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O burguês gentil-homem

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Baseado numa peça de Moliére estreia-se no dia 31 de Janeiro, no Teatro Baltazar dias, pelas 21.00, com encenação de Ricardo Brito e o Funchal Barroque Ensemble. Estivemos a conversa com o encenador que nos falou da adaptação desta obra teatral. 

 

SIPNOSE

O burguês fidalgo, ou o burguês gentil-homem é uma comédia-balé, escrita como uma peça de teatro com diálogo falado, entremeada com música e dança, em cinco atos, escrito por Molière. A peça foi encenada pela primeira vez em 14 de outubro de 1670 diante da corte do rei francês Luís XIV, no Castelo de Chambord, pela trupe de atores do próprio dramaturgo. A música da comédie-ballet foi composta por Jean-Baptiste Lully, e sua coreografia é de autoria de Pierre Beauchamp, a cenografia ficou a cargo de Carlo Vigarani e as roupas a cargo do chevalier d’Arvieux.

“Le Bourgeois gentilhomme” no seu título original, satiriza as tentativas de alpinismo social e a personalidade burguesa, ridicularizando tanto a classe média vulgar e pretensiosa quanto a esnobe e vaidosa aristocracia. O título é um oximoro, na França de Molière, um "gentilhomme" ou "cavalheiro" era, por definição, nascido nobre, e como tal não era possível a existência de um cavalheiro burguês. O texto da peça está em prosa, com exceção das aberturas do balé, feitas em verso.

RICARDO BRITO
Natural de Coimbra. Estreou-se na prática teatral há 20 anos, quando realizou o curso de iniciação teatral do TEUC - Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra. Profissional desde 2001, integrou projectos de companhias como A Escola da Noite, O Teatrão, Teatro das Beiras, Lendias d'Encantar, ESTE - Estação Teatral da Beira Interior, entre outras, desenvolvendo trabalho como actor e, mais tarde, como dramaturgo e encenador. A residir desde 2013 na ilha da Madeira, conta já algumas colaborações com Juliana Andrade, Márcio Faria e Ricardo Araújo. Dirige ateliers de teatro na Ponta do Sol e no Funchal. Paralelamente, conta histórias em escolas do 1º ciclo. Em 2019, dirigiu "ESTALEIRO, obras em curso para um amanhã qualquer", na Contigo Teatro, e "Bem longe daqui", no Teatro do Avesso, do qual é, actualmente, director artístico. Recentemente integrou o elenco de "Snow Queen", como narrador, numa produção da Câmara Municipal do Funchal, apresentada no Teatro Municipal Baltazar Dias.

Ao longo da sua actividade profissional, trabalhou com encenadores como Nuno Pino Custódio, Antonio Mercado, Rogério de Carvalho, Marco Antonio Rodrigues, António Fonseca, José Carretas, entre outros. Shakespeare, Anton Tchekov, Büchner, Brecht, Ibsen e Genet são alguns dos autores que teve a oportunidade de trabalhar.

FUNCHAL BARROQUE EMSEMBLE

Sara Freitas Faria – flautas de bisel

Nasceu no Funchal. É mestre em Educação Musical pela Escola Superior de Educação de Setúbal e licenciada em Flauta de Bisel pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou flauta de bisel com Pedro Couto Soares e música de câmara com Stephen Bull e Olga Prats. Tem frequentado aulas e masterclasses com os flautistas Maurice Steger, Heiko ter Schegget, Leo Meilink, entre outros. Tem participado em concertos como solista e em música de câmara pelo país e estrangeiro. Participou em gravações de CDs de música tradicional madeirense. Atualmente é professora Flauta de Bisel e diretora artística dos Grupos Consort Bisel e Dolcemente na Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia da Madeira.

Alexandra Vieira – violino

Nascida no Funchal, concluiu o Curso Superior de Violino no Conservatório Nacional de Lisboa. Foi Professora de Violino e Formação Musical no Conservatório de Setúbal, colaborou com diversas orquestras: Juvenil Portuguesa, Sinfónica da RDP, Nacional do Teatro S. Carlos, Portuguesa da Juventude e foi estagiária na Orquestra Nova Filarmonia. É Licenciada em Ciências da Educação e exerce as funções de professora de Violino e Orientações Musicais na Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia da Madeira.

Sandra Sá – violino

Nasceu no Funchal. Iniciou os seus estudos de violino no Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira. Prosseguiu a sua formação neste instrumento com o professor Radu Ungureanu na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo no Porto, onde se licenciou. Durante o seu percurso tem tocado com várias orquestras e conjuntos de música de câmara participando em vários concertos e festivais em Portugal e no estrangeiro. Participou na gravação de alguns CDs de música tradicional madeirense. Obteve o grau de mestre pela Escola Superior de Educação no Porto. Atualmente é professora de violino no Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira.

Mikolaj Lewkowicz – violoncelo

Nasceu em Varsóvia, Polónia. Estudou violoncelo na Universidade de Música “Fryderyk Chopin” em Varsóvia, onde foi aluno do conceituado violoncelista Andrzej Zelinski. Terminando o mestrado em belas-artes, iniciou a sua carreira como violoncelista profissional na Ópera da Câmara de Varsóvia, tendo sido também co-fundador e solista no Ensemble Concentus Pro Arte. Em Portugal foi chefe de naipe da Orquestra do Norte, músico de câmara no Quarteto Lusitano e mais tarde no quarteto A Vista e Quarteto Madeira Clássico. Também efetuou gravações para TVP e RTP-M. Atualmente é violoncelista na Orquestra Clássica da Madeira e no Ensemble XXI.

Giancarlo Mongelli – cravo e direção artística

Nascido em Itália, é formado em piano e cravo e vencedor de concursos de piano e de música de câmara nacionais e europeus. Conta no seu currículo com mais do que uma centena de atuações enquanto solista, solista com orquestra e integrado em agrupamentos de música de câmara. Atualmente é professor de piano e cravo no Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira.

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