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Yvette Vieira

Yvette Vieira

A Direção da Cáritas Diocesana de Coimbra, deu a conhecer a sua tomada de posição no que diz respeito ao Peditório Público Cáritas 2020. Na conferência de imprensa que se se realizou na sua sede no Areeiro, Pe. Luís Costa, Presidente da Cáritas Diocesana de Coimbra agradeceu a disponibilidade de todos para participarem nesta ação.

Enquadrados, este ano, pelo tema: Cáritas é Amor, a Cáritas Diocesana de Coimbra, representada pelos seus colaboradores e voluntários, projetava sair à rua para recolher donativos para uma causa concreta e nobre, tal como em anos passados.

Este ano, o resultado do peditório, como foi já divulgado pela instituição anteriormente, será para a criação de um BANCO DE AJUDAS TÉCNICAS para situações de emergência, que possibilite a cedência temporária, gratuita, a pessoas mais velhas ou com demência que delas necessitem no âmbito do seu domicílio.

Com a implementação do Banco de Ajudas Técnicas, pretende-se dar resposta a necessidades de:

COMODIDADE (camas, colchões e cadeiras de banho);
MOBILIDADE (cadeiras de rodas e andarilhos);
APOIO AOS CUIDADORES (cintas e coletes).

O Banco de Ajudas Técnicas irá também contemplar um ponto de recolha de ajudas técnicas usadas, que possam ser partilhadas com outras pessoas.

A articulação entre a disponibilidade de ajudas técnicas e as diferentes necessidades da comunidade será feita pelo Centro de Apoio Social (CAS) da Cáritas de Coimbra.

No entanto, face ao desenvolvimento do surto do COVID-19 no nosso País, a Direção da Cáritas Diocesana de Coimbra decidiu cancelar o peditório. Atendendo a que a situação de contágio está em alerta elevado; que a ação do peditório teria de acontecer em espaços de elevado fluxo de pessoas e alguns em espaços fechados e envolve um contacto direto com as pessoas e com dinheiro; e considerando ainda as recomendações das autoridades públicas no sentido da “suspensão de eventos ou iniciativas públicas, realizados quer em locais fechados, quer em locais abertos ao público”; a Direção da Cáritas Diocesana de Coimbra comunicou que não irá expor os voluntários, principalmente crianças, jovens e idosos, assim como os colaboradores, que sempre estão com a organização, a uma situação de risco de contágio ou à possibilidade de contagiar outras pessoas.

A Direção da Cáritas de Coimbra, associando-se ao esforço que todo o País está a ser chamado a fazer, considera que esta tomada de posição concorre para a prevenção do surto e consequente contenção na região de Coimbra. A organização tem confiança de que esta ação, pelo bem que representa para os seus concidadãos, venha a realizar-se no futuro e, se tal vier a acontecer, conta com a participação e envolvimento de toda a comunidade.

 

 

Sunday, 08 March 2020 15:14

Coronavírus adia portugal home week

A segunda edição do evento  expectava receber mais de cinco mil profissionais internacionais, mas a instabilidade internacional provocada pela epidemia do Coronavírus obrigou a organização do Portugal Home Week, liderada pela APIMA, pela Associação Portuguesa das Indústrias do Mobiliário e Afins, a cancelar a edição deste ano do certame.

A epidemia do coronavírus tem vindo a provocar alterações de datas e cancelamentos de iniciativas um pouco por todo o globo, afetando transversalmente todos os setores da economia mundial.

A indústria do mobiliário foi uma das mais prejudicadas, em virtude do adiamento do Salone del Mobile, realizado em Milão, precisamente uma das cidades europeias mais afetadas pelo vírus Covid-19. Inicialmente agendado para os dias 21 a 26 de abril, um dos maiores eventos mundiais do setor, que conta com mais de dois mil expositores, oriundos de cerca de 180 países, foi adiado para a semana de 16 a 21 de junho.

Uma decisão que afeta diretamente cerca de 200 empresas portuguesas inscritas no evento, cujos resultados económicos dependem fortemente dos contactos efetuados nas feiras internacionais.

As novas datas do prestigiado evento colidem com as do Portugal Home Week, agendado para os dias 17, 18 e 19 de junho, na Alfândega do Porto. O Home Show, espaço expositivo das melhores empresas nacionais da Fileira Casa, estava já lotado, registando níveis de adesão muito superiores aos da primeira edição, realizada no ano passado. Das empresas inscritas, cerca de 70% participa, também, no Salone del Mobile. Confrontada com esta sobreposição, e face ao preenchido calendário de iniciativas setoriais agendadas até ao final do ano, a organização do Portugal Home Show optou pelo cancelamento da edição prevista para 2020.

Joaquim Carneiro, presidente da APIMA, confessa tratar-se de uma "decisão difícil", mas que salvaguarda, simultaneamente, "a saúde pública e o superiorinteresse das empresas nacionais". O responsável da associação, que apoia diretamente cerca de 80 empresas nacionais presentes no Salone del Mobile, explica que "dividir esforços e a atenção mediática seria negativo para as nossas empresas e para o próprio posicionamento do evento. Preferimos apostar no apoio às empresas nacionais nesta fase complicada, que tem afetado não só os encontros empresariais, como as próprias cadeias de fornecimento, e preparar atempadamente uma edição 2021 que reforce, ainda mais, a inovação, a sofisticação e a pujança da Fileira Casa Portuguesa".

O Portugal Home Week nasceu em 2019, com o objetivo de reforçar a projeção internacional e o posicionamento premium e inovador das indústrias da Fileira Casa. Para além do espaço expositivo e dedicado ao networking, a organização aposta num fórum de debates, designado de Home Summit, acerca do presente e futuro do cluster, com a participação de alguns dos principais agentes e players do panorama mundial.

A primeira edição recebeu mais de mil visitantes, estimando a organização que a atividade económica gerada tenha superado os 10 milhões de euros. Para este ano, a ambição passava por quintuplicar o número de visitantes, registando-se particular procura por parte dos mercados russo, britânico e norte-americano.

As indústrias da Fileira Casa Portuguesa geraram, em 2018, cerca de 3,5 mil milhões de euros, sendo que 2,5 mil milhões foram resultado de exportações, representando 4,3 % do total nacional. É hoje um dos clusters portugueses com maior projeção internacional, numa trajetória contínua de crescimento que leva, atualmente, os produtos destes setores a mais de 180 mercados, com destaque para França, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos da América.

Wednesday, 04 March 2020 12:02

As canções de Maria estreia

 

As Canções da Maria, projeto infantil criado por Maria de Vasconcelos com o objetivo de facilitar a aprendizagem escolar, vai estrear-se nos Coliseus no próximo mês de Março.

No decorrer do espetáculo Maria, Mathias, Mathilde e Manon vão mostrar várias canções, poemas, lengalengas e muitas curiosidades, ao mesmo tempo que passam por temáticas escolares tão interessantes como a História de Portugal, o Corpo Humano, a Língua Portuguesa e a Matemática.

Maria desde sempre foi vista com a sua guitarra às costas a fazer canções a torto e a direito e foi com a entrada das suas filhas na escola que começou a compor sobre as mais diversas disciplinas para que elas pudessem brincar ao mesmo tempo que aprendiam com mais facilidade. Tudo é mais fácil a cantar.
As Canções da Maria, que contam com três CD+DVD+Livro com ilustrações de Nuno Markl, chegam agora aos grandes palcos dos Coliseus, com dois espetáculos absolutamente brilhantes desenhados para conquistar os mais novos e os adultos. Ninguém vai ficar indiferente.

8 de março
Coliseu Porto Ageas

15 de março
Coliseu Lisboa

Vem aí a 6ª edição do festival, que irá decorrer entre os dias 11 e 13 de Março 2020 em Lisboa, com actividades no Cinema São Jorge, na Cinemateca Portuguesa e na Universidade Lusófona.

Perante a decisão de encerramento do Cinema São Jorge, a sessão que estava prevista para o dia 11 de Março com início às 15h fica sem efeito.

A entrega dos prémios do GUIÕES VI irá decorrer no final da sessão do Boni Bonita na Cinemateca Portuguesa - espaço que, até decisão em contrário e dependente de administração do Ministério da Cultura, permanece em actividade plena. Ou seja, ambas as sessões de 11 e 12 de Março previstas para a Cinemateca Portuguesa continuam confirmadas.

Perante a decisão de encerramento da Universidade Lusófona, as Masterclasses que estavam previstas para o dia 12 de Março irão decorrer em forma de workshop limitado a 20 participantes na Sala Rainha D. Amélia do Hotel Dom Carlos Park (Av. Duque de Loulé, 121, Lisboa). Os horários das masterclasses/workshops e oradores mantêm-se como inicialmente previsto. Pela limitação de espaço, a ordem de inscrição de participantes será feita numa lógica first come, first serve (por email para guioes@squatterfactory.com). A participação nos workshops não implicará custos como estava inicialmente previsto, mas dada a mudança de espaço somos forçados a limitar a participação aos primeiros interessados.

Pela mesma razão, o mini-lab de séries que estava previsto decorrer no Dia 13 de Março na Universidade Lusófona irá decorrer na Sala Rainha D. Amélia do Hotel Dom Carlos Park (Av. Duque de Loulé, 121, Lisboa). Este mini-lab é limitado aos participantes previamente seleccionados.

Temos mesmo muita pena em cancelar a sessão de pitch - momento que é muito importante para os finalistas / guionistas - mas a situação e o respectivo cariz de urgência não nos permitiram encontrar nenhuma alternativa em tempo útil. O debate sobre Narrativas Episódicas fica igualmente sem efeito.

Esperamos poder contar convosco nas sessões de 11 e 12 de Março na Cinemateca Portuguesa e/ou nas actividades formativas de 12 de Março.

Por vezes temos de conseguir saber lidar com situações imprevistas e, para não sermos forçados a cancelar o total das actividades do festival, esta solução foi a melhor que conseguimos encontrar no tempo disponível e que nos permita minimizar os prejuízos de todas as pessoas interessadas / afectadas

PROGRAMA 

12 MARÇO | QUINTA

Universidade Lusófona, Auditório Agostinho da Silva

10:00h>12:30h

Masterclass Will Storr

THE SCIENCE OF STORYTELLING

14:00h>15:00h

Masterclass Leo Garcia

SALAS DE ROTEIRO

15:00h>16:00h

Masterclass Julia Priolli

TEORIA DE SÉRIES E DESENHO DE TEMPORADA

16:30h>18:00h

Masterclass David França Mendes

A NARRATIVA NÃO-LINEAR EM WATCHMEN: UM ESTUDO DE CASO

Cinemateca Portuguesa

19:00h

HELEN + Q&A

Exibição do filme com autor André Collazzi

 

13 MARÇO | SEXTA

Universidade Lusófona, Sala F3.4

10:00h>18:00h

Mini lab

Leo Garcia e Julia Priolli (séries)

Projectos seleccionados para o Mini-lab:

"Segredo Secreto", de Gabriela Giffoni

"Camões", de Martim Baginha

"Os Improváveis", de Martina Rupp

"S.E.A.N.C.E", de Tiago Teixeira

Entretanto, o júri constituído por Felipe Lacerda, Julia Priolli, Leo Garcia, Nuno Noivo e Nuno Rocha (bios em guioes.com/juri) continua no processo de leitura e avaliação dos finalistas da 6ª edição do GUIÕES

“A Máquina de Fazer Dinheiro”, de Johanna Maitland (BR)
“Devolva-me”, de Gustavo Calenzani (BR)
“Dia Sim, Dia Não”, de Pedro Mira (PT)
“Fragmentos de Um Planeta Desconhecido”, de Tainá Muhringer (BR)
“Manual da Pós-Verdade”, de Thiago Foresti (BR)
“O Campo dos Lobos Guarás”, de Bárbara Cunha (BR)
“O Outro Que Nos Habita”, de Mario Oshiro (BR)
“Personal”, de Carlos Marcelo (BR)
“Soraya com Y”, de Raphael Gomes (BR)
“Terra Turva”, de Augusto Brasil (BR)

Os prémios da 6ª edição podem ser consultados em guioes.com/premios.

O projecto seleccionado para o PT CO-PROD da 6ª edição do GUIÕES é “Amo-te Imenso”, de Juliana Calejan.

Informamos também que a GUIOTECA do GUIÕES VI já está online.

Wednesday, 19 February 2020 11:21

MB way alvo de fraudes aumenta queixas

Só em janeiro de 2020, o Portal da Queixa (PQ) registou quase o total de reclamações recebidas em 2019

O PQ verificou um aumento significativo do número de reclamações referentes a burlas feitas através do sistema de pagamento MB Way, que permite fazer transferências instantâneas de dinheiro entre números de telemóvel associados à app, gerar cartões virtuais e usar o multibanco sem ter de usar cartão bancário. Em 2019, as 102 queixas registadas traduziram um aumento de 75%, face ao período homólogo (41 queixas em 2018). Em 2020, a maior rede social de consumidores de Portugal já recebeu 86 reclamações, ou seja, em apenas um mês, verifica-se quase o total de queixas recebidas em 2019, registando um aumento de 169% face ao período homólogo.

“Embora não seja um tema recente, verificámos um aumento exponencial de reclamações por burla através do sistema MB Way, nos últimos seis meses, pelo qual sentimos o dever de alertar os consumidores. Por sermos uma plataforma que tem como principal objetivo a partilha de experiências de consumo, é essencial que os nossos utilizadores estejam atentos e sejam conhecedores dos vários esquemas de fraude e burla, com vista a potenciar o aumento da literacia digital junto da sociedade portuguesa”, refere Pedro Lourenço, CEO do Portal da Queixa.

Total de reclamações relacionadas com burlas recorrendo ao método de pagamento MB Way

Ano  Total de reclamações   %

2018

                 41

2019

                102                    75%

2020

                 86

Pedro Lourenço salienta que “o Portal da Queixa tem vindo a alertar os consumidores para este crescente fenómeno através dos seus veículos de comunicação, tendo já enviado informação por newsletters, nas redes sociais e através da partilha de notícias com os utilizadores e visitantes da plataforma” revelando ainda que: “estamos inclusivamente a preparar um projeto na área de literacia digital, com vista a potenciar o conhecimento destas práticas fraudulentas.”

De referir que, das entidades públicas, apenas a PSP, a GNR e a Polícia Judiciária, foram os órgãos de segurança que alertaram para o perigo e a existência de burlas através da aplicação MB WAY. Até ao momento, nenhum órgão do estado de supervisão (Banco de Portugal) ou de apoio ao consumidor (Direção Geral do Consumidor) veio a público alertar os consumidores para este fenómeno.

Os utilizadores de plataformas de venda de particular a particular, como o Olx e Custo Justo, são os principais alvos destes esquemas de burla. O processo começa num contacto de interesse no artigo à venda, seguindo-se a oferta de aquisição por meio de pagamento MB Way. O esquema é consumado, quando o vendedor (vítima) refere desconhecer o funcionamento da aplicação de pagamento, sendo convidado pelo alegado burlão a dirigir-se a uma caixa multibanco, com vista a colocar o cartão de débito e inserir o número de telefone e código de acesso, que este lhe fornece, para proceder ao pagamento. A vítima julga estar a inserir os códigos para receber o dinheiro, contudo está a fornecer pleno acesso à sua conta bancária.

O Portal da Queixa alerta para que os consumidores lesados neste esquema de burla, procedam sempre à queixa-crime nas autoridades policiais da sua área de residência, com vista a permitir a investigação criminal e levar os criminosos à justiça.

SIBS esclarece utilizadores

Por seu turno, a SIBS, entidade gestora da Rede Multibanco, perante as comunicações de burla e fraude geradas pela utilização do serviço MB WAY, tem emitido esclarecimentos onde alerta e informa os consumidores. Da mesma forma, tem mantido o contacto direto e de proximidade com todos os utilizadores, que registam a sua experiência no Portal da Queixa, refletido pela taxa de resposta de 98% e do Índice de Satisfação de 78,5%, que mantem atualmente. Manifestando preocupação acerca do aumento das reclamações relativas a este tema, sugere a adoção de recomendações e regras fundamentais (também disponíveis no site e redes sociais do MB Way para que os utilizadores acedam aos serviços financeiros com a máxima segurança,

Nunca deve adicionar, ou permitir que adicionem à sua conta ou cartão bancário, um número de telemóvel que não possui ou desconhece, quer seja através do MULTIBANCO, quer seja através do homebanking.
Nunca deve seguir orientações de terceiros ou desconhecidos para fazer uma transação financeira, seja qual for, nomeadamente uma adesão ao serviço MB WAY. Da mesma forma, nunca deve fornecer dados ou códigos da sua conta a um desconhecido.
Os bancos não solicitam, telefonicamente ou por mail, que adicione à sua conta bancária um número de telemóvel que não é seu ou não conhece. Caso seja contactado neste sentido e desconfie da legitimidade do contacto, deverá de imediato entrar em contacto com o seu banco.
Da mesma forma, nenhuma entidade legítima, como operadoras de comunicação ou de outros serviços, lhe poderá solicitar, telefonicamente ou por mail, que adicione à sua conta bancária um número de telemóvel que não é seu ou não conhece. Caso seja contactado neste sentido e desconfie da legitimidade do contacto, deverá de imediato entrar em contacto com o seu banco.
Nunca forneça dados confidenciais ou pessoais como resposta a mensagens de correio eletrónico ou via sms, mesmo que a origem da solicitação aparente ser legítima.
Não siga ligações que recebeu em mensagens de correio eletrónico ou via sms.
Verifique os extratos das suas contas bancárias regularmente.
A SIBS recomenda que contacte o seu banco para adicionar o(s) seu(s) número(s) de telemóvel para que possam ter a sua ficha de cliente totalmente preenchida.

Saturday, 08 February 2020 10:20

Tio Tomás na Animar'20

Regina Pessoa será o grande foco da 15ª edição da ANIMAR, no A Solar, a Galeria de Arte Cinemática, , a decorrer de 15 de fevereiro a 6 de junho,em Vila do Conde.

A exposição da 15ª edição da ANIMAR, projeto de programação cultural de forte pendor educacional tem como o objetivo despertar o interesse do público de todas as faixas etárias, sobretudo o infanto-juvenil, para o mundo cinemático. A exposição terá um foco especial na obra "O Tio Tomás, A Contabilidade dos Dias" de Regina Pessoa, na comemoração dos 20 anos da carreira da cineasta e contará com a presença da realizadora e o seu produtor, Abi Feijó, e também com Alexandre Siqueira, autor de "Purpleboy", filme de animação que será outro dos motivos de interesse da exposição. Um trabalho colaborativo entre a equipa da Solar e os autores, a exposição apresentará instalações artísticas e uma mostra organizada dos mais diversos materiais que documentam o processo criativo e de produção dos filmes.

"Tio Tomás, A Contabilidade dos Dias" vence Annie Awards.
O filme de Regina Pessoa venceu o galardão de Melhor Curta-Metragem de Animação na 47º edição dos Annie Awards, evento que celebra a excelência no campo da animação, cujos prémios são atribuídos anualmente em Los Angeles pela divisão de Hollywood da Associação Internacional de Cinema de Animação (ASIFA). É a primeira vez que um filme português é distinguido pelos prémios da associação de animação americana. Regina Pessoa descreveu a distinção como um capítulo relevante para a animação portuguesa: "É importante porque é a primeira vez que um filme português ganha este prémio. É mais uma etapa de um terreno que os portugueses vão pouco a pouco desbravando.

Filmes portugueses no maior festival de curtas da Europa

"Tio Tomás, A Contabilidade dos Dias" de Regina Pessoa e "Entre Sombras" de Mónica Santos e Alice Eça Guimarães serão exibidas no maior e mais importante festival de curtas-metragens europeu, o Festival de Clermont-Ferrand, que arrancou no dia 31 de janeiro e decorre até 8 de fevereiro, em França. "Entre Sombras", selecionado para o European Short Film Audience Awards, será ainda exibido dia 7. "Tio Tomás, A Contabilidade dos Dias", que está selecionado na Competição Nacional, no programa F6, será exibido diariamente ao longo do festival - consultar aqui os horários.

Curtas Vila do Conde: Inscrições abertas.

Continuam abertas as inscrições para o 28º edição do Curtas Vila do Conde, o Festival Internacional de Cinema, que terá lugar entre 11 e 19 de julho de 2020. Aceitam-se curtas-metragens produzidas em 2019 ou a produzir em 2020, de duração máxima até 60 minutos (salvo exceções assinaladas), em várias categorias e nas diversas competições do festival. Consulte o regulamento e outras informações aqui. As inscrições estão disponíveis em várias plataformas online até 30 de abril 2020.

Sunday, 02 February 2020 14:48

Paulo Bernardino encanta em Coimbra

Ciclo de Concertos de Coimbra celebra Dia dos Afetos com concerto solidário, no dia 14 de Fevereiro, pelo organista Paulo Bernardino.

A capital do Amor, a cidade romântica e histórica de Coimbra, recebe no Dia dos Namorados a pré-estreia do Ciclo de Concertos de Coimbra (CCC) com um concerto muito especial na Igreja St. Cruz, pelas 15h00.

A Associação Culturxis, promotora do evento, oferece um concerto de órgão a cargo do organista Paulo Bernardino a todos os utentes, e não só, da Cáritas de Coimbra. No dia dos Afetos, este concerto é procedido pela apresentação do programa integral da 5a edição do Ciclo de Concertos de Coimbra que se realizará de 20 a 22 de Março em diversos espaços emblemáticos da cidade.

Na igreja de Sta. Cruz irá soar o grande órgão de tubos, um instrumento que pela sua idade, história e tamanho tem um lugar especial na organaria portuguesa. Este é também o mote para promover o concerto solidário que se realiza no CCC, no dia 21 de Março pelas 21h30 no Conservatório de Música de Coimbra, intitulado “Música Maestros” em que a bilheteira reverte integralmente a favor da Cáritas de Coimbra. Estes concertos celebram assim o afeto que nutre pela cidade e pelos seus cidadãos. Convidamo-vos a partilhar este momento e conhecer o programa que animará Coimbra durante três dias.

14 de fevereiro

14h30 - Apresentação da 5ª Edição do CCC
Presença do Maestro António Victorino d'Almeida e Actor António Capelo
15h00 - Concerto de Órgão por Paulo Bernardino

Sunday, 02 February 2020 12:39

A criada Zerlina

A peça de teatro de Hermann Broch com Luísa Cruz estará novamente em cena de 12 de Fevereiro a 1 de Março no Teatro Aberto. A actriz Luísa Cruz venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Teatro em 2019 com a sua interpretação neste espectáculo.


Na obra de Hermann Broch, Zerlina não é uma jovem camponesa desperta para os impulsos do corpo, mas uma velha criada, distante já da sua matriz instintual, para quem a estratégia erótica se transformou em estratégia discutiva. Mas o corpo e discurso são ambos modos, embora diferentes, de conhecimento e o exercício de Zerlina consiste justamente na laboriosa tradução do conhecimento instintual em conhecimento intelectual. Entre um e outro, como única mediadora, está a sua linguagem, em cuja rudimentaridade procura a sistematização de valores que assistem à sua conversão de «ser erótico» em «ser ético».

FICHA ARTÍSTICA
VERSÃO_António S. Ribeiro e José Ribeiro da Fonte
TRADUÇÃO_Suzana Muñoz
ENCENAÇÃO_João Botelho
CENOGRAFIA_Pedro Cabrita Reis
DESENHO DE LUZ_Nuno Meira
SONOPLASTIA_Sérgio Milhano
PRODUÇÃO EXECUTIVA_Nuno Pratas
INTERPRETAÇÃO_Luísa Cruz

ESPECTÁCULOS
De 12 de Fevereiro a 1 de Março
Quarta, Sexta e Sábado às 21h30
Quinta às 19h00*Novo horário.
Domingo às 16h00
SALA AZUL
M/12
BILHETEIRA
4ª a Sábado das 14h às 22h00; Domingo das 14h às 19h
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com
www.teatroaberto.com

Thursday, 23 January 2020 16:17

A reconquista de olivenza

Uma criação de Ricardo Neves-Neves e Filipe Raposo com estreia em Lisboa no São Luiz Teatro Municipal, de 6 a 16 de Fevereiro e em Loulé, no Cineteatro Louletano, a 21 e 22 de Fevereiro de 2020.

Portugal é também conhecido como o país com as fronteiras mais antigas do mundo. No entanto, em 1801, Espanha, apoiada por França, ocupa uma parcela alentejana do território português, ficando essa faixa da fronteira com tracejados indefinidos até à actualidade. A soberania espanhola de Olivenza não é ainda hoje reconhecida por Portugal. Mesmo após a assinatura do Tratado de Viena em 1817, que obriga a restituição do Ç a Olivenza, Espanha continua a adiar a devolução daquela parcela de terra e o Alentejo fica assim indeciso quanto à sua real dimensão. Se Portugal reivindica Olivença aos soluços, Espanha grita o direito sobre Gibraltar, o Rochedo que não é mais do que a última colónia na Europa, onde Inglaterra, a histórica aliada de Portugal, é soberana. E do lado de lá de Gibraltar está Ceuta, antiga cidade portuguesa e actual cidade espanhola, mas dentro do território de Marrocos. Servindo-se da antiga cultura monárquica ibérica, península reinada entre primos, A Reconquista de Olivenza é um exercício fantasioso sobre o Poder e a Política, a Guerra e quem nela participa, bem como a complexa teia de costumes, leis e crenças que ajudam a criar a nossa identidade.

TEXTO E ENCENAÇÃO Ricardo Neves-Neves

COMPOSIÇÃO E ORQUESTRAÇÃO Filipe Raposo

INTERPRETAÇÃO Ana Valentim, Bruno Huca, David Mesquita, David Pereira Bastos, Diana Vaz, Joana Campelo, Márcia Cardoso, Rafael Gomes, Rita Cruz, Ruben Madureira, Sandra Faleiro, Samuel Alves, Sílvia Figueiredo, Sílvia Filipe, Sissi Martins, Susana Madeira, Tadeu Faustino, Tânia Alves, Teresa Coutinho, Teresa Faria, Tiago da Cruz e Vítor Oliveira

DIREÇÃO MUSICAL Cesário Costa

DIREÇÃO VOCAL João Henriques

CENOGRAFIA Catarina Barros

FIGURINISTA Rafaela Mapril

ASSISTENTE DE FIGURINOS Patrícia Andrade

CARATERIZAÇÃO E CABELOS Cidália Espadinha

COREOGRAFIA DE COMBATES Tiago da Cruz

VÍDEO TEMPER Creative Agency

SONOPLASTIA Sérgio Delgado

DESENHO DE LUZ José Álvaro Correia

DIRECÇÃO TÉCNICA TdE Cláudia Rodrigues

ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Diana Vaz e Rafael Gomes

COMUNICAÇÃO E ASSESSORIA DE IMPRENSA Mafalda Simões

PRODUÇÃO Nuno Pratas

COPRODUÇÃO Cine-Teatro Louletano, Teatro do Eléctrico, Culturproject e São Luiz Teatro Municipal

 

TEATRO ELÉCTRICO

Fundado em 2008, é composto por profissionais do espectáculo (Teatro e Música). É uma estrutura apoiada pela República Portuguesa - Cultura / Direcção Geral das Artes. Apresentou os seguintes espectáculos: O Regresso de Natasha, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2008); Manual, texto de Patrícia Andrade e Ricardo Neves-Neves, encenação de Ricardo Neves-Neves (2008); Black Vox, textos e encenação de Ana Lázaro, Patrícia Andrade e Ricardo Neves-Neves (2009); A Porta Fechou-se e a Casa Era Pequena, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2010); A Festa, texto de Spiro Scimone, encenação de Ricardo Neves-Neves (2011); Fantoches Gigantes, texto de Ricardo Neves-Neves, encenação de Paula Sousa (2011); O Solene Resgate, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2012); Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2012); Menos Emergências, de Martin Crimp, encenação de Ricardo Neves-Neves (2014); Sebastião & Sebastiana, música de W. A. Mozart, encenação de Ricardo Neves-Neves (2015); A Batalha de Não Sei Quê, texto e encenação de Ricardo Neves-Neves (2015); Ciclo de Leituras Eléctricas, de Denis Lachaud, Copi e Vitoriano Braga, encenação de Ricardo NevesNeves (2015); Mãe com Açúcar, texto e encenação de Rita Cruz (2015); A Noite da Dona Luciana, de Copi, encenação de Ricardo Neves-Neves (2016); Encontrar o Sol, de Edward Albee, encenação Ricardo Neves-Neves (2017); A Freguesia, dramaturgia e encenação Ricardo Neves-Neves (2017); Karl Valentin Kabarett, de Karl Valentin, encenação de Ricardo Neves-Neves (2017); Banda Sonora uma criação de Ricardo Neves-Neves e Filipe Raposo (2018); Catamarã de Ana Lázaro e encenação de Ricardo Neves-Neves (2018); Alice no País das Maravilhas, a partir de Lewis Carrol e encenação de Maria João Luís e Ricardo Neves-Neves (2018); A Menina do Mar de

Sophia de Mello Breyner Andresen, com encenação de Ricardo Neves-Neves (2019). SOBERANA, uma criação de Ana Lázaro e Ricardo Neves-Neves (2019). O Teatro do Eléctrico fez co-produções com São Luiz Teatro Municipal, Cine-Teatro Louletano/Câmara Municipal de Loulé, Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João, Teatro Municipal do Porto – Rivoli, LU.CA – Teatro Luís de Camões, Culturgest, Theatro Circo de Braga, Teatro da Trindade, Festival de Almada, Teatro Municipal de Ovar, Artistas Unidos, Teatro da Terra, Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa, Galeria da Biodiversidade, Teatroesfera, Câmara Municipal de Lagos, Câmara Municipal de Guimarães.

Publicações: A Porta Fechou-se e a Casa Era Pequena (Companhia das Ilhas, 2013); Mary Poppins, a mulher que salvou o mundo e outras peças (Artistas Unidos/Cotovia, 2014); A Batalha de Não sei Quê e outros textos de Ricardo Neves-Neves (Artistas Unidos/Cotovia, 2017).

NOTAS BIOGRÁFICAS

Ricardo Neves-Neves É Licenciado em Teatro-Actores pela Escola Superior de Teatro e Cinema e Especialista em Estudos de Teatro pela Faculdade de Letras de Lisboa. Participa no Obrador d’Estíu-Dramaturgia (Barcelona), orientado por Simon Stephens. É o director artístico do Teatro do Eléctrico, onde escreve e encena. Encenou obras de Lewis Carroll, Edward Albee, Karl Valentin, Copi, Ana Lázaro, Spiro Scimone, Martin Crimp, J. J. Rousseau, W. A. Mozart e Charles Dickens. Peças suas foram encenadas por Mónica Garnel, Sandra Faleiro, Ana Lázaro, Paula Sousa e João André. Tem peças publicadas nas seguintes editoras: Cotovia/Artistas Unidos, Teatro Nacional D. Maria II/Bicho do Mato, Companhia das Ilhas e Teatro da Terra. Tem peças traduzidas para inglês, francês, catalão e chinês. Autor e co-encenador de Floating Island com Cheng-Ting Chen e Yi-Ting Hung, uma co-produção Théâtre de la Ville (Paris, França) e Taipei Arts Festival (Taipei, Taiwan). Leccionou a cadeira de Interpretação na Escola Superior de Teatro e Cinema e na ACT – Escola de Actores. Colaborou ainda com Teatro Nacional de São Carlos, Artistas Unidos, Teatro da Terra, Primeiros Sintomas, Temporada Darcos, Força de Produção, Teatro da Trindade, Teatroesfera, Teatro Meridional, Centro de Estudos de Teatro, Casa Conveniente, Teatro dos Aloés, Comédias do Minho, Revista Gerador, Cassefaz, Teatro O Bando e Procur.Arte.

Filipe Raposo (Composição e Orquestração) É pianista, compositor e orquestrador. Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Stockholm) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa. Tem colaborações em concerto e em disco com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Janita Salomé, Amélia Muge, Camané, Carminho, Maria João. Enquanto orquestrador e pianista tem colaborado com inúmeras orquestras europeias: Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana, Orquestra Filarmonia da Beiras, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra do Sul, Thueringen Symphony Orchestra, St. Christopher Chamber Orchestra Vilnius, Accademia del Concerto String Ensemble, ToraTora Big Band, L.A. Big Band, KMH Jazz Orchestra. Em 2013 participou na exposição Fashion Innovation 3 – Nobel Museum Stockholm – com a composição “I have in me all the dreams of the world” para o prémio Nobel da Física. Desde 2004 que colabora com a Cinemateca Portuguesa como pianista residente. Como compositor, trabalha para Teatro e Cinema. Tem desenvolvido com o artista visual António Jorge Gonçalves vários projectos a convite de Madalena Wallenstein para a Fábrica das Artes (CCB) e Festival Internacional BigBang – “4 Mãos”, “Qual é o som da tua cara?”, e no Teatro S. Luiz “O Telhado do Mundo” (com Ondjaki). Como pianista e em nome próprio, tem-se apresentado em vários festivais de Jazz europeus. Em nome próprio editou 3 discos: – First Falls (2011) – Prémio artista revelação Fundação Amália; – A Hundred Silent Ways (2013) – Disco a Solo; – Inquiétude (2015). Actualmente faz a curadoria na área do Jazz para a recém-criada editora digital Lugre Records.

Thursday, 23 January 2020 16:07

O abessonhado Jimmy p

A ser editado no próximo dia 31 de janeiro, é apresentado ao vivo pela primeira vez no Coliseu Porto Ageas no concerto de celebração dos seus 10 anos de carreira, agendado para o dia 22 de fevereiro.

"Abensonhado", a palavra, surge no vocabulário de Mia Couto, um dos autores mais influentes na vida de Jimmy P, com a publicação em 1994 de "Estórias Abensonhadas". Segundo o músico, que pediu diretamente ao escritor a autorização para utilizar a palavra, "Abensonhado" não poderia ser intitulado de outra forma, este que é "um álbum cheio de luz e uma jornada de mais de um ano e meio de trabalho".

"Eu queria que este disco coincidisse com os meus 10 anos de carreira", refere Jimmy P que admite que "queria que este disco fosse especial e simbólico em todos os sentidos, já que até agora as minhas raízes e herança cultural tinham ficado mais ou menos diluídas pelos outros discos, aqui não há qualquer tipo de dúvidas sobre a influência que têm sobre mim e sobre aquilo que faço."

A herança cultural de Jimmy P é a narrativa que guia este álbum onde, segundo o artista, "África se encontra bastante presente, através dos ritmos e sonoridades". Um disco com vozes e contributos de vários cantos da lusofonia, uma miscelânea de géneros e influências. "Um álbum mestiço, tal como eu sou", conclui o artista.

Composto por 16 canções (incluíndo os singles "Ano Novo", "Contigo", "Vais Alinhar" e "Até Voltares"), "Abensonhado" conta com a participação de vários artistas, tais como: Carolina Deslandes, Deejay Telio, Djodje, Fernando Daniel, Filipe Ret, Gson e Nelson Freitas.

Um concerto único, numa celebração com potencial “Hollywoodesco”, que vai ganhar contornos tanto de suspense, como de drama ou acção pelos diversos momentos que o artista irá proporcionar aos seus fãs.

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