Um olhar sobre o mundo Português

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Yvette Vieira

Yvette Vieira

sábado, 20 fevereiro 2021 11:32

Que aRi[t]mar'21 vamos!

 

Trata-se de um projecto didáctico-cultural entre entre a Galiza e Portugal, desenvolvido inicialmente pela Escola Oficial de Idiomas de Santiago de Compostela, pertencente á Consellería de Cultura, Educación e Ordenación Universitaria da Xunta de Galicia, com o objectivo de votar as três melhores canções em galego e português. As votaçãoes já começaram no dia 19 de Fevereiro, às 20 horas. 

aRi[t]mar começou em 2016 com o objectivo de divulgar a música e a poesía galego-portuguesas actuais, e chegarmos à cultura e a língua dos dois países, no marco do desenvolvimento da "Lei Valentín Paz-Andrade" para o aproveitamento do ensino do português e vínculos com a lusofonía. Com a organização da equipe de dinamização da língua galega e os departamentos de galego e de português do centro que, ao longo do ano lectivo trabalham de forma didáctica os textos e as músicas com os alunos e, posteriormente, escolhem mediante votação online as melhores canções e poesias editadas na Galiza e Portugal do ano anterior.

São 10 artistas os artistas portugueses incluídos no certame de 2020 e pode votar neste link

Ana Bacalhau: Memória

Bárbara Tinoco: Outras Línguas 

Carlão: Assobia Para O Lado

Cláudia Pascoal: Quase Dança

Dino D'Santiago: Kriolu (feat Julinho KSD)

FUGA: Nós (feat Beatriz Nunes)

Miguel Araújo: A Incrível História de Gabriela de Jesus

Os Quatro e Meia com Carlão: Bom Rapaz

Pedro Abrunhosa: Tempestade (com Carolina Deslandes)

Tatanka: Estrelas (com Carolina Deslandes)

domingo, 14 fevereiro 2021 20:19

Burlas online disparam em 2021

O Portal da Queixa (PQ) fez uma análise ao volume de reclamações recebidas, relacionadas com burlas online durante janeiro de 2021. 

O mês de janeiro de 2021, registou uma média de 20 reclamações por dia, um total de 621 queixas, um significativo aumento de 71% face a janeiro de 2020. Os dados recolhidos apontam para perdas avultadas dos consumidores: o valor total ultrapassa os 100.000 euros, só em janeiro deste ano. É urgente promover a literacia digital dos portugueses, defende o Portal da Queixa, que tem em marcha a campanha #NãoSejasPato que visa informar para os perigos online e potenciar o consumo seguro na internet.

No âmbito da semana que celebra o Dia da Internet Mais Segura, o PQ fez uma análise às reclamações recebidas por burlas online. Ao longo de 2020, foram registadas 5786 reclamações relacionadas com burlas online, um aumento de 69% face ao ano de 2019, onde foram apresentadas pelos consumidores 3415 queixas.

Relativamente a 2021, a análise das reclamações do mês de janeiro, e respetiva comparação com o período homólogo, revela um crescimento exponencial do número de queixas face a janeiro de 2020: um aumento de 71%. Em janeiro deste ano, a maior plataforma global de comunicação entre consumidores e marcas do país, recebeu 621 reclamações, sendo que, em janeiro de 2020, foram registadas apenas 363 queixas.

Denunciando ter sido burlado em 1650€, Bruno Pinto é um dos consumidores portugueses que recorreu ao Portal da Queixa para reportar o seu caso de burla online: “Hoje fui burlado em 1650€ por ter dado o código que recebi em SMS por parte do burlão. Já coloquei o meu cartão em lista negra. Apresentei queixa no portal da queixa e amanhã vou a GNR.”

Campanha #NãoSejasPato promove maior literacia digital

A realidade é que o confinamento da sociedade e as restrições de circulação impostas pelo contexto pandémico fizeram disparar as compras online.

Relembre-se que, atento à nova sociedade digital que está a emergir e a pensar na defesa dos consumidores portugueses, o Portal da Queixa lançou no final de 2020, a campanha #NãoSejasPato que pretende aumentar a literacia digital da população e evitar que caia em burlas e esquemas fraudulentos. Este movimento cívico nacional de educação para o consumo digital, integra como entidades parceiras do projeto: o OLX, o MB WAY, a Worten, os CTT, o KuantoKusta e o euPago.

“O aumento da procura através dos canais digitais, por parte dos consumidores portugueses, é uma tendência que veio para ficar, criando pressão sobre as marcas ao exigirem a digitalização da grande maioria dos seus serviços. Esta nova realidade, veio potenciar os perigos que se escondem nas compras online. Para combater este problema, temos em marcha um movimento cívico que tem como objetivo aumentar a literacia digital e financeira junto dos consumidores portugueses, educando a sociedade de consumo para não cair em esquemas de fraude e burlas online.”, afirma Pedro Lourenço, CEO & Founder do Portal da Queixa by Consumers Trust.

 

 

sábado, 23 janeiro 2021 13:55

Ezequiel

O espectáculo multimédia cuja criação artística esta a cargo Norberto Gonçalves Cruz com direção imagem e multimédia de Turnino Caires e direção de cena de Isabel Martins, que teve a sua estreia no passado dia 21 de Janeiro, no Teatro Baltazar Dias, devido a uma clarificação introduzida pela mais recente publicação da Resolução 38/2021 – I Série do JORAM, sobre a lotação das salas de espectáculo na Região, a Câmara Municipal do Funchal, a entidade responsável pela gestão do Teatro informa que as sessões do espetáculo “Ezequiel” irão realizar-se com a lotação máxima de 5 pessoas por sessão. Quem já adquiriu bilhetes para o espetáculo entre os dias 22 e 24 de janeiro, deverá aceder ao link https://teatro.cm-funchal.pt/inscricoes/ para obter a confirmação de acesso ao mesmo, que será realizada posteriormente via email. Caso não seja possível obter a confirmação de acesso ao espetáculo, deverá dirigir-se à Bilheteira do Teatro Municipal Baltazar Dias para efetuar o respetivo reembolso a partir das 15h30m.

Segundo as palavras do criador do texto Norberto Gonçalves Cruz , "há mais 20 anos atrás, comecei a escrever “Ezequiel”, uma história que começou por uma necessidade de perceber melhor qual é o nosso papel na vida e o quanto importante é permanecer no nosso caminho. Este trabalho tem crescido junto comigo todos estes anos e a viagem espiritual de Ezequiel tem sido uma lição sobre o desapego, sobre o amor aos outros e a conexão com o nosso próprio Ser. A música foi composta durante estes anos de forma muito intimista, dividi com poucos que estava fazendo este trabalho e honestamente não era algo que eu imagina-se um dia pudesse vir a público, Ezequiel sempre me acompanhou nos momentos em que estava comigo próprio e me ajudava a conectar com as minhas mais profundas emoções, lembrando-me quem sou e qual o caminho que devo seguir. O universo de Ezequiel é muito vasto, esses “mundos” pela qual a personagem passa, no meio da sua genialidade como artesão e construtor de autómatos é um mundo de sonho para os outros, desde os órfãos que vivem na sua oficina, acompanhados pelas figuras de “Rickten” e “Claus”, autómatos criados por ele,que vivem neste universo fantástico de sua oficina, até Ana, que foi encontrada pela família de Ezequiel ainda bebé, somente com um relógio de bolso estragado e que se tornou o amor da vida de Ezequiel. Nesse percurso, ele vem a contacto com situações que o desviam do caminho e da sua própria essência, a obsessão, a insegurança, o medo e a culpa o fazem perder sua estrada e toda a magia que outrora criará desvanece. A viagem espiritual de Ezequiel passa então por esse reencontro com ele próprio, acompanhado de guias espirituais que o levam de volta a sua essência, desafiando tudo o que ele até então acreditava.
Sei que são tempos difíceis para a cultura, mas acredito que há sempre uma luz no fundo do túnel, se nos mantivermos no caminho com perseverança no que fazemos, Ez está sendo feito não para ser um acontecimento pontual mas será de acesso posteriormente à todos quando a situação melhorar e nas variadas formas, agora fica a adaptação para o musical.
A minha gratidão a toda a equipa, a Lidiane, ao Miguel, a Isa, a todos mesmo, que têm trabalhado arduamente com a maior exigência nas condições de segurança de todos os envolvidos e em modo que este trabalho possa ser apresentado, com tanta resiliência, consciência e dedicação. O meu muito obrigado pela confiança. Para todos os que trabalham na cultura deixo esta mensagem que meu querido amigo Padre Martins uma vez me disse, “Somos soldados derrotados de causas invencíveis”". 

Ficha Técnica

Criação e Direção Artística
Norberto Gonçalves da Cruz
Produção Executiva
Lidiane Duailibi
Direção Imagem e Multimédia
Turnino Caires
Direção de Cena
Isabel Martins
Figurinos/Adereços/Caracterização
Andorinha
Maquilhagem
Beatriz Batista
Desenho de Luz
Ricardo Martins
Técnico Multimédia
Henrique Santos
Engenharia sonora
Marco Brito
Produção
Carolina Dama
Charles Duailibi
Inês Morgado
Pedro Nunes
Ezequiel
Fábio Ferro
Ana
Mariana Faria
Dara, Espírito da Luz
Dimitra Papathanasopoulou
Arya, Espírito da Terra:
Flavia Reis
Ezequiel (criança)
Matias Chicharo
Rickten:
Diogo Gonçalves
Claus
Xavier Miguel
Tiquit
Júlia Rodrigues
Músicos
Carlos Cruz
Luís Cruz
Norberto Cruz
Vozes:
Júlia Rodrigues
Lidiane Duailibi
Figurantes
Ana Francisca Rosa
Beatriz Teixeira
Inês Nóbrega
Liana Gouveia
Leonor Correia
Nancy Nóbrega
Mafalda Nunes
Mestre Costureira:
Fátima Martins
Costureiras:
Lúcia Aguiar
Mónica Lucas
Produção:
Associação de Bandolins da Madeira
LiGrá - Art & Production
Coprodução:
Teatro Municipal Baltazar Dias
Parceiro
Portal das Artes
WOW Systems

sábado, 02 janeiro 2021 17:34

Primeiras impressões de uma paisagem

A instalação "Primeiras Impressões de uma Paisagem", de João Nisa, será apresentada na Solar, a Galeria de Arte Cinemática, a 9 de janeiro. Concebida a partir de uma seleção do material do filme com o mesmo nome, atualmente em fase de conclusão, a instalação vídeo é composta por 6 projeções.

Filmado no interior do Aqueduto das Águas Livres, nos arredores de Lisboa, o projeto de João Nisa assenta na utilização de um troço dessa estrutura arquitetónica como uma série de dispositivos de camara obscura, de modo a elaborar um estudo da paisagem envolvente, mediado pelas características particulares da forma de produção das imagens. A instalação apresentada na Solar propõe um percurso ao longo de um conjunto de projeções, procurando criar as condições para que cada uma delas possa ser apreendida em toda a sua singularidade, num contexto que acentua a forte dimensão percetiva e sensorial do projeto.

João Nisa nasceu em 1971, em Lisboa, onde vive e trabalha. Concluiu o curso de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa), e a licenciatura e o mestrado em Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Dedicou-se à investigação das relações entre o cinema e a arte contemporânea, tendo escrito ensaios para publicações nacionais e internacionais sobre o trabalho de diversos cineastas e artistas. Foi professor na Escola Superior de Artes e Design (Caldas da Rainha), onde lecionou, durante cerca de dez anos, disciplinas relacionadas com a história do cinema e com o vídeo e o cinema experimental. Realizou o filme "Nocturno", uma descrição visual e sonora do espaço abandonado da antiga Feira Popular de Lisboa, exibido em diversos festivais internacionais e programas. Tem vindo a desenvolver um trabalho no Aqueduto das Águas Livres, do qual a instalação "Primeiras Impressões de uma Paisagem" e o filme homónimo que se lhe seguirá constituem o primeiro resultado concreto.

Em "Intermitências", no texto da brochura da exposição, Raymond Bellour afirma: "É espantoso, aliás, que fiquemos tão surpreendidos com aquilo que vemos quando fomos elucidados sobre o processo que permitiu a formação destas imagens, como quando o ignoramos completamente. A tal ponto o que é dado a ver constitui uma anomalia percetiva."

"Primeiras Impressões de uma Paisagem" poderá ser vista nos espaços da Solar entre 9 de janeiro e 27 de fevereiro de 2021. Paralelamente, no âmbito do Projeto Cave, dedicado à obra de artistas emergentes, estará também patente na Solar a instalação sonora "A intersecção entre a rua Augusta e a rua da Conceição no dia 2 de abril de 2020", de João Farelo, gravada durante o período de pandemia e que pretende mostrar como uma cidade continua a viver apesar das ruas desertas e do seu aparente adormecimento.

sábado, 02 janeiro 2021 17:27

Viva o samba esta de volta

 

Viva o Samba volta ao Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 17 de Janeiro, para um concerto inesquecível. 

É já em janeiro que o projeto “Viva o Samba” celebra seis anos de existência. Nasceu pelos músicos Cícero e Humberto Mateus e teve sempre como objetivo promover a cultura musical brasileira de excelência. O Samba marca o ritmo e o projeto “Viva o Samba” todos os domingos na sua residência artística sediada junto ao Rio Tejo, juntava mais de 600 pessoas e animavam as noites dos lisboetas, turistas e contava sempre com convidados surpresa, como Carminho, Vanessa da Mata, Mariza, entre muitos outros.
Agora chegou a vez de sambar no palco da sala mais emblemática de Lisboa. "É com enorme orgulho que chegamos ao palco do Coliseu dos Recreios, este é o maior desafio das nossas vidas, ter um concerto em plena pandemia, mas temos que continuar a cultura não pode parar." refere Cícero Mateus um dos fundadores deste projeto.

17 de Janeiro
Celebração do 6ª aniversário
Um concerto grandioso, que junta no mesmo palco 13 músicos, desde voz, percussão, viola, banjo, bandolim, cavaquinho, violino e harmónica que une através da alegria contagiante do Samba, com o poder da inclusão e solidariedade. O Samba, enquanto património cultural imaterial da humanidade pela Unesco é culturalmente rico e alegre que cativa e enobrece. É objetivo reservar e difundir a tradição do Samba em Portugal. Este ano o projeto Viva o Samba celebra 6 anos de existência.
Vamos apoiar o Samba e o projecto Viva ao Samba em segurança!
Este é um evento seguro, com lugares muito limitados e muitas surpresas!
Convidados para este espetáculo, Djodje e Teresinha Landeiro.

 

sábado, 02 janeiro 2021 17:22

Seja como for

A curta-metragem "Seja Como For" realizada por Catarina Romano foi selecionada para a Competição Internacional da 43ª edição do Festival Internacional da Curta-Metragem de Clermont-Ferrand, que decorrerá de 29 de janeiro a 6 de fevereiro de 2021, em França.

Esta será a primeira exibição internacional de "Seja Como For" que teve estreia em outubro último na 28.ª edição do Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema. "Seja Como For" trata de uma mulher desempregada, que está fechada em casa há muito tempo, aparentemente enclausurada do lado de fora das possibilidades do seu tempo histórico. Ela vive ciclos de precariedade cada vez mais próximos, e que a encapsulam como a ondulação causada pela queda de uma pedra num lago, mas em sentido inverso: ondas que vêm ter com ela, repetindo-se, fechando-a.
Esta obra, produzida pelo AIM, Estúdios de Animação e distribuída pela Agência da Curta Metragem, é a segunda curta-metragem da realizadora que se estreou em 2016 com "A Casa Ou Máquina de Habitar".
Clermont-Ferrand é um dos mais importantes festivais da Europa, dedicado à curta-metragem. No que respeita à presença de profissionais da área, é o segundo maior festival da França, precedido apenas pelo Festival de Cannes. Na edição passada, foram registadas mais de 172,500 entradas de filmes e 3600 profissionais da área participaram no festival. Segundo a organização do evento, foram submetidas quase 7000 curtas-metragens e selecionadas apenas 77. "Seja Como For" é o único filme português na Competição Internacional.

Biografia
Catarina Romano estudou Cinema de Animação tradicional e de volumes no Centro de Imagem e Técnicas Narrativas da Fundação Calouste Gulbenkian, sob a orientação de Zepe e de Nuno Beato. Participou no Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística, no Curso de Realização de Cinema de Animação 3D dirigido pela escola SUPINFOCOM – tendo sido posteriormente seleccionada para continuar os estudos em Valenciennes, onde participou numa curta-metragem em 3D. Profissionalmente, colaborou como animadora em diversas curtas-metragens de autor e séries de animação. Realizou as curta-metragens de animação "A casa ou a máquina de habitar" e "Seja como for", ambas apoiadas pelo ICA.
Atualmente realiza a sua terceira curta-metragem

terça, 08 dezembro 2020 15:35

Não podes parar

É o mais recente tema de Malabá que surge no panorama do Hip Hop como uma mensagem de esperança para todos nós.

A homenagem a todas as mulheres que diariamente conjugam a parte profissional com a dedicação na construção do futuro de seus filhos foi o mote para a origem deste tema. Mostra assim a versatilidade do artista que, através das suas palavras transmite força e energia. "Não podes parar" é a caracterização sonora da vida de muitas mulheres nos dias de hoje!

Iniciou a sua carreira em 2005 com o grupo Da Gun através do lançamento de trabalhos como a Mixtape "R.A.P" (2008) (em colaboração com Dublle Z), a Mixtape "O 1º Caso - Condenados ao Sucesso" (2012) (em colaboração com Kosmo) e o álbum independente "O Sonho Português" em 2013. No seu projeto a solo, "Mais Velho Sem Juízo" (2016), Malabá posicionou-se rapidamente como um dos MC's que revolucionou o Hip Hop Português. O seu trabalho inspirador e o carisma contagiante fazem dele um dos maiores representantes do movimento Hip Hop em Portugal.

Conquista palcos, playlists e pessoas com o seu flow inigualável. A sua versatilidade sonora e a habilidade em dizer o que todos sentem, através de rimas embelezadas por metáforas carregadas de sentimento, fazem do artista um elemento cativador do grande público. Aliando a isto uma energia incomensurável em palco, garante uma mistura perfeita no que diz respeito a entretenimento e inspiração.

O seu percurso artístico conta com participações com Plutónio, Né Jah, Don Nuno, SP Deville, entre outros, assim como vários convites de entidades como a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Organização Juventude Sesimbra, a Ser Humano – Hip Hop por uma causa, APAV e o Sporting Clube de Portugal.

Atualmente, avizinham-se novos desafios, e "Não podes parar" é apenas uma nova fase que promete elevar o nome e o artista "Malabá" ao próximo nível, sempre com a garantia de qualidade e originalidade a que nos habituou.

terça, 08 dezembro 2020 14:59

Clarabóia e outras estórias

Uma parte das vendas da obra de poesia, de Carlos Frias de Carvalho, vai servir para apoiar o centro de acolhimento temporário Casa das Cores, em Lisboa, numa campanha que decorre até 18 de dezembro.

O escritor Carlos Frias de Carvalho associa-se ao projeto Casa das Cores, numa Campanha Especial de Natal, de Poesia Solidária destinada a apoiar a atividade do centro de acolhimento temporário para crianças em perigo. Até 18 de dezembro de 2020, 25% das vendas do livro de poesia “Clarabóia e outras estórias” revertem para a associação.
A obra “Clarabóia e outras estórias” faz parte do plano nacional de leitura, sendo recomendado para o 4.º ano de escolaridade como leitura autónoma. Dedicada ao filho do escritor, o livro reúne um conjunto de 21 poemas cuja temática é a descoberta da natureza e o maravilhar da infância com o meio bucólico envolvente, sendo cada verso retratado através de uma ilustração da artista plástica Fernanda Fragateiro.
“Em representação da Casa das Cores, agradeço, do fundo do coração, a generosidade com que o Carlos de Carvalho colocou o seu talento e a sua arte ao serviço da nossa Causa. Bem hajam todos que, connosco, colaborarem nesta iniciativa solidária!”, afirma Madalena Vasconcelos, Presidente da Casa das Cores.
Ao adquirir o livro “Clarabóia e outras estórias”esta a ajudar esta instituição de solidariedade social e a dar um novo folego às vidas das crianças que esta associação apadrinha.
Este livro pode ser adquirido diretamente na Casa das Cores (10h-18h), na Rua Gil Vicente, 32 A, R/C (Atelier), 1300-284 Lisboa, através do e-mail, geral@msv.pt ou do telefone 211 394 431. Os livros serão acompanhados de uma dedicatória do autor.

http://www.msv.pt/casa-das-cores/

sexta, 30 outubro 2020 10:05

Meu país já não existe

O jornalista Nicolau Santos sobe ao palco, levando a poesia e a música que o têm acompanhado ao longo da vida num concerto que terá lugar no dia 8 de novembro, pelas 19 horas, no Teatro São Luiz, em Lisboa.

Vai acontecer  um espetáculo em que se diz poesia sobre uma base musical jazzística da responsabilidade do Quarteto de Manuel Lourenço. Contará ainda com a participação da voz de Cláudia Franco e da Orquestra Filarmonia das Beiras, sob direção do maestro António Vassalo Lourenço.

O projeto *Poesia & Jazz*, nascido em 2006, tem unido estas duas formas de expressão, juntando o ritmo das palavras, a musicalidade e a originalidade da poesia aos sons do jazz e da música improvisada. Neste concerto com poesia, ouvem-se temas dos grandes mestres do jazz, como Miles Davis, Bill Evans, Chick Corea, Richard Galliano, António Carlos Jobim entre outros, e ainda inéditos de Manuel Lourenço, que se fundem com a poesia de Nicolau Santos e de grandes nomes da poesia portuguesa, como Mário Cesariny, Mário Henrique-Leiria, Jorge Sousa Braga, Reynaldo Ferreira, assim como de poetas africanos, como Ruy de Carvalho, José Eduardo Agualusa, Ernesto Lara Filho, e brasileiros, como Vinicius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Manoel Bandeira, entre outros.

 

Direcção Artística: Manuel Lourenço / Nicolau Santos
Direcção Musical: Manuel Lourenço
Voz declamada: Nicolau Santos
Músicos:
Manuel Lourenço - Sax Tenor, Soprano, Guitarra e Voz
Cláudia Franco - Voz cantada
Sérgio Rodrigues - Piano
Gonçalo Leonardo - Contrabaixo
Pedro Felgar - Bateria
Orquestra Filarmonia das Beiras
Maestro - António Vassalo Lourenço
Arranjos de Orquestra:
Sérgio Rodrigues
Tomás Pimentel
Simon Wadsworth
Fotografia:
Adriano Fagundes

segunda, 26 outubro 2020 12:26

Sala de espelhos

O Primeiro volume da obra completa de Urbano Bettencourt vai ser apresentado, na sexta-feira, dia 6 de novembro, pelas 18 horas, no Auditório Municipal Natália Correia, Fajã de Baixo, Ponta Delgada, ilha de São Miguel.

Seguindo-se a Com Navalhas e Navios, editado pela Companhia das Ilhas em 2019, que recolhe toda a sua poesia, este novo livro reúne um conjunto de ensaios sobre literatura açoriana e lançando ainda um breve olhar sobre outras literaturas insulares atlânticas, da Madeira, das Canárias e de Cabo Verde.

Dispostos em sequência cronológica, os ensaios perfazem um percurso que começa no século XIX e vem até alguns autores mais recentes, do século XXI, entre os considerados clássicos açorianos e os novos, já com um espaço delimitado no universo literário, estabelecendo ainda momentos fortes desse percurso e por articulação com os diferentes espaços insulares: o fim do século XIX na Horta, os anos 40-50 em Ponta Delgada e os anos 60 em Angra, numa delimitação muito aproximativa.

O trabalho de Urbano Bettencourt obedece a uma metodologia que combina a análise textual com a indagação das condições materiais que possibilitam a existência da literatura na sua dimensão institucional, isto é, tendo em conta os fatores que asseguram a circulação e a divulgação das obras, a sua valorização crítica e social, e trazendo assim um contributo de relevo para a história literária e cultural dos Açores.

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