionário escolar da editora Sampaio, o dramaturgo russo Anton Tchekhov e uma menina alta demais para a sua idade, a quem a mãe chamava girafa. Mergulhado nas trevas esperançosas do imaginário infantil, esta história revela medo pelo que as crianças pensam e raiva pelo que os adultos fazem.

Temas da banda sonora

Trabalho Escolar Manel Cruz
Este é o Meu Corpo Manel Cruz
Foi no Teu Amor Manel Cruz
Ainda Pode Descer Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Quando Eu Morrer (Instrumental) Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Uma Aventura Manel Cruz
Canteiro Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Sempre-a-pensar Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Fechado para Obras Christophe Roussel/Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Intérpretes: Christophe Roussel, Catherine Beilin, Manel Cruz
O Mergulho de Regresso Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Falso Geral Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Vida Adicta Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Conversa com o Ministro Manel Cruz
Quando Eu Morrer Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Canção da Canção da Lua Manel Cruz/Foge Foge Bandido
Intérpretes: Manel Cruz, Marcos Cruz, Marta Cruz

Tiago Guedes
Trata-se da quarta longa-metragem da sua carreira como cineasta, depois do premiado ‘A Herdade’, ‘Entre os Dedos’ (2008) e ‘Coisa Ruim’ (2006), entre outros filmes que fez para televisão, como ‘Alta Fidelidade’ (2000), séries de televisão como ‘Odisseia’ (2013) e ‘Noite Sangrenta’ (2010), para além de trabalhos em teatro como encenador, nomeadamente PillowMan, de Martin McDonagh (2006), 'Blackbird', de David Harrower (2009), 'Os Belos Dias de Aranjuez', de Peter Handke (2014), 'O Pato Selvagem', de Enrik Ibsen (2016), 'Órfãos', de Dennis Kelly (2017) e 'A Matança Ritual de Gorge Mastromas', de Dennis Kelly (2019).

Manel Cruz
É um natural contador de estórias e detém a patente de fazer das tripas coração desde o início da sua carreira, já desde os tempos de Ornatos Violeta e de quando o seu nome saía das bocas do mundo. Foram várias as paragens que se foi obrigando a fazer para assentar os pés e calcar a terra. Algumas delas foram em Pluto, no lugar errático dos Super Nada e, finalmente, no projeto enigmático que foi Foge Foge Bandido, mostrando recortes, vozes e memórias da viagem, desta vez a solo, que havia feito nos últimos dez anos. Recarregar energias foi em Estação de Serviço, projeto com que se apresentou em 2015, com melodias conhecidas e novas lengalengas e frases soltas que davam vontade de memorizar. Em 2019, Manel Cruz volta às gravações, a solo, apresentando o disco Vida Nova.

Wednesday, 13 November 2019 16:03

Em suspenso

 

Jacinto Rodrigues apresenta um conjunto esculturas que reflete um período de tempo de dois anos, que se traduzem numa orgânica associada aos regionalismos e que também representam uma evolução natural do seu trabalho artístico. Uma exposição para ser vista até 6 de dezembro, no Teatro Baltazar Dias.

 Maria Fernandes, a escritora, na sua introdução sobre este conjunto escultórico refere “É uma suspensão do movimento, a impressão que causa o estender do olhar pelo conjunto escultórico que se nos apresenta. Uma verdadeira acepção da insustentabilidade da sombra que se alonga, serpenteando por entre a forja da verdade da matéria. Nas idas ao Norte para o conhecimento da profundidade das sombras, pide saber que a promessa era a possibilidade da Poesia.”

O escultor sobre esta exposição elucida,“A minha ideia inicial era concretizar uma homenagem à ilha da Madeira em pedra, contemporânea, atual, uma peça muito grande, queria que fosse um monumento, como não foi possível, tornou-se então numa linguagem, que atravessa todas as peças na exposição, porque eu não gosto de misturas. O desafio nunca é técnico, é mais o encontrar condições e um espaço, porque idealizar e concretizar estas peças no espaço de tempo de dois anos, se isto não é coragem, então, eu não sei o que é”.
“Em suspenso é apenas o título é captar o movimento de um tecido, tem a ver comigo, com o meu percurso e com quem eu sou como artista. As peças têm um toque de regionalismo, por isso é tecido, com bordados madeira”.

 

 "As peças em madeira começaram com um cedro do Líbano e uma acácia da Austrália, são árvores que morreram no grande incêndio do Funchal, era para ser uma exposição só em pedra, mas como ocorreu esta possibilidade passei a usar madeira e ferro".

 

As três peças representam quadros cobertos em tecido, daí a libertação da forma geométrica que é ocultada ao mesmo tempo.

Ainda sobre o trabalho de Jacinto Rodrigues, a poetisa, acrescenta " Há no conjunto, uma provocação sensorial: a suavidade latente convidando à carícia, ao toque das peças. como se para verificar o tecido (se seda, se linho, se o quê), ou secar as mãos, afagar o rosto e em tudo isto, observar a luta intrinseca entre a leveza final alcançada e a rudeza da matéria domada pela mão e mente do criador". 

Tuesday, 05 November 2019 16:18

Sophia, parabéns!

“Musa ensina-me o canto
Venerável e antigo
O canto para todos
Por todos entendido
Musa ensina-me o canto
O justo irmão das coisas
Incendiador da noite
E na tarde secreto
Musa ensina-me o canto
Em que eu mesma regresso
Sem demora e sem pressa
Tornada planta ou pedra
Ou tornada parede
Da casa primitiva
Ou tornada murmúrio
Do mar que a cercava…”


Se Sophia de Mello e Breyner estivesse viva hoje celebraria cem anos de existência e para comemorar a efeméride do nascimento da poetisa e escritora abordo um dos seus livros de poesia, o livro Sexto, de onde sublinho um poema “Musa”, que o maestro Jorge Salgueiro musicou para o grupo coral “Setúbal Voz”. Este pequeno compendio poderá não ser um dos seus livros mais conhecidos, mas aborda os seus temas prediletos que atravessam toda à sua poesia, o mar, a natureza, o amor, o efémero e o etéreo, sempre acompanhados pela beleza da sua escrita quase delicada. Por norma, não sou leitora de poesia, mas uma das exceções vai para esta maravilhosa escritora que primeiro conheci na minha infância através dos seus livros dedicados aos mais novos e depois chegaram as palavras sob a forma poética. A autora, a lutadora politica e a mulher dedico estas palavras singelas e espero que gostem tanto dela, como eu. Parabéns, Sophia.

Tuesday, 05 November 2019 14:34

P de Pablito de X-tense

Concerto de rapper X-tense, no próximo dia 15 de Novembro, no Time Out Market, para apresentar o novo trabalho P de Pablito.

X-tense. ou Pablo, vem apresentar o seu novo concerto P DE Pablito e contará com a presença de vários convidados: Dave Wolf Rodriguez, Ferry, Amaro, Los Cavakitos e Los Mambleros. "P de Pablito" será também o nome de um EP temático a ser lançado ainda este ano, juntamente com PABLO S01.
Neste concerto X-TENSE irá revisitar "Rosa Dragão" (2018) e dará a conhecer, ao público lisboeta, "PABLO", uma serie musical de Hip-Hop e comédia da autoria de X-Tense que gira em torno do tema do Narcotráfico, ao estilo "Narcos" como alegoria à indústria musical. O projeto conta com a participação de actores, humoristas e rappers.
O ano 2019 têm sido muito produtivo para o rapper da Pontinha com o lançamento dos singles "Asi" , "Bolero", "Hambre" e "Yolanda", que chegaram ao Top 5 do Youtube; com a sua estreia no palco LG by Mega Hits no MEO SUDOESTE e os inúmeros concertos que têm dado pelo país, fazendo com que X-Tense, seja um dos grandes nomes do hip-hop nacional deste ano.

Tuesday, 05 November 2019 14:20

Consumers Trust arranca no Web Summit'19

A quarta edição da Web Summit em Portugal, decorre entre 4 a 7 de novembro no Parque das Nações, em Lisboa. Este ano, a maior cimeira tecnológica do mundo conta com cerca de 70 mil participantes, incluindo mais de 2.000 startups e 1.500 investidores. É no maior evento de empreendedorismo e tecnologia do mundo, a Web Summit, que o Portal da Queixa dá a conhecer a nova marca global, o “Consumers Trust” (CT).


O Portal da Queixa (PQ) internacionaliza-se e cria marca global. Uma aposta internacional que começou num bollycao estragado. O CT passa a ser uma nova rede global de plataformas de consumidores que já deu os primeiros passos em Espanha, com o Libro de Quejas e agora prepara-se para replicar o modelo no mercado africano (África do Sul) com o “Complaints Book”.

O crescimento exponencial e a consolidação do PQ como um dos principais influenciadores nacionais em matéria de consumo, permitiu alcançar um novo posicionamento ao internacionalizar a sua plataforma para outros mercados. Em 2020, está prevista a entrada em Itália, no Reino Unido, na Alemanha, França e Polónia, para mais tarde alargar a rede para fora da Europa.

“A aposta na internacionalização deste projeto único em Portugal e pioneiro na Europa sempre foi o nosso grande objetivo, desde o momento em que decidi avançar com o desenvolvimento da plataforma do Portal da Queixa, em 2009, após um episódio mal resolvido de um bollycao estragado que adquiri para o meu filho, num supermercado. Hoje, somos uma equipa orgulhosa por sentirmos que fomos potenciadores de uma nova forma de relacionamento entre marcas e consumidores, alterando o paradigma de consumo e a visão de grande parte dos gestores de Marketing e de Customer Service. Depois de muita experiência adquirida no caso de sucesso do PQ em Portugal, avançámos muito recentemente para Espanha, onde colocámos online a versão “beta” da plataforma Libro de Quejas. Este passo histórico, permitiu-nos ser a primeira rede social de consumidores do mundo a ser internacional e a levar a criatividade nacional para outros países na Europa.”, refere Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa e fundador do Consumers Trust.

O CT pretende agregar as classificações de várias marcas em cada mercado em que operam, obtidas por meio de avaliação do tratamento das reclamações, funcionando, deste modo, como um ranking global do Índice de Confiança das marcas.
“Esta plataforma digital representa uma total inovação mundial, por ser a primeira rede global de consumidores, onde a diferenciação está no facto de a relação entre marcas e consumidores assentar na experiência de consumo relatada através de uma reclamação, onde é atribuída a oportunidade de resolução e melhoria contínua, e não apenas por uma opinião normalmente conhecida como “review”, destaca Pedro Lourenço, sustentando que: “Esta alteração comportamental dos consumidores é acompanhada pela evolução tecnológica, que possibilita cada vez mais a pesquisa e partilha de experiências que servem como um guia de consumo mais consciente, atribuindo um enorme potencial de influência a plataformas como o Consumers Trust”, acrescenta o responsável.

Com o claim “In trust we believe”, e disponível online em https://consumerstrust.co/, o Consumers Trust apresenta-se na Web Summit como startup BETA, no Pavilhão 1, (Booth B107). O objetivo da participação no maior evento de empreendedorismo e tecnologia do mundo é promover este projeto global, através do networking com os visitantes, empreendedores e empresas, bem como, captar o interesse de novos investidores internacionais para consolidar o crescimento da operação global.
Enquanto empreendedor, Pedro Lourenço é da opinião que “o maior erro de uma startup é esperar pelo momento certo. Porque não se pode adivinhar o futuro, mas tem que se ter a ousadia de construí-lo. Por conseguinte, estaremos na edição do Web Summit 2019, mostrando que é possível criar novos conceitos globais e inovar em matéria de Customer Experience. Assim, mesmo não ansiando sermos um unicórnio, a nossa visão é termos a possibilidade de potenciar, pelo mundo fora, a melhoria na relação dos consumidores com as marcas, através da transparência e da reputação positiva”, sublinhando a sua convicção: “Estou certo, que a reputação positiva adquirida através do Customer Success, será nos próximos anos, o principal foco das estratégias das marcas. Por isso, estamos a desenvolver ferramentas baseadas em inteligência artificial (IA), que permitirão ajudar as marcas numa tomada de decisão mais assertiva e eficaz, através da análise de dados (Big Data) que recolhemos diariamente, junto das experiências relatadas pelos consumidores.”
De salientar que todas as plataformas da nova da rede global Consumers Trust marcam a sua diferenciação pela fiabilidade da informação publicada, ao registarem os índices de satisfação, rankings, avaliações e estatísticas em blockchain, uma tecnologia que torna imutável e de consulta pública qualquer registo, e que valida os pilares fundamentais da existência do Consumers Trust: verdade, transparência, credibilidade e confiança.

Friday, 01 November 2019 21:48

Filipe Keil no Telheiras ArtFest#3

Filipe Keil em concerto no dia 15 de Novembro, no Telheiras Artfest #3.

Filipe Keil é Cantor, Compositor, Letrista, Produtor Musical e Arquitecto português. O piano foi o primeiro instrumento que o cativou. Aos quatro anos já tocava algumas músicas de ouvido. Aos 15 anos escreveu a sua primeira canção 'Só Quero Um Mundo Melhor' com a qual concorreu ao Festival da Canção Junior. Compôs o seu primeiro trabalho a solo em 2014, o EP Keil.
Em 2019 é seleccionado para fazer parte do Festival da Canção com o tema de sua autoria. No concerto Telheiras Art Fest #3 vai mostrar-nos que é mais do que é o seu repertório: #EletroPo e vamos ouvir alguns dos seus temas como Hoje ou Sombra.

Em Novembro, voltam ao Auditório Orlando Ribeiro os encontros musicais.O Telheiras Art Feest, como nos habituou nas edições anteriores, vem contar musicas de uma maneira diferente, como histórias de encantar, em permanente mutação. Como que inventadas segundo a segundo, vão passando no tempo e a cada segundo volvente mostram que a #Arte no seu global é uma criatura viva, mutante e emocionante.
Assim, a cada nota ouvida, há uma cor e um sentimento que no seu todo divaga por um edifício setecentista, transformando estas noites numa verdadeira "caça-ao-tesouro".
No Telheiras Art Fest #3 podemos encontrar projectos emergentes, grande parte deles desconhecidos do grande público, que ali são descobertos a cru e sem qualquer tipo de salvaguarda para quem os ouve! Assim como ter a oportunidade de abraçar quem já é mais assíduo em festivais e de salas portuguesas, mas que ali vestem outra roupa, como um manto que reconstrói tudo o que conhecemos e renova a ligação existente com os temas já amantizados pelo o público.

Monday, 30 September 2019 11:40

Rui david em contraluz

Rui David edita “Contraluz” e divulga single "Sol da Primavera" em dueto com Manel Cruz e apresenta o novo álbum dia 12 de Outubro, no Auditório Fernando Paredes, às 21.30 horas com a participação especial de Jorge Palma.

O músico e compositor portuense edita hoje o seu álbum de estreia, “Contraluz”. Um disco entre o intérprete que Rui David sempre foi e o autor que vem sendo. Daí a contraluz, porque há alguma coisa que se revela e outra que se esconde.
Meses depois de ter dado a conhecer o trabalho que estava a desenvolver em estúdio com a sua super-banda, num concerto com lotação esgotada na Casa da Música, chegou o momento de conhecer o tão desejado disco. A concretização de um sonho antigo que regista tudo o que o músico aprendeu ao longo destes anos que tem dedicado à música.
Composto por 11 canções reveladoras da sua história, ora nas suas palavras e composições, ora nas palavras e melodias de outros como Jorge Palma, Manel Cruz, Carlos Tê, Miguel Araújo e Tiago Torres da Silva, “Contraluz” é a confirmação de que chegou o momento de Rui David. Depois de um longo percurso dedicado às canções, à composição e à interpretação, o músico apresenta-se, finalmente, em disco e em nome próprio.
Mas não está sozinho. Com ele, em estúdio, esteve uma banda de luxo composta por Peixe dos “Ornatos Violeta” na guitarra eléctrica, guitarra acústica, ukelele, teclados e glockenspiel, Ruca Lacerda que integra os “Supernada” na bateria, percussão, caixa, guitarra acústica, guitarra eléctrica, charango, bouzouki, ukelele, teclados e glockenspiel, Eduardo Silva da banda “Foge Foge Bandido” no contrabaixo, baixo eléctrico e voz e Francisco Fonseca também dos “Supernada” na bateria e percussão que, juntos, asseguram uma unidade conceptual assente numa linguagem contemporânea e simultaneamente simples. À banda, juntou-se ainda Nuno Prata e a sua guitarra acústica, Marcos Cavaleiro com os bombos tradicionais, Daniel Dias no trombone, Ianina Khmelik no violino, Luís Norberto Silva na viola, Nikolai no violoncelo, e ainda a Banda Bingre Canelense nos coros.
Com direção musical de Peixe, “Contraluz” foi gravado, produzido e misturado no Largo Recording Studio por Ruca Lacerda e Peixe, e masterizado por Nuno Mendes no El Estudio.

Depois de “Sem Medo”, tema da autoria de Jorge Palma com que Rui David se destacou no Festival da Canção 2018, e do single “Homem Novo”, com letra e música de Carlos Tê, segue-se “Sol da Primavera”, composto e interpretado em dueto por Manel Cruz. Este é o single que acompanha a edição de “Contraluz”.

Monday, 30 September 2019 11:36

5ª edição porto tech hub

A 5ª edição da conferência anual da associação que reúne algumas das mais conceituadas empresas na área das TI decorre no dia 11 de outubro, na Alfândega do Porto.

Cerca de 1.000 participantes são esperados para mais uma edição do evento que promove a discussão e partilha de conhecimentos em torno da área da Tecnologia, este ano sob o tema “Art, Culture and Tecnologies”. São 23 as empresas que constituem a Porto Tech Hub (PTH), uma associação sem fins lucrativos voltada para a promoção e capacitação tecnológica na cidade do Porto, que trabalham em conjunto para a organização desta grande conferência anual. Com a intenção de proporcionar networking, partilha de conhecimentos e experiências profissionais e pessoais em torno do universo tecnológico, a conferência da PTH é já referência em matéria de eventos institucionais, contando com cinco edições de sucesso e largas centenas de participantes.

Para esta edição, o tema explora dimensões múltiplas que vão desde a intervenção da tecnologia nas práticas artísticas à própria Cultura das organizações, com nomes ainda por desvendar mas que prometem, à semelhança dos anos anteriores, deixar rendida a audiência. As inscrições para a conferência já se encontram disponíveis a preço reduzido. Paralelamente, decorrem também as candidaturas ao programa SWitCH, dinamizado por esta associação em parceria com o Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP). Esta formação tem por objetivo o combate ao desemprego, através da requalificação de licenciados e da sua rápida inserção num mercado com carência de profissionais qualificados, com excelentes perspetivas de uma carreira profissional, como é o caso das TI, em particular em empresas ligadas ao desenvolvimento de software.

Monday, 02 September 2019 17:06

Mar em volta

“Aqui onde o mar aconchega o céu
E o céu espelha a alma no mar,
Onde reina um coração verde de magia e encanto …
Aqui as montanhas ecoam sobre os vales
O palpitar duma respiração suave
Que alimentam as árvores e as flores cujo perfume
Invadem, incessantemente, o brilho do sol…”

A Chiado editora publicou uma antologia de poesia madeirense, num total de 34 poemas sobre a ilha. João Rodrigues foi um dos autores com quem falámos sobre poemas, poetas e a sua inspiração.

Em Julho passado a editora havia lançado um desafio, através das redes sociais, apelando ao lado mais poético dos madeirenses, independentemente de serem autores já publicados ou não, com o objectivo de integrar uma antologia de poesia intitulada, “Mar em volta”. Os potenciais autores foram desafiados a enviar um texto inspirado na ilha da Madeira. Um dos escritores selecionados foi João Rodrigues que, decidiu participar “graças a um convite de uma amiga que viu o link e mo enviou, como achei interessante decidi participar com um poema. Sentei-me, inspirei-me, escrevi o texto e enviei”. Questionado sobre o que escreve em termos de poesia, o autor, respondeu que “escrevo de tudo um pouco, inclusive sobre o ambiente, o mar, os sentimentos e o amor. Neste caso o tema foi a ilha e consegui de uma forma abrangente expressar o que é à Madeira. A forma de escrita não foi, contudo, em quadras, “pode ter rimas, mas não há quadras neste texto, é tudo sequencial. Não quer dizer que não possa escrever poemas sob a forma de versos e que isso me possa inspirar, como já aconteceu. Eu tenho um blog onde publico poesia, tenho algumas frases de cariz popular e inclusive tenho um conto que escrevi há vários anos para um concurso no qual não cheguei a participar, porque o escrevi muito encima da data limite e não o consegui rever a tempo de enviá-lo, por isso esta lá.
Numa antologia sobre a ilha da Madeira dedicado a todos os ilhéus, será que os madeirenses gostam dos seus poetas? Paulo Rodrigues responde, “eu vou ser sincero, eu não estou muito familiarizado com a poesia na Madeira. Posso dizer que não sei quem são os atuais poetas da ilha, ou que tipo de poesia fazem e muito menos conheço as obras mais recentes desses autores. Já vi, por outro lado, poetas madeirenses mais antigos e verifico que alguns dos seus poemas são diferentes do que eu tenho por habito de escrever, por isso, não sei até que ponto a minha escrita pode ser considerada boa e que proporcione uma leitura motivante ao se ler.
E será que podem fugir a ilha? “Sim, nos podemos viajar onde a nossa imaginação nos levar, pode ser na Madeira, como na lua, o impulso de um poeta não é escrever sobre onde se encontra, mas sobre onde a alma e o coração o mandam”

https://sentimentosdumpoeta.blogspot.com/p/pemas.html?m=1

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